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Cena do Filme: Amadeus – Mozart toca Antonio Salieri
Na primeira cena o Imperador José II oferece a Mozart uma composição feita pelo compositor oficial do reino, Antonio Salieri.
Na segunda cena do filme é apresentada a ópera Don Giovanni (K. 527), considerada por muitos um trabalho artístico sem erros, sem defeitos, de perfeição ininterrupta.
Mozart (Wolfgang Amadeus Mozart) foi um dos maiores gênios da música, senão o maior de todos. Suas composições residem no nosso dia-a-dia, seja em um filme, em um comercial de TV ou até mesmo na seleção musical de diversas rádios, mesmo passados mais de 200 anos de seu falecimento.
O filme Amadeus, baseado na peça teatral de Peter Shaffer, dirigido pelo excelente Milos Forman, recebeu mais de 30 prêmios internacionais, inclusive 8 Oscars, entre eles o de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado e o de Melhor Ator.
As atuações foram tão soberbas que os dois atores principais do filme, Tom Hulce (Mozart) e F. Murray Abraham (Salieri), concorreram ao Oscar de Melhor Ator. Os dois mereciam a estatueta, mas quem arrebatou o prêmio foi F. Murray Abraham pela fantástica interpretação do compositor italiano Antonio Salieri.
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Mozart ajuda a curar doenças graves, dizem pesquisadores
Especialistas do Instituto de Neurologia de Londres afirmam que a música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) pode funcionar melhor que remédios tradicionais no tratamento de diversos males, até mesmo de doenças complexas como a epilepsia.
Segundo artigo publicado nesta quarta-feira (19) no jornal inglês “Independent”, os pesquisadores suspeitaram das qualidades terapêuticas da obra do compositor austríaco quando trataram um paciente de 46 anos que sofria de graves ataques epilépticos e não havia reagido bem a sete tipos de terapias (à base de remédios avançados), e nem mesmo a uma intervenção cirúrgica no cérebro.
Após uma acentuada e inexplicável melhora, os médicos descobriram que o paciente havia começado a escutar a música de Mozart durante cerca de 45 minutos por dia e que seu bem-estar vinha deste novo hábito.
A Universidade de Illinois (Estados Unidos) também relatou, após o caso do paciente inglês, uma situação parecida envolvendo uma criança portadora da síndrome de Lennox-Gastaut (variante rara da epilepsia).
Inteligência
Seguindo os indícios, os médicos descobriram que “doses” de Mozart aumentariam a capacidade matemática e visual, reduziriam o estresse e dores de artrite, além de produzir efeitos positivos no coração e em fetos, no caso de gravidez (estimulando o cérebro do bebê).
Em testes com ratos e carpas, verificou-se melhora no senso de orientação e humor, especialmente com as notas de “Eine Kleine Nachtmusik (K. 525)“.
A causa dos efeitos ainda não é tão clara, mas muitos especialistas afirmam que a zona do cérebro que recebe e processa a música é a mesma da percepção espacial, por exemplo. Os estímulos provocados pela complexa e refinada música de Mozart, sobretudo a sonata K. 448, teriam, portanto, um impacto benéfico na massa cinzenta, organizando e estimulando células nervosas precárias, em um processo comparável a impulsos elétricas.
Em testes com voluntários humanos, verificou-se que, ao escutar a sonata K. 448 para dois pianos, o quociente de inteligência do grupo cresceu entre oito e nove pontos. Sobre a exclusividade da música de Mozart, e não de outros compositores, os médicos arriscam que as composições do austríaco trazem uma peculiar técnica de construção musical, baseada em temas circulares com intervalos fixos e variações moduladas do motivo principal.
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Amadeus (1984), filme de Milos Forman, baseado na peça homônima de Peter Shaffer, estrelado por F. Murray Abraham (Antonio Salieri), Tom Hulce (Wolfgang Amadeus Mozart), Elizabeth Berridge, Simon Callow e Jeffrey Jones. Filme vencedor de 8 Oscars, inclusive o de Melhor Filme.
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