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Veículos: Quais são as garantias oferecidas no seguro de carro?

As principais garantias são:

  • Compreensiva (incêndio, colisão e roubo)
  • Incêndio e Colisão
  • Roubo e Incêndio
  • RCF-V (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos)
  • APP (Acidentes Pessoais de Passageiros)

Outras garantias que poderão ser contratadas são:

  • Acessórios: Indenização dos prejuízos causados aos acessórios do veículo segurado (ex: tocador de CD, DVD).
  • Assistência 24 Horas: Assistência ao veículo segurado e a seus ocupantes em caso de acidente ou pane mecânica e (ou) elétrica.
  • Blindagem: Indenização dos prejuízos causados à blindagem do automóvel segurado.
  • Carroceria: Indenização dos prejuízos causados à carroceria do veículo segurado.
  • Danos Morais: Reembolso da indenização paga por danos morais causados a terceiros, pela qual vier a ser responsável civilmente em sentença judicial transitada em julgado, ou em acordo judicial ou extrajudicial autorizado de modo expresso pela seguradora.
  • Despesas Extraordinárias: Em caso de indenização integral do automóvel, garante uma quantia estipulada no contrato de seguro para o pagamento de despesas extras relativas a documentação do veículo etc.
  • Equipamentos: Indenização dos prejuízos causados aos equipamentos do veículo (qualquer peça ou aparelho fixado em caráter permanente, exceto áudio e vídeo).
  • Extensão de Perímetro para os Países da América do Sul: Amplia a área de abrangência do seguro do carro para outros países.
  • Valor de Novo (aplicável à modalidade de valor de mercado referenciado): Garante o valor do veículo zero quilômetro na data de ocorrência do sinistro constante na tabela de referência definida nas condições contratuais do seguro. É obrigatória a fixação contratual do período de tempo, não inferior a noventa dias, em que o veículo sinistrado com indenização integral será indenizado pelo Valor de Novo, contado a partir da data de entrega do veículo ao segurado, devendo a Sociedade Seguradora definir expressamente as condições necessárias para que seja aceita a cobertura como Valor de Novo.

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Trecho do Livro: Como saber quem você é | Dalai Lama

Livros Como saber quem voce e Dalai Lama How to see yourself as you really are BooksLivro: Como saber quem você é

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Quando nos levantamos de manhã e ouvimos as notícias ou lemos o jornal, somos confrontados com as mesmas histórias tristes — violência, guerras e desastres. Está claro que mesmo nos tempos modernos a preciosa vida não está segura: não consigo me lembrar de um só jornal que não noticie um crime em algum lugar. Há tantas más notícias hoje em dia, tamanha consciência de medo e tensão, que todo ser sensível e compassivo deve questionar o “progresso” que fizemos em nosso mundo moderno.

Ironicamente, os problemas mais sérios emanam de sociedades industrialmente avançadas, onde um nível de instrução sem precedentes parece ter apenas fomentado a inquietação e o descontentamento. Não há dúvida com relação a nosso progresso coletivo em muitas áreas — especialmente ciência e tecnologia —, mas, de alguma maneira, nossos avanços no conhecimento não são suficientes. Problemas humanos básicos permanecem. Não conseguimos promover a paz, nem reduzir o sofrimento total.

Essa situação me leva à conclusão de que pode haver algo profundamente errado com a maneira como conduzimos nossos negócios, a qual, se não for verificada a tempo, pode ter conseqüências desastrosas para o futuro da humanidade. A ciência e a tecnologia contribuíram imensamente para o desenvolvimento global da humanidade, para nosso conforto e bem-estar material, bem como para nossa compreensão do mundo em que vivemos. Mas se dermos demasiada ênfase a esses esforços, corremos o risco de perder aqueles aspectos do conhecimento humano que contribuem para o desenvolvimento de uma personalidade íntegra e altruísta.

A ciência e a tecnologia não podem substituir os antiqüíssimos valores espirituais que foram em grande parte responsáveis pelo verdadeiro progresso da civilização mundial tal como a conhecemos hoje. Ninguém pode negar os benefícios materiais da vida moderna, mas ainda nos defrontamos com sofrimento, medo e tensão — talvez mais agora do que nunca. Portanto, é apenas sensato tentar alcançar um equilíbrio entre desenvolvimento material de um lado e desenvolvimento de valores espirituais de outro. Para promover uma grande mudança, precisamos reviver e fortalecer nossos valores interiores.

Espero que você partilhe minha preocupação sobre a presente crise moral universal, e que me acompanhe quando peço a todos os agentes humanitários e religiosos que partilham essa preocupação que contribuam para tornar nossas sociedades mais compassivas, justas e eqüitativas. Digo isso não como budista, nem mesmo como tibetano, mas simplesmente como ser humano. Também não falo como especialista em política internacional (embora comente inevitavelmente esses assuntos), mas como parte da tradição budista, que, como as tradições de outras grandes religiões mundiais, está fundada no alicerce do interesse por todos os seres. Dessa perspectiva, partilho com você as seguintes crenças pessoais:

1. O interesse universal é essencial para a solução dos problemas globais.
2. O amor e a compaixão são os pilares da paz mundial.
3. Todas as religiões do mundo procuram promover a paz mundial, como todos os humanitários de qualquer ideologia.
4. Todo indivíduo tem a responsabilidade de criar instituições para servir às necessidades do mundo.

Consideremos essas crenças uma a uma.

1. O interesse universal é essencial para a solução dos problemas globais

Dos muitos problemas que enfrentamos atualmente, alguns são calamidades naturais que têm de ser aceitas e encaradas com equanimidade. Outras calamidades, contudo, são produzidas por nós mesmos, criadas por mal-entendidos, e estas podem ser corrigidas. Um desses problemas surge do conflito de ideologias, políticas ou religiosas, quando as pessoas lutam entre si por suas crenças, perdendo de vista a idéia de humanidade básica que nos une como uma única família humana. Devemos lembrar que essas diferentes religiões, ideologias e sistemas políticos do mundo surgiram para ajudar os seres humanos a alcançar a felicidade. Não devemos perder de vista essa meta fundamental. Em nenhum momento deveríamos pôr os meios acima dos fins: devemos sempre manter a supremacia da compaixão sobre a ideologia.

O maior perigo isolado que paira sobre todos os seres vivos em nosso planeta é, sem dúvida, a ameaça da destruição nuclear. Não preciso entrar em pormenores sobre esse perigo, mas gostaria de pedir aos líderes das potências mundiais que têm literalmente o futuro do mundo em suas mãos, aos cientistas e técnicos que continuam a criar essas aterradoras armas de destruição e a todas as pessoas em geral, que exerçam o equilíbrio mental e promovam o desarmamento. Sabemos que na eventualidade de uma guerra nuclear não haverá vencedores, porque não haverá sobreviventes! Não é horrível simplesmente pensar nessa destruição desumana e impiedosa? E não é lógico que devamos eliminar a causa potencial de nossa própria destruição uma vez que a reconhecemos? Muitas vezes não podemos superar um problema porque não conhecemos sua causa, ou, quando a compreendemos, porque não temos meios ou tempo para eliminá-la. Esse não é o caso no que diz respeito à ameaça nuclear.

Quer pertençam a uma espécie mais evoluída, como os seres humanos, ou a outras mais simples, como os animais, todos os seres procuram paz, conforto e segurança. A vida é tão cara para o animal mudo quanto para qualquer ser humano: até o mais simples inseto procura se proteger de perigos que ameaçam sua vida. Da mesma forma que cada um de nós quer viver e não deseja morrer, assim também são todas as demais criaturas, embora a capacidade de assegurar isso varie.

Num sentido amplo, há dois tipos de felicidade e sofrimento: mental e físico. Como acredito que o sofrimento e a felicidade mentais são mais influentes que suas contrapartidas físicas, em geral enfatizo o treinamento da mente como uma estratégia para subjugar o sofrimento e alcançar um estado mais duradouro de felicidade. A felicidade é uma combinação de paz interior, viabilidade econômica e, acima de tudo, paz mundial. Para alcançar essas metas, parece-me necessário desenvolver um senso de responsabilidade universal, um profundo interesse por todos, independentemente de credo, cor, nacionalidade ou etnicidade.

A premissa por trás da responsabilidade universal é o simples fato de que todos nós desejamos a mesma coisa. Todo ser deseja a felicidade e não deseja o sofrimento. Se não respeitarmos esse fato, haverá cada vez mais sofrimento neste planeta. Se adotarmos uma abordagem egoísta diante da vida e procurarmos constantemente usar os outros para nosso próprio interesse, podemos obter benefícios temporários, mas a longo prazo tanto a felicidade pessoal quanto a paz mundial ficarão completamente inatingíveis.

Em sua busca da felicidade, os seres humanos usaram diferentes métodos, e com demasiada freqüência esses meios foram agressivos e cruéis. Comportando-se de maneiras inteiramente inadequadas para a humanidade, pessoas cometem crueldades terríveis, infligindo sofrimentos a outros seres vivos a fim de obter ganhos egoístas. Em última análise, essas ações míopes não trazem nada senão sofrimento — para nós mesmos e para os outros. Nascer como ser humano é um evento raro em si mesmo, e é sábio usar essa oportunidade da maneira mais benéfica possível. Devemos ter em mente que todos queremos a mesma coisa, de modo que uma pessoa ou grupo não busque a felicidade ou a glória em detrimento de outras.

Tudo isso pede uma abordagem compassiva em relação aos problemas globais. Globalização significa que o mundo está se tornando rapidamente menor e mais interdependente, em razão da tecnologia e do comércio internacional. Em conseqüência, precisamos uns dos outros mais do que nunca. Em outros tempos os problemas eram, em sua maioria, do tamanho de uma família, podendo portanto ser tratados no nível da família, mas essa situação mudou. Hoje os problemas de uma nação não podem mais ser satisfatoriamente resolvidos apenas por ela mesma; muitas coisas dependem dos interesses, atitudes e cooperação de outras nações. Uma abordagem universal dos problemas mundiais é a única base sólida para a paz mundial. Estamos tão estreitamente interconectados que sem um senso de responsabilidade universal, uma compreensão de que somos realmente parte de uma grande família humana, não podemos ter a esperança de superar os perigos de nossa própria existência, muito menos de promover paz e felicidade.

O que isso acarreta? Depois que reconhecemos que todos os seres prezam a felicidade e não querem o sofrimento, torna-se tanto moralmente errado como pragmaticamente insensato perseguir nossa própria felicidade ignorando os sentimentos e aspirações de todos os demais membros de nossa própria família humana. Considerar os outros ao perseguir nossa própria felicidade nos leva ao que chamo de “interesse pessoal sensato”, que desejavelmente se transformará em “interesse pessoal comprometido”, ou, melhor ainda, “interesse mútuo”. Algumas pessoas pensam que, se cultivarem a compaixão, será bom para os outros, porém não necessariamente para elas próprias, mas isso é errado. É você mesmo quem se beneficia mais diretamente, pois a compaixão lhe proporciona de imediato uma sensação de calma (hoje pesquisadores médicos mostram em estudos científicos que uma mente calma é essencial para a boa saúde), força interior e uma profunda confiança e satisfação, ao passo que não é certo que o objeto de seu sentimento de compaixão vá se beneficiar. Amor e compaixão expandem nossa própria vida interior, reduzindo o estresse, a desconfiança e a solidão. Um médico ocidental me disse recentemente que as pessoas que usam com freqüência as palavras eu, meu e mim são as que mais correm risco de sofrer um ataque cardíaco. Quando, por causa do egocentrismo, sua visão fica limitada a você mesmo, até um pequeno problema parecerá intolerável. Concordo plenamente.

Seria de se esperar que a crescente interdependência entre as nações gerasse mais cooperação, mas será difícil alcançar um espírito de genuína cooperação enquanto as pessoas permanecerem indiferentes aos sentimentos e à felicidade dos outros. Quando as pessoas são motivadas sobretudo pela cobiça e pela inveja, não lhes é possível viver em harmonia. Uma abordagem espiritual pode não fornecer uma solução da noite para o dia para todos os problemas políticos causados por nossa atual abordagem egocêntrica, mas a longo prazo atacará a própria base dos problemas que enfrentamos hoje, eliminando-os pela raiz.

O mundo está se tornando menor agora, a tal ponto que todas as suas partes são obviamente parte de você mesmo. Assim, a destruição de seu inimigo é a sua própria destruição. O próprio conceito de guerra está ultrapassado. Se o século XX foi o século do derramamento de sangue, o XXI tem de ser o século do diálogo.

Se a humanidade continuar a enfrentar seus problemas da perspectiva da conveniência temporária, as futuras gerações se defrontarão com tremendas dificuldades. A população global está aumentando e nossos recursos estão se esgotando rapidamente. Considere os efeitos ruinosos do desflorestamento maciço sobre o clima, o solo e a ecologia global como um todo. Estamos nos defrontando com a calamidade porque, guiados por conveniência e interesses egoístas, e não pensando na família inteira dos seres vivos, não estamos levando em conta a Terra e as necessidades da própria vida a longo prazo. Se não pensarmos sobre essas questões agora, as gerações futuras poderão não ser capazes de enfrentá-las.

2. Amor e compaixão como os pilares da paz mundial

Segundo a psicologia budista, a maior parte de nossas dificuldades provém do apego a coisas que vemos equivocadamente como permanentes. Agindo a partir desse mal-entendido, vemos a agressão e a competitividade como úteis na busca do que imaginamos e desejamos. Mas isso apenas fomenta a beligerância. Esse pensamento equivocado sempre esteve presente na mente humana, mas nossa capacidade de agir com base nele tornou-se maior, agora que temos máquinas e técnicas de enorme poder para acumular e consumir recursos. Desse modo, a cobiça e a agressão, estimuladas por nossa ignorância das coisas como realmente são, liberam mais de seu veneno no mundo. Se os problemas forem resolvidos de uma maneira humana, eles simplesmente terminam, ao passo que se tentarmos meios desumanos, novos problemas serão acrescentados aos anteriores.

O antídoto humano para esses problemas é amor e compaixão, ingredientes essenciais da paz mundial. Somos animais sociais; os principais fatores que nos mantêm juntos são amor e compaixão. Quando você sente amor e compaixão por uma pessoa muito pobre, seus sentimentos são baseados na generosidade. Em contrapartida, o amor por seu marido, esposa, filhos ou um grande amigo é muitas vezes mesclado de apego; e, quando seu apego muda, sua bondade pode desaparecer. O amor completo é baseado não no apego, mas na generosidade, a resposta mais eficaz para o sofrimento.

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