You are currently browsing the category archive for the ‘Curiosidades’ category.

Pedaço de madeira foi encontrado em Marte…

… ou será uma formação rochosa (ou uma peça ou o rastro da Opportunity)?

Seja lá o que for, certamente é uma imagem que ativa a boa e velha imaginação.

A foto abaixo é uma imagem oficial da NASA (National Aeronautics and Space Administration). Ela representa a junção da visão da câmera direita e esquerda do veículo de exploração Opportunity, a fim de formar uma imagem panorâmica do horizonte do planeta Marte.

Clique aqui para ampliar a imagem:
.
Nasa Opportunity

.

Há dois veículos de exploração em Marte, o MER-B (Mars Exploration Rover – B, ou Opportunity) e o MER-A (Mars Exploration Rover – A, ou Spirit), ambos realizando a função de explorar geologicamente o solo marciano.

A NASA sempre desenvolve um logotipo para cada missão espacial, e abaixo você pode conferir os logos da Opportunity e da Spirit:

Opportunity
NASA Opportunity logo
.
Spirit
NASA Spirit logo

—–
+ Veja também:


Anúncios

Automóveis | Veículos: Gol da Volkswagen é eleito o “Carro da Década”

Jornalistas de todo o país e dos diversos meios de comunicação, integrantes da Associação Brasileira de Imprensa Automotiva, elegeram o automóvel Gol como o Carro da Década.

Faz 21 anos que o VW Gol é lider de vendas em seu segmento no mercado brasileiro, e também o maior em número de produção (mais de cinco milhões de unidades). O Gol da Volkswagen também é o veículo produzido no Brasil mais exportado, e se fossem colocadas em fila todas as unidades já produzidas formaria uma linha de 20.000 quilômetros de extensão. Além disso, foi o primeiro carro no Brasil a contar com o sistema de injeção eletrônica.

—–
+ Veja também:


Bloodhound SSC: O Carro Mais Rápido do Mundo

O carro mais veloz do mundo, o Bloodhound SSC, é equipado com um foguete e uma turbina de avião e foi projetado para atingir 1.690 km/h. O piloto irá acelerar de zero até a velocidade mencionada em apenas 40 segundos. O veículo mede 12,8 m e pesa mais de 6 toneladas.

.

Carro Bloodhound SSC Car

.

O corajoso motorista do Bloodhound será Andy Green, piloto da Real Força Aérea Britânica, que em 1997 atingiu 1.200 km/h com outro bólido super veloz, o ThrustSSC, detentor do recorde mundial desta categoria.

Assista ao vídeo:
.
.

A primeira tentativa em que o Bloodhound SSC tentará quebrar o recorde do seu antecessor está prevista para o ano de 2011. Se atingir o feito, o carro será, literalmente, mais rápido que uma bala.

—–
+ Veja também:


Planeta é fotografado além do Sistema Solar

Pela primeira vez após anos de busca um planeta orbitando uma estrela fora do nosso sistema solar foi fotografado pelas lentes especiais do telescópio Gemini North, do observatório Gemini, situado no Havaí. A descoberta foi feita pelos cientistas David Lafrenière, Ray Jayawardhana e Marten H. van Kerkwijk, da Universidade de Toronto (Canadá).

1RXS J160929.1-210524

.
O objeto que ainda não foi oficialmente classificado como planeta está a cerca de 500 anos-luz do nosso Planeta Terra, ou seja, é necessário viajar durante 500 anos a velocidade de 300.000 km/s (quilômetros por segundo) para cobrir tal distância.

—–
+ Veja também:


Trecho do Livro: Código da Vida | Saulo Ramos

Livros Codigo da Vida Saulo Ramos BooksLivro: Código da Vida

Paulo houvera militado na política, fora deputado federal, prefeito de Brasília no Governo Jânio Quadros, Ministro da Educação no Governo Jango Goulart e, na ditadura de 1964, seus direitos políticos foram cassados. Exilou-se no Chile.

Vicente Ráo, dono do escritório, nosso chefe e mestre no Direito, um dia, em pleno regime militar, recebeu um pedido do ditador de turno, o General Costa e Silva. Precisava de orientação para estender a soberania marítima brasileira para duzentas milhas marítimas, porque já haviam descoberto a existência de imensas jazidas de petróleo na plataforma litorânea. Era tradição histórica a soberania das nações no limite de três milhas marítimas (cada milha equivale a 1.852 metros), o alcance de um tiro de canhão a partir do litoral. Isso valeu até o início do século XX. Depois foi resolvido estender o tiro de canhão para doze milhas, em razão de conflitos em torno da pesca. Foi quando tivemos a Guerra das Lagostas contra os pescadores franceses.

Na ONU, uma interminável discussão sobre a Convenção das Nações Unidas quanto aos Direitos do Mar estava sendo vagarosamente travada desde 1950, com muitas complicações. Uma delas era o reconhecimento da zona econômica exclusiva de duzentas milhas, sem se confundir com mar territorial. E havia uma enorme resistência das nações mais poderosas à alteração daquele limite ou à introdução de novidades, porque elas pretendiam, é claro, ter o direito de extrair petróleo dessas plataformas continentais, enquanto consideradas internacionais. E essas plataformas, hoje se sabe, vão muito além das duzentas milhas.

Por uma dessas ironias do destino, o Professor Ráo era amigo do General Costa e Silva, conhecimento travado em São Paulo, quando o militar fora comandante do Segundo Exército. Falo em ironia, porque a inteligência de um não combina com a mediocridade do outro; mas essas coisas acontecem. Quando Costa e Silva foi “eleito” Presidente da República, pediu ao Professor Vicente Ráo que escrevesse seu discurso de posse, transmitido pela televisão.

A cada trecho que o público presente à solenidade aplaudia, Ráo, que assistia em sua casa à transmissão, levantava-se da cadeira e fazia uma mesura, agradecendo. Além de gênio, era um gozador.

O problema agora era a soberania marítima, e não mais o discurso. Ráo estudou o caso, e a solução foi o Governo nomeá-lo presidente da Comissão Jurídica Interamericana, órgão da OEA — Organização dos Estados Americanos —, com sede no Rio de Janeiro. Bagunçou nosso escritório, pois passamos a trabalhar todos em pesquisas sobre o assunto. Ficamos sem o chefe por muito tempo. Tivemos que fazer pesquisas intermináveis. Não havia Internet, nem computador, nem o Google. O trabalho era feito na “enxada”, cavoucando nos livros, arquivos, jornais velhos, bibliotecas. Mas achamos um precedente: a Inglaterra havia estendido sua soberania para cento e cinqüenta milhas numa ilha qualquer, não me lembro mais onde, dentre tantas que o Império Britânico tinha pelos mares do mundo, creio que no Oceano Índico. Com isso, Ráo conseguiu obter, depois de trabalhar membro por membro da Comissão, uma declaração que proclamava ser legítimo o direito de estenderem as nações americanas sua soberania para além das doze milhas. E ainda fez uma ressalva: “desde que não colidisse com nações próximas”, caso de Cuba, próxima ao México e aos Estados Unidos.

Aprovada a declaração por unanimidade dos embaixadores membros da OEA, o embaixador do México quis recuar, porque estaria contrariando seu país, cuja Constituição fixava em 12 milhas a soberania mexicana em seus mares. Ráo convenceu o nervoso embaixador de que a declaração era de princípios e de que ele estaria apenas sendo um homem de vanguarda na futura reforma da Constituição de seu país. Sossegou a fera.

A essa altura, Costa e Silva já havia saído do Governo, e o novo Presidente da República era o General Garrastazu Médici.

Editada a declaração da Comissão Jurídica Interamericana, passou-se a ter o ato de um organismo internacional que legitimamente autorizava a alteração da extensão da soberania marítima. Médici baixou o Decreto-Lei número 1.098, de 25 de março de 1970, que estendeu o mar territorial do Brasil para duzentas milhas, “a partir da linha da beira-mar do litoral continental e insular brasileiro”. Nada de esperar a onu e a convenção sobre zona econômica exclusiva. Foi-se direto para as duzentas milhas de mar territorial. Estava incluída a ilha de Fernando de Noronha. Alargamos nossas fronteiras pelo mar afora. Ninguém declarou guerra ao Brasil.

Logo em seguida, o General Médici ligou para o Professor Ráo. A ligação foi feita pelo Ministro e Chanceler Vasco Leitão da Cunha. E Médici disse ao jurista e advogado que seu serviço, prestado à pátria, era inestimável, não havia honorários que o pagassem.

— Há, sim senhor — respondeu o professor. — Tenho um ex-aluno exilado no Chile, com família grande, filhos, que precisa voltar ao Brasil. O nome dele? Paulo de Tarso Santos.

Tempos diferentes aqueles da ditadura. Todos os processos foram arquivados. E Paulo voltou. O irmão dele, Maurício Santos, trabalhava no escritório. Era um ótimo companheiro. E, com a mineiridade de ambos, foi fácil encaixar o Paulo na equipe. Passou a trabalhar conosco. Felicidade geral. As duzentas milhas de nosso mar territorial deram-nos um excelente colega de trabalho, além de darem ao Brasil ricos poços de petróleo na plataforma marítima. Mas houve complicação. E que complicação!

—–
+ Veja também:


Atualizações

Categorias

setembro 2017
D S T Q Q S S
« ago    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930