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Bill Gates: “Não há vida fora da Internet”
Bill Gates é o terceiro homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em 58 bilhões de dólares (2008). Se uma pessoa ganhasse um dólar por segundo, levaria cerca de 2.000 anos para acumular tal fortuna.
Segue abaixo a entrevista de Bill Gates (William Henry Gates III) concedida a revista Veja em 22/11/1995, no momento em que o governo americano movia processo de formação de monopólio contra a Microsoft.
Veja - Dentro de alguns dias o computador pessoal, o PC, será a mais extraordinária máquina do século passado. A era do computador pessoal está no fim?
GATES - O motor da indústria de computadores sempre foi a reinvenção, a transformação de velhas abordagens em idéias novas. Fazemos isso desde o ano zero de criação do PC. Esperar algo mágico de uma simples virada de página do calendário, uma coisa totalmente arbitrária, é inconseqüente. Avanços revolucionários marcaram a indústria nos anos ímpares e pares e não apenas naqueles terminados em números redondos. Independentemente dos dígitos que identificam o ano em que estamos, a internet vai continuar sua expansão fenomenal. A próxima década será muito, muito interessante e continuaria sendo tão vibrante mesmo que não estivéssemos às portas do ano 2000.
Veja - A idéia do ano 2000 não é tão arbitrária assim, tanto que há enorme expectativa com relação ao bug do milênio. Há algo a temer?
GATES - O grande problema do bug do milênio já passou. Foi seu custo. Para abrir os programas, consertar as coisas lá dentro, foram gastos centenas de bilhões de dólares no mundo todo. É provável que ainda ocorram algumas perturbações em determinados programas de cobrança ou de controle de estoque. Mas eu ficaria muito surpreso se houvesse alguma pane significativa nos sistemas de transporte, energia, na infra-estrutura, enfim, nos Estados Unidos ou em qualquer outro país industrializado. A verdade é que a maioria dos problemas que poderiam ocorrer, pela lógica, já teria aparecido, digamos, quatro ou cinco anos atrás. O bug teria dado as caras quando alguém tentasse em 1996, por exemplo, fazer a projeção de dez anos de uma apólice de seguros. Faço uma ressalva sobre os mercados de dinheiro. Realmente a complexidade dos programas financeiros em Wall Street é tamanha que não faço nenhuma previsão sobre o que pode ocorrer. Mas, de modo geral, acredito que o medo do bug do milênio é exagerado.
Veja - Pessoalmente, o senhor vai tomar alguma precaução especial - como não viajar de avião no dia 31 de dezembro?
GATES - Não. Já sei que vou viajar no dia 31, mas no dia seguinte estarei em casa, como todo mundo. A Microsoft vai manter o serviço de atendimento ao consumidor funcionando durante os feriados do fim de ano, de modo que nossos clientes tenham respostas rápidas para os problemas que possam ocorrer. Claro que não vou me conter e vou ligar para a empresa no dia 1º de janeiro para saber se houve algo de anormal. Mas essa será a única mudança na minha rotina.
Veja - O senhor não acha que boa parte dos compradores de computadores pessoais subutilizam seus aparelhos?
GATES - Não acredito. A maioria dos usuários está se beneficiando grandemente do uso dos computadores pessoais. As possibilidades gráficas, a capacidade de armazenamento de dados, a riqueza dos programas e a conexão com a internet impulsionam a indústria de PC de um modo formidável. A maneira como o Windows resolveu os grandes problemas de utilização dos computadores pessoais certamente será lembrada como um avanço histórico. Claro que o PC ainda exige certo domínio de operações muito complexas e há queixas e frustrações de pessoas que simplesmente não conseguem tirar da máquina tudo que gostariam. Elas têm de aprender comandos e, às vezes, são surpreendidas por inesperadas mensagens de erros. O Windows 2000 vai eliminar um bocado dessas coisas negativas. Vamos simplificar as experiências das pessoas com o software e livrá-las dos incômodos mais comuns, como os congelamentos do computador. Não vejo motivo para pessimismo quanto ao futuro da indústria de computadores pessoais. Desculpe-me, mas essa história da chegada de uma era pós-PC, do triunfo no mercado dos aparelhos não-PC, parece-me muito mais uma denominação criada por jornalistas do que um reflexo fiel do que está ocorrendo na realidade.
Veja - Não me parece que tudo seja apenas uma questão de nomenclatura…
GATES - Bem, eu vou continuar chamando de PC aquele aparelho de tela grande que as pessoas têm em casa e os funcionários das empresas utilizam para realizar seu trabalho. O que se está dizendo é que esses aparelhos de tela grande vão acabar? Sinceramente, não entendo o que querem dizer quando falam no fim da era do PC. O computador pessoal é o produto que sofreu as mutações mais rápidas que o mundo já viu. A questão é se ele vai continuar mudando. A resposta é sim. Agora, se as pessoas quiserem dar um nome novo para esse aparelho, tudo bem, mas é uma distinção um tanto tola. As vendas de computadores têm aumentado bastante e temos de ter em mente que quase todas as novas idéias tecnológicas que estão surgindo exigem que as pessoas tenham PCs poderosos em casa e máquinas sólidas estáveis sustentando o tráfego nas redes. Não fica de pé a idéia de que as pessoas vão prescindir da capacidade de processamento e de armazenamento de seus computadores e usar terminais burros ligados à internet. Ocasionalmente, as pessoas vão mesmo buscar um programa na internet e utilizá-lo apenas por algum tempo, em vez de ir à loja e comprar o produto numa caixa. A Microsoft terá um serviço assim.
Veja - O senhor acha justo dizer que está aí uma idéia que Bill Gates copiou de empresas pioneiras em vender software pela internet?
GATES - De maneira alguma. Não existem idéias novas de como utilizar a rede. Isso tudo já era sabido nos anos 70. Apenas não era economicamente viável. A internet foi crescendo e, de repente, boom!, descobrimos que tinha massa crítica suficiente para ser utilizada como canal de distribuição de programas comerciais. Tudo isso tem suas raízes no passado, no tempo em que os computadores eram tão caros que vários usuários eram obrigados a compartilhar a mesma máquina. Por essa razão, se alguém lhe disser que inventou algo muito novo na área da ciência da computação, desconfie. Toda idéia brilhante de hoje já foi uma idéia impraticável no passado. Quando nós criamos a Microsoft, há 25 anos, as pessoas riam de nós. Todo mundo da indústria achava impraticável que as pessoas pudessem ter computadores individuais com um razoável poder de processamento. Mas os tempos são outros e o computador pessoal é apenas parte do cenário de nossas possibilidades como empresa. O PC não é a única coisa que nos move.
Veja - O senhor está dizendo que a Microsoft sobreviverá à era PC?
GATES - Lá vem você de novo com esse conceito vago. Haverá nas casas do futuro diversos aparelhos eletrônicos para fazer conexão com a internet. Mas sempre haverá nas casas e nos escritórios um aparelho principal que podem chamar do que bem entenderem, mas para mim ele será um PC. O teclado poderá ter sido abolido pelo uso das tecnologias de reconhecimento de voz e de caligrafia. Provavelmente o aparelho não terá mais aquele monitor grande e desengonçado de raios catódicos. Ele terá sido substituído por uma tela plana de cristal líquido. Mesmo o disquete deverá ter desaparecido por causa da facilidade de estocar e recuperar dados de algum site da internet. Mas aposto que essa máquina terá capacidade de processamento e vai rodar programas poderosos como os que produzimos. Certamente não existirá, nos próximos trinta anos, uma barreira capaz de impedir o desenvolvimento dos PCs, seja ela econômica, seja tecnológica.
Veja - Para muita gente, a definição de PC é uma máquina que leva uma eternidade para começar a funcionar e apenas um átimo para congelar. O PC do futuro se livrará desses pecados originais?
GATES - Sistemas operacionais mais avançados como o Windows 2000 vão acabar com o congelamento das máquinas. Mas vamos conviver ainda uns cinco anos com os discos rígidos. São eles os responsáveis pelo tempo de inicialização de um computador. O disco precisa ser ligado e começar a girar para que o PC funcione. Não vejo nenhuma tecnologia economicamente viável de substituição do disco para uso imediato. Na verdade, as pessoas não estão muito incomodadas com isso. Os consumidores têm consistentemente escolhido comprar computadores com discos, preferindo-os aos de inicialização instantânea, que já vêm com programas pré-instalados.
Veja - O senhor costuma dizer que há sempre o perigo de que um garoto numa garagem esteja inventando algo que vai tornar a Microsoft obsoleta. O sistema operacional Linux, que é eficiente e gratuito, pode ser essa ameaça?
GATES - Não. Acho um erro desprezar qualquer concorrente, mas o Linux não ameaça justamente porque não existe apenas um Linux. O ponto mais forte do Windows foi sempre ter sido único. Hoje existem milhares de versões do sistema Linux. Todo mundo acha que pode fazer sua própria versão. Isso gera incompatibilidades que assustam os usuários. Brincar com o código-fonte de sistemas operacionais é divertido para hackers e programadores, mas não para a maioria das pessoas.
Veja - O senhor acredita que a internet pode contribuir para diminuir o fosso entre os países pobres e ricos?
GATES - O surgimento da internet é uma notícia boa para todas as pessoas em qualquer lugar do mundo. Ela permite compartilhar instantaneamente resultados de testes com novos remédios, pesquisas e ajuda tremendamente o desenvolvimento da ciência. Além disso, ela alarga as fronteiras do próprio capitalismo, dando um poder inusitado aos consumidores. Isso torna a economia dramaticamente mais eficiente. O mundo como um todo está se beneficiando da internet. Os países em desenvolvimento que mais investiram em educação e comunicação serão os maiores beneficiados. O caso da Índia é interessante. O cidadão indiano médio não tem acesso a um sistema educacional maravilhoso, mas tem o legado britânico que privilegia a qualidade. O resultado disso é que atualmente há cerca de 1 milhão de pessoas trabalhando na indústria de software na Índia. Graças à internet eles estão próximos dos consumidores de seus produtos. Isso tem um efeito equalizador. Por causa da internet, o salário de um criador de software na Índia, que costumava ser um décimo do que se paga nos Estados Unidos, hoje é quase equiparado ao que pagamos.
Veja - Que conselhos o senhor daria a um jovem empreendedor brasileiro?
GATES - É preciso querer fazer algo novo, inédito, grandioso. Nos Estados Unidos há a sensação agora de que qualquer coisa relacionada à internet vai gerar uma empresa da noite para o dia que logo estará com ações na bolsa, deixando seus fundadores ricos. Essa situação não vai durar. Logo vão prosperar apenas as empresas que realizarem coisas únicas e valiosas. As cópias, as imitações, não vão durar muito, em benefício do consumidor. A internet dá muito mais poder aos consumidores do que às empresas. Obviamente, isso significa que a competição tende a aumentar e as margens de lucro, a cair neste novo ambiente de negócios. Por outro lado, é uma época fascinante para pessoas com queda para estratégia empresarial. A internet é onde todo jovem empreendedor deve estar. É o lugar certo para encontrar outras pessoas, um emprego ou para construir uma empresa. A verdadeira revolução está apenas no começo. Mas é um erro achar que a internet vai pulverizar os negócios estabelecidos e transformar o mundo num lugar onde só existam pequenas empresas. Uma das situações mais interessantes agora pode ser fazer parte de uma grande empresa que ensaia seus primeiros passos na internet. Ser o agente de mudança de uma grande empresa, ajudá-la a entender o real impacto da internet e se reinventar pode ser excitante e menos arriscado do que se aventurar de peito aberto num negócio próprio com a ilusão de que, por estar na internet, vai ser um sucesso imediato. Talvez para muitos jovens possa ser mais vantajoso aproveitar os recursos financeiros e materiais de uma grande empresa para explorar as grandes possibilidades abertas pela internet.
Veja - Como o senhor encara o processo por monopólio que o governo americano move contra a Microsoft?
GATES - Não existe liderança duradoura no mundo da tecnologia. Mesmo uma empresa dona de larga fatia do mercado por muitos anos pode rapidamente ser varrida do mapa se não desenvolver vigorosamente o produto e baixar constantemente seu preço. Portanto, se nós não desenvolvermos o Windows algum de nossos competidores vai tomar o lugar no mercado. Obviamente, queremos manter nossa posição de liderança e, por isso, investimos em pesquisa básica mais do que qualquer outro produtor de software. Mas nosso negócio não pode ser comparado aos monopólios tradicionais. Fabricar um produto líder como o Windows não é a mesma coisa que ser dono, por exemplo, de todas as minas de cobre do mundo. Nesse caso, seu poder é inabalável. Não vai aparecer da noite para o dia outra pessoa com outra montanha de cobre para competir com a sua. Com o Windows é diferente. Nosso mercado é o mais dinâmico da história do capitalismo. Por isso o fato de termos liderado o mercado por mais de vinte anos diz muito sobre nossas qualidades, mas não é uma garantia de futuro. Temos de nos reinventar todos os dias.
Veja - Quem o senhor escolheria como o maior homem de negócios do século: Bill Gates, Thomas Watson Jr, da IBM, ou Henry Ford?
GATES - Por mais simplista que pareça escolher um único nome, na minha opinião o empreendedor do século é, provavelmente, Alfred Sloan Jr. Ele pegou a General Motors quando a empresa não passava de um amontoado de unidades que haviam sido adquiridas desorganizadamente por seus antecessores. Sloan encarnou as melhores idéias nascentes em sua época: o senso de medida das coisas, de contato íntimo com o consumidor, o gerenciamento de grandes organizações, a necessidade de redes de apoio financeiro. Ele criou uma organização que, pela primeira vez, entendeu como é vital ser sensível às preferências do mercado.
Veja - O senhor já doou 17 bilhões de dólares para as fundações que levam seu nome. Planeja alguma grande doação para países como o Brasil no futuro próximo?
GATES - Sim. Estou muito interessado em incentivar a pesquisa de vacinas que ajudem a debelar doenças em países não tão afortunados quanto os Estados Unidos. Essas novas vacinas podem salvar 1 milhão de vidas no mundo a cada ano. Quero incentivar a pesquisa de vacinas contra a Aids e contra a malária. Estamos contribuindo consideravelmente para uma equipe da Universidade Colúmbia que trabalha com a erradicação da mortalidade infantil em diversos partes do mundo. Eventualmente vamos investir fora dos Estados Unidos em fornecer meios de acesso à internet para pessoas que não têm como custear um provedor. Mas, por enquanto, quero manter o foco de minhas doações em atividades ligadas à saúde.
Dicas de leitura:
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Vodca Absolut é vendida à Pernod Ricard por US$ 8,7 bilhões de dólares
O governo sueco anunciou hoje a venda do grupo Vin & Sprit, proprietário da vodca Absolut, à Pernod Ricard por 5,626 bilhões de euros (US$ 8,7 bilhões), ao considerar que a oferta do grupo francês era a melhor.
“Por meio de um processo de venda muito rigoroso, fizemos um bom negócio para Vin & Sprit e para a Suécia”, afirma o ministro sueco dos Mercados Financeiros, Mats Odell, em um comunicado.
O grupo de bebidas francês, que assim passa a ser o líder mundial na área da vodca de alta qualidade, tinha como rivais três empresas, duas americanas e uma sueca, para a compra da Vin & Sprit, que até agora pertencia totalmente ao Estado sueco.
“A Pernod Ricard será uma excelente casa para Vin & Sprit”, destaca o comunicado. Os analistas, no entanto, não apontavam a empresa francesa como favorita.
Os outros candidados eram o grupo diversificado americano Fortune Brands, a empresa familiar americana Bacardi e a poderosa holding sueca Investor, que tinha como sócios o fundo EQT e um fundo de pensão do país.
A Pernod Ricard compra a totalidade da Vin & Sprit, com exceção dos 10% que o grupo sueco possui da americana Beam Global Spirits & Wine. A operação será financiada por um crédito com seis bancos internacionais.
A Absolut é uma das quatro marcas que superam 10 milhões de caixas vendidas no mundo e é líder entre as bebidas alcoólicas de alta qualidade nos Estados Unidos. No mercado americano destes produtos, o grupo Pernod Ricard passa de quarto a segundo iugar.
A vodca sueca complementará a rede de produtos da empresa francesa, que já conta com os uísques Chivas e Ballantine’s, o rum Havana Club, o champanhe Mumm, o conhaque Martell e o gim Beefeater.
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IR 2008: Cirurgia plástica não pode ser deduzida do Imposto de Renda
Apesar de as despesas médicas poderem ser deduzidas ilimitadamente da base de cálculo do IR durante a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, cirurgias plásticas para fins estéticos não estão enquadradas nessa situação. A informação é da Receita Federal.
Segundo o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir, gastos com esse tipo de procedimento costumam ser acima da média. E é aí que o Fisco percebe uma suposta tentativa de burlar o sistema. “Se forem detectados gastos muito altos e o contribuinte for chamado para prestar contas, precisará justificar essa cirurgia”, explicou.
Necessidade do procedimento
Para isso, a pessoa precisará ter todos os documentos e notas que comprovem o desembolso. Como a Receita tem cinco anos para contestar prestações de contas, é interessante que o contribuinte guarde o material por todo esse período.
De acordo com Adir, se a operação ocorreu por outros motivos e não só por questão de estética, o órgão avalia a situação sobre outra ótica. “Cada caso é um caso. O responsável pela fiscalização tem de ser convencido da necessidade do procedimento”, continuou.
Preenchimento
Vale lembrar que as regras fiscais garantem a devolução de desembolsos feitos para tratamento médico-hospitalar tanto do titular quanto do dependente. Despesas com remédios não entram na conta, a não ser que tenham sido contraídas em internações hospitalares.
Os gastos devem ser informados na ficha Pagamentos e Doações da declaração. Os códigos variam conforme a finalidade do procedimento: 10 para gastos com médicos, dentistas, psicólogos e outros profissionais de saúde dentro do Brasil e 11 para os mesmos desembolsos feitos no exterior; 20 para despesas em hospitais, clínicas e laboratórios nacionais e 21 para ocorrências do tipo fora do País.
Obrigatoriedade
A temporada de declaração do IR 2008, ano-base 2007, foi iniciada em 3 de março. O Fisco recebe os documentos até 30 de abril. A multa mínima para quem deixar de apresentar os dados dentro do prazo é de R$ 165,74 e a máxima, de 20% do imposto.
São obrigadas a prestar contas todas as pessoas que tiveram, no ano passado, rendimentos tributáveis superiores a R$ 15.764,28, podendo escolher entre duas formas de fazê-lo: pelo modelo completo ou simplificado.
Site da Receita Federal: www.receita.fazenda.gov.br
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Deveres dos bancos em relação aos correntistas
- garantir transparência nos contratos e respostas em tempo hábil a consultas, reclamações e pedidos de informações;
- dar total conhecimento aos clientes de documentos que não possam ser recebidos ou pagos, além de divulgar o número da Central de Atendimento ao Público do Banco Central (0-800-992345) para denúncias e reclamações;
- utilizar linguagem que permita o entendimento das operações realizadas e das informações que fazem parte extratos ou outros demonstrativos de movimentação;
- deixar claro as condições previstas em regulamento e contrato sobre:
- responsabilidade por emissão de cheque sem fundos e as penalidades a que o correntista está sujeito;
- encerramento de contas de depósito;
- remunerações, taxas, tarifas, multas, comissões e outras cobranças previstas em contrato (crédito, cheque especial e serviços em geral);
- garantir liquidação antecipada do débito, total ou parcial, com redução proporcional de encargos;
- tratar de forma igual portadores de necessidades especiais no que diz respeito a garantias, mas garantir atendimento prioritário e acesso a esses clientes (principalmente idosos);
- atender prioritariamente e com facilidade de acesso portadores de deficiência física ou mobilidade reduzida. Os bancos têm dois anos para se adaptar às leis que estabelecem regras para garantir acesso aos deficientes;
- tratar de forma igual clientes e não-clientes na execução de serviços decorrentes de convênios (pagamento de água, luz, telefone, IPTU);
- garantir acesso irrestrito de clientes e não-clientes às dependências da instituição nas áreas de atendimento ao público;
- atender o público pelos meios convencionais, mesmo na hipótese de recursos alternativos ou eletrônicos;
- atender pedidos de saque (na agência do próprio correntista) sem adiamento da operação para o expediente seguinte, exceto em saques acima de R$ 5.000, quando o pedido deverá ser feito com quatro horas de antecedência;
- não transferir automaticamente recursos de contas depósitos para poupança ou outras aplicações sem a prévia e expressa autorização do correntista.
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IR - Imposto de Renda 2008: Receita anuncia as regras da declaração, entrega começa dia 3 de março
Entre as novidades anunciadas pela Receita Federal, estão a obrigatoriedade de informar o número do recibo da declaração do ano passado e algumas restrições ao uso do formulário.
A primeira deve causar alguma confusão, já que a grande maioria dos contribuintes não guarda o número do Recibo. Quem não tiver a informação, deve procurar a Receita Federal.
Com relação à declaração via formulário, como já haviam adiantado alguns consultores, haverá uma maior restrição a essa forma de envio. Segundo as novas regras, o formulário não poderá ser utilizado nas seguintes situações:
- Por contribuintes que receberam rendimentos tributáveis de pessoa física ou do exterior;
- Por contribuintes que queriam declarar dependentes que possuam rendimentos ou bens;
- Por contribuintes que fizeram parte do quadro societário de uma empresa por pelo menos um mês, no ano passado;
- Por contribuintes que queiram aproveitar a dedução patronal à Previdência Social do empregado doméstico;
- Por contribuintes que efetuaram doações a partidos políticos ou candidatos;
- Declaração apresentada em nome de espólio;
- Por contribuinte que pretenda se beneficiar das deduções de livro Caixa.
Já estava impedido de usar essa forma de envio o contribuinte que:
- recebeu rendimentos tributáveis na declaração cuja soma foi superior a R$ 100 mil;
- recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 100 mil;
- obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto;
- realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
- obteve receita bruta da atividade rural em valor superior a R$ 78.821,40;
- possua informações a serem prestadas na declaração que ultrapassem o número de linhas disponibilizadas nos quadros dos formulários.
Além das mudanças acima, seguem as outras novidades anunciadas pela Receita Federal:
Rendimentos recebidos de Pessoas Físicas: os rendimentos recebidos de pessoas físicas, no caso de Tributação Simplificada, serão informados mês a mês.
Pagamentos e Doações: a informação do número do CPF ou CNPJ do beneficiário, no caso de pagamentos e doações, passa a ser obrigatória.
Captação de dados de endereço: na questão “Houve mudança de Endereço?”, se contribuinte responder “Não”, o programa validador vai comparar o CEP informado com o constante no cadastro CPF. No caso de divergência, será gerada uma mensagem de erro, forçando o declarante a responder “Sim” e corrigir o endereço. Se contribuinte responder “Sim” Haverá a validação do CEP com o Município.
O objetivo da medida é impedir o equívoco daqueles contribuintes que pensam que a informação dada na declaração já altera o cadastro.
CPF do dependente: obrigatoriedade de preenchimento do CPF para os dependentes maiores de 18 anos em 31/12/2007.
Auto-regularização: o contribuinte com pendências na RFB receberá essa informação no rodapé do recibo de entrega da Declaração.
Uma das principais mudanças da declaração do Imposto de Renda 2008, ano-base 2007, diz respeito ao limite de isenção, que passou de R$ 14.992,32 para R$ 15.764,28.
No mesmo sentido, o desconto simplificado (declaração simplificada), antes limitado a R$ 11.167,20, passou a R$ 11.669,72. As deduções por dependente (declaração completa) aumentaram de R$ 1.516,32 para R$ 1.584,60 e as despesas de instrução, de R$ 2.373,84 para R$ 2.480,66. O desconto para aposentados é de R$ 1.313,69.
Atenção ao prazo
A entrega da declaração por meio eletrônico poderá ser feita até as 20h do dia 30 de abril. Após este horário, o contribuinte, caso encaminhe sua declaração, receberá logo após a transmissão notificação de multa por atraso na entrega.
Para este ano, a Receita Federal estima receber 24,5 milhões de declarações, total 6,8% maior em relação a 2006.
O programa estará disponível na página da Receita Federal a partir de 3 de março e o primeiro lote de restituição está previsto para o dia 16 de junho.
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Automóvel: Consórcio, leasing ou financiamento?
por Sophia Camargo
O que é mais vantajoso na hora de comprar um automóvel? Optar por financiamento, leasing ou consórcio? Esta é fácil: comprar à vista, claro. Além de não pagar juros e não acumular dívidas, ainda se pode obter descontos interessantes.
Mas a verdade é que ao comprar o carro, a maioria absoluta opta por algum tipo de venda a prazo. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), cerca de 70% dos automóveis são vendidos dessa forma.
E dentre as modalidades de venda a prazo, o leasing é a carteira que mais vem se destacando: pelo último levantamento da instituição, de novembro de 2007, a modalidade apresentou um crescimento de 83% em um ano.
O motivo, segundo especialistas consultados para esta reportagem, é a não incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre esta operação, já que o leasing não é um financiamento, mas um arrendamento mercantil, uma espécie de aluguel. Nada, nada, são 3,5% de alíquota a menos no ano, fora a cobrança de 0,38%.
De acordo com Sergio Soares, gerente de vendas da Sabrico, o critério de escolha dos clientes é quase sempre o mesmo: “É o da prestação mais barata, a que cabe no bolso”, resume. Segundo ele, muitas pessoas têm preconceito contra o leasing, por conta dos problemas resultantes da desvalorização cambial em 1999. Agora ele garante que tal risco não existe mais. “Quando as pessoas percebem isso, acabam optando pelo leasing, por conta do preço menor”, diz.
Na simulação de compra de um veículo Volkswagen modelo FOX 1.0, cujo valor em janeiro estava em R$ 31.990,00, pela tabela cheia, comprar o carro por meio de leasing custava 6,03% mais barato que financiar. Já quem optava pelo consórcio podia economizar 33,22% ante o financiamento.
Ainda assim, para o consultor de vendas de automóvel André Belchior Torres, apesar de ser a opção mais cara dentre as três, o financiamento via Crédito Direto ao Consumidor (CDC) ainda é a melhor opção.
Afinal, no leasing, o carro não fica no nome do comprador. Por ser uma espécie de aluguel, o veículo permanece no nome do banco até a conclusão da compra, o que, na opinião do consultor, dificulta a revenda do carro ou o repasse da dívida, se o comprador desistir do negócio no meio do caminho.
O consórcio, segundo ele, é sem dúvida a opção mais barata dentre as três, já que não cobra juros, mas apresenta uma grande desvantagem: a incerteza de receber o carro em pouco tempo.
“No consórcio, o comprador tem de aguardar o sorteio do carro, que pode vir no primeiro mês ou no último”. Se tiver pressa e algum dinheiro em caixa, o consorciado poderá participar dos lances, mas ainda assim corre o risco de ficar na espera por algum tempo.
Uma coisa é certa: os endividamentos muito longos (via leasing ou CDC) de mais de 60 meses, não são recomendados. Além de comprometerem a renda por um período maior, significam que o comprador estará pagando ao final de seis ou sete anos, um carro que poderá ter sido reestilizado diversas vezes no período, dificultando a troca. Tal desvantagem desaparece no consórcio, que garante ao consumidor o recebimento do último modelo disponível.
Como se percebe, todos os mecanismos apresentam vantagens e desvantagens. Sabendo quais são, fica mais fácil decidir qual é a melhor opção para o seu caso; ou para o seu bolso.
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Automóveis | Veículos: Tabela de preços de carros novos e usados
Clique em uma das opções abaixo para realizar a consulta e depois selecione a marca, o modelo e o ano do modelo.
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Fundo 157
Atenção: Você pode ter dinheiro a receber
01. O que é o Fundo 157?
Resposta: O chamado “Fundo 157” foi criado pelo Decreto Lei nº 157, de 10 de fevereiro de 1967. Por meio dele era oferecida uma opção aos contribuintes de utilizar parte do imposto de renda devido, quando da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda, na aquisição de cotas de fundos administrados por instituições financeiras de livre escolha do aplicador.
Até 1978, os contribuintes recebiam, juntamente com a notificação do imposto de renda, um formulário para investimento em algum Fundo 157 de escolha do contribuinte. Esse formulário, depois de preenchido, deveria ser apresentado em algum banco ou corretora para que fosse efetivada a aplicação. Posteriormente, os contribuintes, com base em percentuais indicados pela legislação fiscal, tinham a opção de efetuar seu investimento diretamente na declaração de imposto de renda, sendo que o repasse à instituição administradora escolhida era feito pela Secretaria da Receita Federal, que emitia um certificado de investimento e o encaminhava ao investidor.
Em 5 de junho de 1985, através da Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 1023, os Fundos 157 então existentes foram transformados ou incorporados em Fundos Mútuos de Investimento em Ações, atualmente denominados Fundos de Investimento.
02. Quem tem direito a receber o Fundo 157?
Resposta: Somente as pessoas que declararam imposto de renda, nos exercícios entre 1967 e 1983, e que tinham imposto devido (não importando se no cálculo final fosse a pagar ou a receber), podiam efetuar aplicações no Fundo 157.
03. Como faço para consultar se tenho cotas do Fundo 157?
Resposta: É possível consultar a existência de cotas do Fundo 157 no site da CVM (www.cvm.gov.br), na janela “Acesso Rápido”, no link “Consulta Fundo 157“. As informações são prestadas com base em dados fornecidos pelas instituições em abril de 1996. Quem já houver resgatado integralmente suas aplicações, a partir daquela data, não possui mais cotas a resgatar.
04. Consultei pelo número de CPF e verifiquei que nada consta em meu nome. No entanto, possuo comprovantes de aplicação. Como devo proceder?
Resposta: Recomendamos que o investidor, seu representante legal ou o representante do espólio, escreva uma carta à instituição administradora do fundo com cópia dos comprovantes, solicitando informações sobre o seu investimento.
Se não for atendido pela instituição de forma satisfatória, poderá apresentar reclamação a esta CVM, preferencialmente anexando cópia da carta dirigida à instituição, bem como outros documentos de que disponha, mencionando, ainda, que, desde Abril de 1996 até a presente data, não efetuou o resgate de sua aplicação.
05. Depois de feita a pesquisa pelo número do CPF, identifiquei a existência de cotas do Fundo 157. Ao procurar a instituição administradora, no entanto, fui informado que não há valores em meu nome para resgate. Como devo proceder?
Resposta: As informações no site da CVM são prestadas com base em dados fornecidos pelas instituições em abril de 1996. Quem já houver resgatado integralmente suas aplicações, a partir daquela data, não possui mais cotas a resgatar.
Não tendo ocorrido saque, orientamos o investidor, seu representante legal ou o representante do espólio, a escrever uma carta à instituição administradora do fundo, solicitando informações sobre o seu investimento.
Caso não seja atendido pela instituição de forma satisfatória, poderá encaminhar, à CVM, cópia da carta dirigida à instituição, mencionando não ter efetuado o resgate da aplicação depois de abril de 1996.
06. A notificação da declaração de imposto de renda ou a própria declaração valem como comprovantes de aplicação?
Resposta: Não. O documento válido como comprovante de aplicação é o Certificado de Compra de Ações (CCA), com a chancela mecânica da instituição ou um extrato, mesmo que antigo, evidenciando o investimento.
07. Ao pesquisar pelo meu número de CPF, verifiquei a existência de cotas numa instituição que não existe mais. Como proceder neste caso?
Resposta: O interessado deverá verificar qual o atual administrador do fundo. A listagem, contendo os nomes dos antigos administradores e as instituições que os sucederam, está disponibilizada no site Clique aqui para saber o atual administrador de seu fundo”.
08. Como faço para saber quantas cotas possuo e qual o valor?
Resposta: Depois de feita a consulta pelo site www.cvm.gov.br, no link “Consulta ao Fundo 157“, tendo sido constatada a existência da aplicação, o investidor, seu representante legal ou o representante do espólio, deverá dirigir-se à instituição administradora, em qualquer de suas agências, a fim de buscar informações sobre a quantidade de cotas e o valor atualizado.
09. A instituição na qual eu possuo cotas não existe em minha cidade. O que devo fazer para resgatá-las?
Resposta: Recomendamos contatar a instituição administradora do Fundo, cujo endereço se encontra disponibilizado no site www.cvm.gov.br, no link “Participantes do Mercado”, item “Prestador de Serviços de Administração de Carteira”. Ao localizar a instituição, informe-se com ela como proceder para o resgate do seu investimento, uma vez que não há agência da instituição em sua cidade.
10. Recebi uma ligação de uma pessoa que detém meus dados pessoais, alegando que possuo cotas do Fundo 157, propondo transformá-las em ações mediante o adiantamento de um percentual do montante que eu teria direito a receber. É comum este procedimento?
Resposta: Não. Neste caso, chamamos a atenção para o fato de que os recursos oriundos do Fundo 157 dão ao investidor a propriedade de cotas do fundo onde aplicou e não ações de uma determinada companhia. Além disso, para proceder ao resgate do investimento no Fundo 157, basta o comparecimento do próprio titular das cotas na instituição administradora, sem necessidade da intermediação de terceiros. Nesse caso, solicitamos informar a CVM da abordagem, por meio do Serviço de Atendimento ao Investidor, disponível no site www.cvm.gov.br.
Fonte: CVM
Por US$ 5,6 bi, dono da Fox compra Dow Jones e The Wall Street Journal
Um negócio de US$ 5,6 bilhões confirmado nesta quarta-feira mudará o cenário da mídia norte-americana.
Um dos mais prestigiados jornais do setor financeiro, “The Wall Street Journal” (WSJ), passará a ser controlado pelo empresário Rupert Murdoch, que já possui mais de cem publicações impressas no mundo, além da rede de TV Fox, dos estúdios de cinema 20th Century Fox e do site de relacionamento MySpace, entre outros ativos na área de comunicações.
A News Corp, conglomerado que reúne as empresas de Murdoch, pagará os US$ 5,6 bilhões por todo o grupo Dow Jones, que, além do WSJ, inclui outros veículos de comunicação na área de finanças.
O negócio dará força para um outro empreendimento de Murdoch, o novo canal de televisão a cabo sobre economia, o Fox Business Network, com lançamento previsto para 15 de outubro.
O organismo que regula a concorrência nos Estados Unidos ainda previsa aprovar a operação. No entanto, Murdoch já afirmou que não acredita que este ponto representará um problema. O WSJ destacou que o acordo estará totalmente concluído antes do fim de 2007.
Tradição de 105 anos
A operação colocará fim a uma tradição de 105 anos, uma vez que uma mesma família, os Bancroft, controla o grupo Dow Jones desde 1902 e é conhecida por não interferir no conteúdo noticioso. O negócio dividiu os 33 membros da família e gerou polêmica no meio jornalístico.
O IAPE - sindicato que reúne a maior parte dos repórteres do Dow Jones e alguns jornalistas do Wall Street Journal - foi radicalmente contrário ao acordo, por temer o uso do jornal para defender interesses comerciais de Murdoch.
“É triste ver o fim da tradição de 105 anos de uma família na proteção da independência da Dow Jones como um bem público”, afirmou o ex-membro do conselho da Dow Jones Jim Ottaway Jr, cuja família controla 7% das ações votantes da empresa.
Proposta irrecusável
A oferta da News Corp pela Dow Jones foi generosa e atraiu alguns membros da família Bancroft que eram contrários à venda. Eles representam 9,1% dos direitos de voto e fizeram a diferença que faltava para fechar o negócio.
A proposta foi de US$ 60 por ação, valor 65% maior que a cotação do grupo na Bolsa (US$ 36,33) antes de 1º de maio. Os Bancroft possuem 64% dos votos da empresa. Os membros da família que, no final, manifestaram-se favoráveis ao negócio somam 37%, superando a fatia de 27% dos que são contra ou se abstiveram.
Linha editorial
Além da oferta em dinheiro, um acordo sobre a linha editorial das publicações do grupo Dow Jones contribuiu para convencer os Bancroft a aceitarem o negócio. Será criada uma comissão, composta por cinco membros, que vai supervisionar a independência editorial das operações de notícias da Dow Jones.
A comissão incluirá o presidente-executivo aposentado da Associated Press Louis Boccardi, o co-fundador do laboratório de mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts Nicholas Negroponte, o ex-presidente editorial do Tribune Jack Fuller, a ex-congressista do Estado de Washington Jennifer Dunn e o ex-editor da seção editorial do Detroit News Thomas Bray.
Fonte: France Presse, Reuters e Valor Online
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Confira quais são as 100 marcas mais valiosas do mundo segundo a sétima edição da pesquisa Best Global Brands 2007. O levantamento foi feito pela consultoria de marcas Interbrand em parceria com a revista americana “Business Week”.
Coca-Cola
Microsoft
IBM
General Electric
Nokia
Toyota
Intel
McDonald’s
Disney
Mercedes
Citi
Hewlett-Packard
BMW
Marlboro
American Express
Gillette
Louis Vuitton
Cisco
Honda
Google
Samsung
Merrill Lynch
HSBC
Nescafé
Sony
Pepsi
Oracle
UPS
Nike
Budweiser
Dell
J.P. Morgan
Apple
SAP
Goldman Sachs
Canon
Morgan Stanley
Ikea
UBS
Kellogg’s
Ford
Philips
Siemens
Nintendo
Harley-Davidson
Gucci
AIG
eBay
AXA
Accenture
L’Oreal
MTV
Heinz
Volkswagen
Yahoo!
Xerox
Colgate
Chanel
Wrigley’s
KFC
Gap
Amazon.com
Nestlé
Zara
Avon
Caterpillar
Danone
Audi
Adidas
Kleenex
Rolex
Hyundai
Hermes
Pizza Hut
Porsche
Reuters
Motorola
Panasonic
Tiffany & Co.
Allianz
ING
Kodak
Cartier
BP
Moet & Chandon
Kraft
Hennessy
Starbucks
Duracell
Johnson & Johnson
Smirnoff
Lexus
Shell
Prada
Burberry
Nivea
LG
Nissan
Polo RL
Hertz
Fonte: Folha
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“Afro Samurai” é confirmado para Xbox 360
Lucro da Amazon.com mais que triplica no segundo trimestre
O lucro líquido da Amazon.com, empresa de vendas pela Internet, mais do que triplicou no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. O montante somou US$ 78 milhões, contra US$ 22 milhões um ano antes. O volume de negócios cresceu 35%, a US$ 2,89 bilhões.
O aumento das vendas de produtos eletrônicos e do número de assinantes do serviço expresso de entregas da Amazon.com contribuiu para o desempenho.
O lucro por ação alcançou US$ 0,19, superior à expectativa do mercado, que era de US$ 0,15.
Fonte: Folha
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Dinheiro e Negócio: Coca-Cola supera Sony e é eleita a melhor marca do mundo
A Coca-Cola foi eleita a melhor marca do mundo, em pesquisa realizada pela Harris Interactive e divulgada nesta terça-feira. Após sete anos consecutivos líder do levantamento, a Sony caiu para a segunda colocação. A fabricante de automóveis japonesa Toyota completou o “pódio”.
A Coca-Cola vinha de uma terceira colocação no ano passado e um quarto lugar, em 2005. Na pesquisa de 2006, a Dell, este ano em quarto, foi a vice-líder.
Na seqüência aparecem Ford, Kraft Foods, Pepsi, Microsoft, Apple e Honda. A HP (sétima no ano passado) e a General Eletric (oitava em 2006) foram as duas marcas que apareciam entre as dez melhores em 2006 e não estão mais neste grupo.
A pesquisa foi realizada com 2372 pessoas, entre cinco e 11 de junho, nos Estados Unidos. Os entrevistados foram perguntados quais eram as três marcas que eles consideravam as melhores.
Fonte: Terra
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