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Receita de Sorvete de Chocolate Branco ao Vinho do Porto
Ingredientes
- Sorvete:
¼ xícara (chá) de açúcar
3 gemas
300 g de cobertura de chocolate branco picada
2 xícaras (chá) de creme de leite fresco (400 ml)
1 colher (chá) de canela em pó
- Calda de figos:
½ xícara (chá) de açúcar
3 figos frescos
suco de ½ limão
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (sopa) de Vinho do Porto
Preparo
1. Sorvete: ferva ¼ de xícara (chá) de água com o açúcar até obter uma calda grossa. Bata as gemas e, sem parar de bater, acrescente a calda aos poucos, até formar picos firmes. Derreta o chocolate branco no microondas, potência média, por cerca de 2 minutos, junto com 1 xícara (chá) de creme de leite e a canela em pó, acrescentando em seguida às gemas batidas. Misture até que o creme fique frio e homogêneo. Bata o restante do creme de leite em ponto de chantilly e misture tudo delicadamente. Acomode 6 aros de 8 cm de diâmetro sobre uma superfície plana e forrada com papel-manteiga, distribua o sorvete dentro dos aros e leve ao freezer por 4 horas.
2. Calda: em uma frigideira de fundo largo, caramelize ½ xícara (chá) de açúcar, acrescente os figos inteiros e o suco de limão. Quando os figos estiverem macios, desligue o fogo, acrescente a canela em pó e o Vinho do Porto. Espere a calda esfriar e corte os figos em pedaços regulares.
3. Coloque os sorvetes em em pratos individuais, retire os aros, regue com uma porção da calda de figos e sirva em seguida, acompanhado de um biscoito.
Mozart ajuda a curar doenças graves, dizem pesquisadores
Especialistas do Instituto de Neurologia de Londres afirmam que a música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) pode funcionar melhor que remédios tradicionais no tratamento de diversos males, até mesmo de doenças complexas como a epilepsia.
Segundo artigo publicado nesta quarta-feira (19) no jornal inglês “Independent”, os pesquisadores suspeitaram das qualidades terapêuticas da obra do compositor austríaco quando trataram um paciente de 46 anos que sofria de graves ataques epilépticos e não havia reagido bem a sete tipos de terapias (à base de remédios avançados), e nem mesmo a uma intervenção cirúrgica no cérebro.
Após uma acentuada e inexplicável melhora, os médicos descobriram que o paciente havia começado a escutar a música de Mozart durante cerca de 45 minutos por dia e que seu bem-estar vinha deste novo hábito.
A Universidade de Illinois (Estados Unidos) também relatou, após o caso do paciente inglês, uma situação parecida envolvendo uma criança portadora da síndrome de Lennox-Gastaut (variante rara da epilepsia).
Inteligência
Seguindo os indícios, os médicos descobriram que “doses” de Mozart aumentariam a capacidade matemática e visual, reduziriam o estresse e dores de artrite, além de produzir efeitos positivos no coração e em fetos, no caso de gravidez (estimulando o cérebro do bebê).
Em testes com ratos e carpas, verificou-se melhora no senso de orientação e humor, especialmente com as notas de “Eine Kleine Nachtmusik (K. 525)“.
A causa dos efeitos ainda não é tão clara, mas muitos especialistas afirmam que a zona do cérebro que recebe e processa a música é a mesma da percepção espacial, por exemplo. Os estímulos provocados pela complexa e refinada música de Mozart, sobretudo a sonata K. 448, teriam, portanto, um impacto benéfico na massa cinzenta, organizando e estimulando células nervosas precárias, em um processo comparável a impulsos elétricas.
Em testes com voluntários humanos, verificou-se que, ao escutar a sonata K. 448 para dois pianos, o quociente de inteligência do grupo cresceu entre oito e nove pontos. Sobre a exclusividade da música de Mozart, e não de outros compositores, os médicos arriscam que as composições do austríaco trazem uma peculiar técnica de construção musical, baseada em temas circulares com intervalos fixos e variações moduladas do motivo principal.
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