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Trecho do Livro: A Lição Final | Randy Pausch
Livro: A Lição Final
Brasil | World
Sonhos para meus filhos
Há muitas coisas que quero dizer a meus filhos, mas, neste momento, eles são crianças demais para entender. Dylan acabou de completar 6 anos, Logan tem 3 e Chloe, 1 ano e meio. Quero que as crianças me conheçam, conheçam minhas convicções e todas as formas pelas quais as amei. Por causa de suas idades, esquecerão boa parte.
Gostaria que elas pudessem entender que tento desesperadamente não deixá-las.
Jai e eu ainda não lhes contamos que estou morrendo. Fomos aconselhados a esperar até eu ter mais sintomas. Neste exato momento, embora tenham me dado apenas alguns meses de vida, ainda pareço bastante saudável. E, portanto, meus filhos continuam sem saber que em todos os nossos encontros estou me despedindo.
É doloroso pensar que não terão um pai quando ficarem mais velhos. Quando choro no chuveiro, em geral não estou pensando “não os verei fazendo isso”, ou “não os verei fazendo aquilo”. Penso no fato de eles não terem pai. Concentro-me mais no que eles perderão do que no que eu perderei. Sim, parte de minha tristeza é “eu não isso, eu não aquilo…”. Porém, uma parte maior se aflige por eles. Fico pensando: “eles não isso… eles não aquilo…”. É o que fica ruminando dentro de meu peito, quando permito.
Sei que eles se lembrarão de mim talvez de uma maneira um tanto confusa. Por isso eu tento fazer com eles atividades que considerarão inesquecíveis. Quero que suas recordações sejam as mais nítidas possíveis. Dylan e eu tiramos uns dias de férias para nadar com os golfinhos. Uma criança não esquece facilmente que nadou com golfinhos. Tiramos muitas fotos.
Vou levar Logan à Disney, lugar que com certeza ele vai amar tanto quanto eu. Gostará de conhecer o Mickey Mouse. Eu já o conheço e, portanto, posso fazer as apresentações. Jai e eu também vamos levar Dylan, pois Logan parece não considerar suas experiências completas sem a participação do irmão mais velho.
Todas as noites, na hora de dormir, quando pergunto a Logan qual foi a melhor parte de seu dia, ele sempre responde: “Brincar com Dylan.” Quando lhe pergunto a pior parte do dia, ele também responde: “Brincar com Dylan.” Basta isso para se perceber quanto são unidos.
Tenho consciência de que Chloe não se lembrará de mim. Ainda é pequena demais. Porém, quero que ela cresça sabendo que fui o primeiro homem a se apaixonar por ela. Sempre achei que o relacionamento de pai e filha era descrito com exagero. Mas posso afirmar que é real. Às vezes, ela me olha e eu me derreto.
Há muitas coisas que Jai poderá contar a nossos filhos a meu respeito, quando eles ficarem mais velhos. Ela poderá lhes falar de meu otimismo, do modo com que aceitei tudo me divertindo, dos elevados padrões que tentei estabelecer em minha vida. De forma prudente, poderá lhes contar algumas coisas que me exasperavam; minha maneira excessivamente analítica de abordar a vida, minha insistência (muito freqüente) em saber mais. Porém, Jai é modesta, muito mais modesta do que eu, e talvez não conte a nossos filhos que durante todo o nosso casamento ela tinha a seu lado um sujeito que de fato a amava, verdadeira e profundamente. E não irá querer lhes contar os sacrifícios que fez. Qualquer mãe de três filhos pequenos se consome cuidando deles. Acrescente- se um marido vitimado pelo câncer e o resultado será uma mulher sempre atenta às necessidades alheias, e não às suas próprias. Quero que meus filhos saibam quanto Jai foi abnegada cuidando de todos nós.
Ultimamente venho fazendo questão de falar com pessoas que perderam os pais muito cedo. Quero saber o que as ajudou a atravessarem os tempos difíceis e quais as lembranças mais significativas que guardam.
Algumas me contaram que lhes servia de consolo saber quanto o pai e a mãe as amaram. Quanto mais sabiam, mais conseguiam sentir esse amor.
Também procuravam motivos para se orgulhar; procuravam acreditar que os pais eram pessoas incríveis. Algumas buscavam pormenores sobre as realizações deles. Algumas preferiram construir mitos. Mas todas ansiavam saber o que tornara seus pais especiais.
Essas pessoas também me disseram algo mais. Como tinham poucas lembranças dos pais, achavam reconfortante saber que, ao falecerem, guardavam maravilhosas recordações a respeito dos filhos.
Com esse objetivo, quero que meus filhos saibam que minhas lembranças deles ocupam toda a minha mente.
Vamos começar com Dylan. Admiro quanto ele é amoroso e solidário. Se outra criança se machuca, Dylan oferece-lhe um brinquedo ou um cobertor.
Outro traço que vejo em Dylan: ele é analítico como o pai. Já percebeu que as perguntas são mais importantes do que as respostas. Muitas crianças perguntam: “Por quê? Por quê? Por quê?” Uma das regras de nossa casa é não se fazer perguntas de duas palavras, e Dylan respeita essa idéia. Adora formular frases interrogativas completas e é muito curioso para a idade. Lembro-me de que seus professores do pré-escolar o elogiavam dizendo: “Quando estamos com Dylan, pensamos: gostaria de ver o adulto em que esta criança se transformará.”
Dylan também é o rei da curiosidade. Onde quer que esteja, está sempre procurando algo e pensando: “Opa, há algo ali! Vamos dar uma olhada, pegar ou desmontar.” Diante de uma cerca de estacas brancas, algumas crianças arrastam uma vareta para ouvir o barulho “tac, tac, tac”. Dylan faz mais. Usa a vareta para forçar e afrouxar uma estaca e depois a usa para produzir esse barulho, porque é mais grossa e soa melhor.
Logan, por sua vez, transforma tudo em aventura. Quando nasceu, ficou preso no canal vaginal. Foram necessários dois médicos, puxando com fórceps, para ele vir ao mundo. Lembro-me de um dos médicos, com o pé na mesa, puxando com toda a força. Em determinado momento, esse médico virou-se para mim e disse:
- Caso isto não funcione, apelarei para correntes e Clydesdales. A passagem era estreita demais para Logan. Como ele ficou muito tempo apertado no canal vaginal, quando nasceu seus braços não se mexiam. Ficamos preocupados, mas não por muito tempo. Tão logo ele começou a se mexer, nunca mais parou. Ele é uma fenomenal bola de energia positiva, forte e sociável. Quando sorri, sorri com o rosto inteiro; é o Tigrão supremo. Também é uma criança disposta a tudo e que se torna amigo de todos. Tem apenas 3 anos, mas prevejo que será o diretor social do grêmio acadêmico.
Enquanto isso, Chloe é inteiramente feminina. Digo isso com um pouco de espanto, porque até ela chegar eu não entendia bem o que isso significava. Chloe estava programada para o setor de cesarianas, porém a bolsa de Jai se rompeu e Chloe deslizou para fora pouco antes de chegarmos ao hospital. (Essa é minha descrição. Jai talvez diga que “deslizou para fora” é uma frase que só um homem poderia dizer!) Em todo caso, carregar Chloe pela primeira vez, olhar seu rostinho de menina, talvez tenha sido um dos momentos espirituais mais intensos de toda a minha vida. Senti uma ligação diferente da que tinha com os meninos. Agora pertenço ao fã-clube de minha filha.
Adoro observar Chloe. Ao contrário de Dylan e de Logan, fisicamente tão destemidos, ela é prudente, talvez até mesmo dengosa. Instalamos uma portinhola de proteção no alto da escada, mas Chloe não precisa, porque se esforça ao máximo para não se machucar. Para Jai e para mim, acostumados a ver dois garotos rolando escada abaixo sem temer o perigo, a experiência é nova.
Amo meus três filhos completamente e de maneiras diferentes. E quero que saibam que eu os amarei enquanto eles viverem. Prometo.
Em razão de meu tempo limitado, precisei pensar em meios para reforçar meus vínculos com eles. E assim estou construindo listas separadas de minhas lembranças de cada um de meus filhos. Estou fazendo vídeos para eles poderem me ver falar sobre o que significaram para mim. Estou lhes escrevendo cartas. Considero o vídeo da palestra de despedida – e este livro também – pedaços de mim mesmo que posso lhes deixar. Tenho uma enorme caixa de plástico repleta de correspondências recebidas nas semanas posteriores à palestra. Um dia talvez meus filhos queiram examinar essa caixa e espero que fiquem satisfeitos ao descobrirem que amigos e estranhos acharam válida minha lição final.
Como defensor do poder dos sonhos de infância, ultimamente algumas pessoas têm me perguntado sobre os sonhos que tenho para meus filhos.
Minha resposta é clara.
Os pais não devem ter sonhos muito específicos quanto ao futuro dos filhos. Como professor, muitas vezes vi calouros insatisfeitos escolhendo cursos inteiramente impróprios. Os pais os colocavam em um determinado trem e o resultado freqüente era o trem descarrilar, a julgar pela choradeira em meu escritório.
Em minha opinião, a função dos pais é encorajar os filhos a desenvolverem a alegria de viver e uma grande necessidade de seguirem os próprios sonhos. O máximo que podemos fazer é ajudá-los a criarem um conjunto de ferramentas pessoais para essa tarefa.
Meus sonhos para meus filhos, portanto, são muito precisos: quero que cada qual encontre seu caminho para a realização. E como não estarei aqui, quero deixar bem claro: crianças, não tentem imaginar o que eu gostaria que vocês se tornassem. Quero que se tornem aquilo que quiserem se tornar.
Vi muitos alunos passarem por minhas aulas e conheci muitos pais que não percebem o poder das próprias palavras. Dependendo da idade da criança, ou da consciência que tem de si mesma, um comentário desastroso do pai ou da mãe pode ser tão devastador como uma escavadeira. Não sei bem se deveria ter comentado que quando crescer Logan acabará sendo diretor do grêmio acadêmico. Não quero que ele chegue à universidade pensando que eu esperava que ele aderisse a um grêmio, fosse um líder ou qualquer outra coisa. A vida de Logan será dele. Só quero insistir para que meus filhos encontrem o próprio caminho com entusiasmo e paixão. E quero que sintam como se eu estivesse ali com eles, independentemente do caminho que escolherem.
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PS: Nas universidades americanas é comum que se convidem grandes mestres para uma hipotética palestra final cujo tema é “que sabedoria você transmitiria ao mundo sabendo que esta é a sua última oportunidade?”
O Dr. Randy Pausch tem 47 anos de idade, é professor de Ciência da Computação na Carnegie Mellon University e também desenvolveu projetos de computação e realidade virtual para a Disney. Sua “última palestra”, em Setembro de 2007, foi um dos mais comoventes acontecimentos do mundo acadêmico, pois tendo um câncer no pâncreas ele realmente está prestes a morrer. A palestra percorreu o mundo através da Internet e comoveu milhões de pessoas em todo o planeta.
O câncer em seu corpo se alastrou para outros órgãos, porém, até a presente data, ele continua a sua batalha contra a doença.
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+ Veja também:

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Outlandos D’Amour (1978)
Brasil | World
- 1 Next To You
- 2 So Lonely
- 3 Roxanne
- 4 Hole In My Life
- 5 Peanuts
- 6 Can’t Stand Losing You
- 7 Truth Hits Everybody
- 8 Born In The 50’s
- 9 Be My Girl, Sally
- 10 Masoko Tanga
Reggatta de Blanc (1979)
Brasil | World
- 1 Message In A Bottle
- 2 Reggatta de Blanc
- 3 It’s Alright For You
- 4 Bring On The Night
- 5 Deathwish
- 6 Walking On The Moon
- 7 On Any Other Day
- 8 The Bed’s Too Big Without You
- 9 Contact
- 10 Does Everyone Stare
- 11 No Time This Time
Zenyatta Mondatta (1980)
Brasil | World
- 1 Don’t Stand So Close To Me
- 2 Driven To Tears
- 3 When The World Is Running Down You Make The Best Of What’s Still Around
- 4 Canary In A Coalmine
- 5 Voices Inside My Head
- 6 Bombs Away
- 7 De Do Do Do, De Da Da Da
- 8 Behind My Camel
- 9 Man In A Suitcase
- 10 Shadows In The Rain
- 11 The Other Way Of Stopping
Ghost In The Machine (1981)
Brasil | World
- 1 Spirits In The Material World
- 2 Every Little Thing She Does Is Magic
- 3 Invisible Sun
- 4 Hungry For You (j’aurai toujours faim de toi)
- 5 Demolition Man
- 6 Too Much Information
- 7 Rehumanize Yourself
- 8 One World (Not Three)
- 9 Omegaman
- 10 Secret Journey
- 11 Darkness
Synchronicity (1983)
Brasil | World
- 1 Synchronicity I
- 2 Walking In Your Footsteps
- 3 O My God
- 4 Mother
- 5 Miss Gradenko
- 6 Synchronicity II
- 7 Every Breath You Take
- 8 King Of Pain
- 9 Wrapped Around Your Finger
- 10 Tea In The Sahara
- 11 Murder By Numbers
Every Breath You Take – The Singles (1986)
Brasil | World
- 1 Roxanne
- 2 Can’t Stand Losing You
- 3 Message In A Bottle
- 4 Walking On The Moon
- 5 So Lonely
- 6 De Do Do Do, De Da Da Da
- 7 Every Little Thing She Does Is Magic
- 8 Invisible Sun
- 9 Spirits In The Material World
- 10 Every Breath You Take
- 11 Wrapped Around Your Finger
- 12 Synchronicity II
- 13 Don’t Stand So Close To Me ‘86
Greatest Hits (1992)
Brasil | World
- 1 Roxanne
- 2 Can’t Stand Losing You
- 3 So Lonely
- 4 Message In A Bottle
- 5 Walking On The Moon
- 6 The Bed’s Too Big Without You
- 7 Don’t Stand So Close To Me
- 8 De Do Do Do, De Da Da Da
- 9 Every Little Thing She Does Is Magic
- 10 Invisible Sun
- 11 Spirits In The Material World
- 12 Synchronicity II
- 13 Every Breath You Take
- 14 King Of Pain
- 15 Wrapped Around Your Finger
- 16 Tea In The Sahara
Message in a Box – The Complete Recordings (1993)
Brasil | World
Disco 1
- 1 Fallout
- 2 Nothing Achieving
- 3 Dead End Job
- 4 Next to You
- 5 So Lonely
- 6 Roxanne
- 7 Hole in My Life
- 8 Peanuts
- 9 Can’t Stand Losing You
- 10 Truth Hits Everybody
- 11 Born in the 50’s
- 12 Be My Girl – Sally
- 13 Masoko Tanga
- 14 Landlord [Live]
- 15 Next to You [Live]
- 16 Landlord
- 17 Message in a Bottle
- 18 Reggatta de Blanc
- 19 It’s Alright for You
- 20 Bring on the Night
- 21 Deathwish
Disco 2
- 1 Walking on the Moon
- 2 On Any Other Day
- 3 Bed’s Too Big Without You
- 4 Contact
- 5 Does Everyone Stare
- 6 No Time This Time
- 7 Visions of the Night
- 8 Bed’s Too Big Without You [Mono Version]
- 9 Truth Hits Everybody [Live]
- 10 Friends
- 11 Don’t Stand So Close to Me
- 12 Driven to Tears
- 13 When the World Is Running Down, You Make the Best of What’s Still
- 14 Canary in a Coalmine
- 15 Voices Inside My Head
- 16 Bombs Away
- 17 De Do Do Do, De Da Da Da
- 18 Behind My Camel
- 19 Man in a Suitcase
- 20 Shadows in the Rain
- 21 Other Way of Stopping
Disco 3
- 1 Sermon
- 2 Driven to Tears [Live]
- 3 Shambelle
- 4 Spirits in the Material World
- 5 Every Little Thing She Does Is Magic
- 6 Invisible Sun
- 7 Hungry for You (J’Aurais Toujours Faim de Toi)
- 8 Demolition Man
- 9 Too Much Information
- 10 Rehumanize Yourself
- 11 One World (Not Three)
- 12 Omega Man
- 13 Secret Journey
- 14 Darkness
- 15 Flexible Strategies
- 16 Low Life
- 17 How Stupid Mr. Bates
- 18 Kind of Loving
Disco 4
- 1 Synchronicity I
- 2 Walking in Your Footsteps
- 3 O My God
- 4 Mother
- 5 Miss Gradenko
- 6 Synchronicity II
- 7 Every Breath You Take
- 8 King of Pain
- 9 Wrapped Around Your Finger
- 10 Tea in the Sahara
- 11 Murder by Numbers
- 12 Man in a Suitcase [Live]
- 13 Someone to Talk To
- 14 Message in a Bottle [Live]
- 15 I Burn for You
- 16 Once upon a Daydream
- 17 Tea in the Sahara [Live]
- 18 Don’t Stand So Close to Me ‘86
The Police Live (1995)
Brasil | World
Disco 1
- 1 Next To You
- 2 So Lonely
- 3 Truth Hits Everybody
- 4 Walking On The Moon
- 5 Hole In My Life
- 6 Fall Out
- 7 Bring On The Night
- 8 Message In A Bottle
- 9 The Bed’s Too Big Without You
- 10 Peanuts
- 11 Roxanne
- 12 Can’t Stand Losing You
- 13 Landlord
- 14 Born In The 50’s
- 15 Be My Girl – Sally
Disco 2
- 1 Synchronicity I
- 2 Synchronicity II
- 3 Walking In Your Footsteps
- 4 Message In A Bottle
- 5 O My God
- 6 De Do Do Do, De Da Da Da
- 7 Wrapped Around Your Finger
- 8 Tea In The Sahara
- 9 Spirits In The Material World
- 10 King Of Pain
- 11 Don’t Stand So Close To Me
- 12 Every Breath You Take
- 13 Roxanne
- 14 Can’t Stand Losing You
- 15 So Lonely
The Police: Every Breath You Take (1995)
Brasil | World
- 1 Roxanne
- 2 Can’t Stand Losing You
- 3 Message In A Bottle
- 4 Walking On The Moon
- 5 Don’t Stand So Close To Me
- 6 De Do Do Do, De Da Da Da
- 7 Every Little Thing She Does Is Magic
- 8 Invisible Sun
- 9 Spirits In The Material World
- 10 Every Breath You Take
- 11 King Of Pain
- 12 Wrapped Around Your Finger
- 13 Don’t Stand So Close To Me ‘86
- 14 Message In A Bottle (New Classic Rock Mix)
Strontium 90 – Police Academy (1997)
Brasil | World
- 1 Visions Of The Night
- 2 New World Blues
- 3 3 O’Clock Shot
- 4 Lady Of Delight
- 5 Electron Romance
- 6 Every Little Thing She Does Is Magic
- 7 Towers Tumble
- 8 Electron Romance (Live)
- 9 Lady Of Delight (Live)
The Police (2007)
Brasil | World
Disco 1
- 1 Fall Out
- 2 Can’t Stand Losing You
- 3 Next To You
- 4 Roxanne
- 5 Truth Hits Everybody
- 6 Hole In My Life
- 7 So Lonely
- 8 Message In A Bottle
- 9 Reggatta de Blanc
- 10 Bring On The Night
- 11 Walking On The Moon
- 12 The Bed’s Too Big Without You
- 13 Don’t Stand So Close To Me
- 14 Driven To Tears
- 15 Canary In A Coalmine
Disco 2
- 1 De Do Do Do, De Da Da Da
- 2 Voices Inside My Head
- 3 Invisible Sun
- 4 Every Little Thing She Does Is Magic
- 5 Spirits In The Material World
- 6 Demolition Man
- 7 Rehumanize Yourself
- 8 Every Breath You Take
- 9 Synchronicity I
- 10 Wrapped Around Your Finger
- 11 Walking In Your Footsteps
- 12 Synchronicity II
- 13 King Of Pain
- 14 Murder By Numbers
- 15 Tea In The Sahara
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+ Veja também:
Trecho do Livro: Bem-vindo à Bolsa de Valores | Marcelo C. Piazza
Livro: Bem-vindo à Bolsa de Valores
Brasil | World
O que faz a Bolsa oscilar? Se olharmos para dentro do mecanismo de compra e venda de papéis na Bolsa de Valores, vamos notar que o que faz os preços subirem ou descerem (volatilidade) é a alta ou baixa quantidade de compradores e vendedores, respectivamente, ou seja, se muitas pessoas estiverem interessadas em comprar ações da EMBRAER (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.), o número de compradores será maior do que o de vendedores. Estes poucos, sabendo que a procura pelo seu papel é alta, só vão aceitar abrir mão dele por um bom preço. Então, lançam preços de venda mais altos, forçando a cotação do papel para cima.
O inverso também ocorre durante as quedas. É a lei da oferta e da procura. Quando a procura é maior, o preço sobe; e quando a oferta é maior, o preço desce. Esse movimento é ilustrado como a briga dos touros, que representam a força compradora; e dos ursos, que representam a força vendedora.
O movimento citado acima ocorre durante todo o pregão, sessão em que são realizados os negócios nas Bolsas de Valores.
Os preços se movem em busca do ponto de equilíbrio, ou seja, da aproximação de interesses entre o número de compradores e vendedores. Esse é o mecanismo de funcionamento da Bolsa.
E o que leva os investidores a se interessarem ou não por determinada ação? Para responder esta questão da forma mais correta, apresentaremos os dois modelos de análise de mercado existentes: fundamentalista e técnico.
Resumidamente, a Análise Fundamentalista sugere que os papéis sejam analisados de acordo com os fundamentos da empresa, enquanto a Análise Técnica direciona-se apenas pela análise gráfica ao longo do tempo. Mas vamos deixar para falar disso com mais detalhes no Capítulo 3.
Chegou a sua vez de investir em ações
Começando com o pé direito. A escolha da Corretora de Valores é uma das decisões mais importantes que você vai precisar tomar nessa sua nova trajetória como investidor do mercado de capitais. É por meio dela que as suas ordens de compra e venda serão enviadas à Bovespa. É nela, também, que o seu capital ficará armazenado, para que esteja sempre disponível durante as suas aplicações.
Como vender ações
Mas quando devemos vender nossas ações que se valorizaram, para transformar nosso lucro em dinheiro? A resposta é simples: não devemos! Isso parece estranho, não? Então, tente responder racionalmente essas perguntas: Por que vender um papel que está subindo? Qual o objetivo de um investimento de risco senão que os preços subam? Não é melhor ter um lucro grande do que um pequeno?
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+ Veja também:
Concurso Público: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT (Interior-SP) | Vagas de Empregos
Cargos: Atendente Comercial I e Técnico Administrativo Júnior
Salário inicial de até R$ 1.246,74
Requisito: 2º Grau
Inscrições até o dia 20/06/2008
Mais informações: Correios
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Trecho do Livro: O Mago (Paulo Coelho) | Fernando Morais
Mobilizar e comover multidões pelo mundo afora, a ponto de ter editores piratas se digladiando para publicar suas obras até mesmo num país de enormes contingentes de pobres e analfabetos, como o Egito, não foi algo que caiu do céu para Paulo Coelho. É verdade, o sonho de ser um escritor lido no mundo inteiro e de ter “fama, fortuna e poder” conduziu sua vida, de forma pertinaz, desde a adolescência. Mas esse sonho só começaria a se realizar em 1987, quando, já quarentão, publicou O Diário de um Mago. Em menos de um ano o autor havia vendido 40 mil exemplares do célebre relato de sua trajetória pelo Caminho de Santiago. As vendas seriam poderosamente alavancadas pelo segundo livro, O Alquimista, editado em 1988. No final do ano seguinte os dois juntos haviam batido na astronômica cifra de meio milhão de exemplares. O sucesso transformou Paulo Coelho em um nome nacional e abriu as portas de editoras nos Estados Unidos, da Europa e de outras paragens. Vinte anos depois de lançar seu primeiro livro fora do Brasil, ele seria o único autor vivo a ser traduzido em mais línguas do que William Shakespeare.
Até escrever o Diário de um Mago, porém, o garoto magricela criado nos bairros do Botafogo e da Gávea, no Rio, percorreria uma trajetória mirabolante. Aluno rebelde e relapso, sob os rigores de um pai severíssimo e implacável, acabou sendo internado à força por três vezes num hospício, e submetido a brutais sessões de eletrochoque. Confuso com sua própria identidade sexual, tomou a iniciativa de ir para a cama com homens, para só então decidir que aquele não era seu caminho. O jovem com tantas dificuldades para lidar com as mulheres na adolescência daria lugar, depois de adulto, a um colecionador de conquistas amorosas – algumas das quais transbordariam para a mídia. Fez de tudo nesse terreno, como participar de orgias e praticar sexo com uma garota num cemitério. Sua peculiar forma de encarar e relacionar-se com as mulheres não impediu, nem impede, que mantenha um sólido casamento de 28 anos com a artista plástica Christina Oiticica, de quem, assegura ele, nada nem ninguém fará “jamais” com que se separe. O homem que há mais de três décadas deixou a cocaína e há muitos anos não fuma maconha chegou a mergulhar fundo, e por muito tempo, no mundo das drogas, sem excluir praticamente nada. O tédio diante dos estudos formais, razão de seu permanente insucesso escolar, não impediu que Paulo se tornasse voraz consumidor de livros. A leitura indiscriminada, que incluía clássicos irretocáveis e bobagens sem valor, ajudaria sua incursão no mundo com que ele sonhava, e que começou pelo teatro infantil com pequenos papéis não-remunerados, para com o tempo arriscar-se a, já profissional, escrever e depois também dirigir e produzir pequenos espetáculos. Paralelamente, começou a viajar e arranjou bicos na imprensa alternativa – e foi como editor de uma revisteca underground que seria procurado por alguém que marcaria sua vida, o hoje mitológico roqueiro Raul Seixas, de quem viria a ser parceiro e letrista durante seis anos e 41 canções. Com isso ganhou mais fama, dinheiro e poder do que sonhara até então – e muito, muito menos do que ainda viria a ganhar.
Antes e durante a vigência da parceria com Raul, a ânsia permanente por novas experiências, de um lado, e sua tendência onívora à leitura, por outro, levaram-no a mergulhos assustadores. Ainda adolescente, flertou com o suicídio e acabou degolando um animal doméstico para que “o Anjo da Morte” tivesse alguma alma para levar que não fosse a sua. Já adulto, apoiou a decisão de uma namorada de se suicidar, traumatizada após abortar um filho dele. Ao transpor as fronteiras do misterioso universo das trevas ele chegaria a perigosos extremos e incorreria em práticas quase inacreditáveis, como ter como escravo, com contrato assinado, um jovem estudante que se iniciava no esoterismo. Fazia invocações ao demônio enquanto tomava banhos de ervas, e chegou a propor um pacto formal ao Diabo: entregar sua alma em troca de poderes absolutos. Sua carreira no satanismo chegou ao fim após um pavoroso e arrepiante episódio que durou doze intermináveis horas e que Paulo descreve como sendo seu encontro com o Demônio. A terrível visão, compartilhada pela namorada, representaria o início do retorno de Paulo à fé cristã incutida pelos rigorosos padres jesuítas do colégio em que fora educado. Ainda assim continuava acreditando ter encontrado formas de atingir o sobrenatural e agir sobre as forças da natureza, fazendo, por exemplo, ventar e chover com a força do pensamento.
O fato de ter sido um adolescente e depois um jovem adulto alienado e infenso à política não impediu que fosse preso duas vezes pela ditadura militar e, num terceiro episódio, seqüestrado pelo DOI-Codi, o mais brutal instrumento da repressão – o que lhe deixou profundas marcas e acentuou traços de uma ancestral paranóia. Outro tipo de perseguição, o da crítica brasileira, que, com raríssimas exceções, despreza seus livros e o trata como subliterato, não parece afetá-lo. Ele só se declara indignado quando as restrições a seu trabalho implicam menosprezo a uma entidade que cultiva com dedicação plena e paciência oriental: seus leitores. Para contrabalançar o desdém da crítica brasileira, não faltam a Paulo manifestações em sentido contrário para exibir. E não se fala, aqui, de sua eleição para a Academia Brasileira de Letras ou mesmo de condecorações indiscutivelmente honrosas que lhe foram conferidas no exterior, como a Légion d’Honneur da França, mas de um maciço, consistente elenco de elogios recebidos de críticos de dezenas de países, entre os quais o venerado escritor e semiólogo italiano Umberto Eco.
Esses fatos da vida de Paulo são apenas uma amostra modesta da trajetória extraordinária de um brasileiro cujo trânsito internacional só se compara ao de Pelé. Por um triz, no entanto, nada disso teria sido possível, pois Paulo nasceu morto.
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+ Veja também:
Automóveis | Veículos: Audi lança campanha de marketing para o Audi R8, o carro do Homem de Ferro
Com estratégia arrojada, a Audi aposta em uma campanha institucional voltada para o mercado de luxo. De olho nos consumidores de produtos de luxo apaixonados por carros, a Audi investe R$ 1,3 milhões na campanha institucional criada pela agência AlmapBBDO.
Nos últimos três anos as ações de marketing da Audi foram focadas em lançamentos de produtos e campanhas de varejo, estratégia elaborada em virtude da fase de mudança de portifólio pela qual passava a empresa. Este ano, com muitos lançamentos e composição da linha de produtos todo o investimento desta campanha será para reforçar o posicionamento da marca no mercado automotivo de carros de luxo.
O mercado de luxo tem demonstrado grande crescimento no Brasil nos últimos anos. Segundo dados do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), a venda de carros luxuosos no Brasil subiu de 8.177 em 2006 para 9.130 em 2007. E a Audi acompanha a tendência do mercado, com o aumento de 10% nas vendas dos modelos importados no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado.
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A nova campanha institucional da Audi tem como foco o automóvel Audi R8, superesportivo de luxo que já tem 30 encomendas e fila de espera de seis meses no Brasil. Modelo conhecido no País como o carro de Tony Stark, personagem do filme Homem de Ferro (Iron Man), o carro possui carroceria em alumínio, design elegante, interior sofisticado, suspensão aerodinâmica, além de luzes diurnas com tecnologia LED. “O Audi R8 reúne os principais atributos da marca em design, tecnologia e performance. Resultado de quase 100 anos de pesquisa e desenvolvimento, ele é o símbolo atual da Audi”, explica o gerente de marketing da empresa, Felipe Gomes.
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+ Veja também:
Classic Electra Glide (Motorcycle/Bike)

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- Peso: 369,2 kg
- Câmbio: 6 marchas
- Motor: Twin Cam 96
- Refrigeração: ar
- Cilindrada: 1584 cm³
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+ Veja também:

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+ Veja também:

Livro: O Mago








