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(The Rolling Stones/Martin Scorsese) | Trailer

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Shine a Light (2008), documentário de Martin Scorsese sobre a banda The Rolling Stones. Estréia no Brasil prevista para o dia 4 de Abril de 2008.
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+ Veja também:
Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0301
(28/02/2008)
02 03 08 09 11 12 13 14 15 17 18 19 20 22 23
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Freqüência das dezenas
01/200 . 23/199 . 15/197 . 13/194 . 02/193 . 11/191
19/188 . 04/188 . 17/184 . 25/184 . 05/183 . 09/182
24/179 . 12/178 . 22/177 . 21/174 . 16/174 . 14/174
20/172 . 10/172 . 08/172 . 06/171 . 03/168 . 07/161
18/160
Atraso das dezenas
17/000 . 15/000 . 14/000 . 12/000 . 18/000 . 19/000
23/000 . 22/000 . 20/000 . 11/000 . 13/000 . 03/000
02/000 . 08/000 . 09/000 . 25/001 . 07/001 . 21/001
04/001 . 24/002 . 06/002 . 05/002 . 10/002 . 01/003
16/003
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+ Veja também:
Justa Causa: Uso indevido de e-mail da empresa é motivo para dispensa
A 1ª Turma do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 10ª Região (Distrito Federal e Tocantins) manteve sentença que considerou que ao usar e-mail da empresa onde trabalha, a funcionária pode ser dispensada por justa causa.
Segundo publicou o tribunal, uma atendente de empresa de telefonia recorreu à Justiça do Trabalho com o objetivo de impugnar sua demissão por justa causa. Ela alegava que a empresa teria usado cópias de e-mails para justificar a dispensa, procedimento que seria proibido pela Constituição Federal.
No entanto, para o relator do processo, juiz Ricardo Alencar Machado, as mensagens juntadas aos autos evidenciam que a atendente de forma reiterada descumpria ordens gerais da empresa – inclusive quanto ao uso do e-mail corporativo para fins pessoais, que era proibido – trabalhava com extrema desídia e desrespeitava os clientes da empresa. “Procedimentos que justificam a aplicação da pena de demissão motivada - a justa causa”, ressaltou.
Para o magistrado, o e-mail corporativo não é um benefício contratual indireto. Portanto não há como reconhecer a existência de direito à privacidade na utilização de equipamentos concebidos para a execução de funções geradas por contrato de trabalho. Os juízes da 1ª Turma concluíram que a utilização das mensagens como prova é legítima e ratificaram a demissão por justa causa.
O entendimento foi que o uso de mensagens de e-mail corporativo como prova de má conduta de empregado não fere o artigo 5º (incisos X, XII e LVI) da Constituição Federal, que garante ao cidadão o direito à privacidade e sigilo de correspondências. O e-mail corporativo não pode ser comparado às correspondências postais e telefônicas, que possuem cunho pessoal. Ao contrário, trata-se de ferramenta disponibilizada pelo empregador - titular do poder diretivo e proprietário dos equipamentos e sistemas operados - ao empregado, para uso profissional.
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+ Veja também:
Primeiro Capítulo: O Vingador | Frederick Forsyth
Livro: O Vingador
Brasil | World
- 1 -
O OPERÁRIO
O homem que corria sozinho agachou-se na ladeira e mais uma vez lutou contra sua inimiga, a dor. Aquele esporte era uma tortura e uma terapia, e era justamente por isso que o praticava.
Os especialistas dizem que, dentre todas as disciplinas esportivas, o triatlo é a mais brutal e impiedosa. O decatleta precisa dominar um número maior de habilidades, e possuir mais força bruta para as provas de arremesso, mas no que diz respeito a vigor e capacidade de suportar a dor, existem poucas provações como o triatlo.
O homem que corria sob o sol nascente de Nova Jersey havia, como sempre, iniciado o treinamento muito antes da alvorada. Dirigira sua picape até o lago e largara a bicicleta de corrida no caminho, acorrentando-a a uma árvore como medida de segurança. Às 05:02, pusera o cronômetro no pulso, abaixando a manga da roupa de mergulho de neoprene para cobri-lo, e entrara na água gelada. Praticava o triatlo olímpico, com distâncias medidas no sistema métrico.
Primeiro, 1.500 metros de natação; saindo da água, despir-se rápido para camiseta e bermudas e montar na bicicleta de corrida. Depois, quarenta quilômetros curvado sobre o guidom, o tempo todo pedalando o mais depressa possível. Há tempos medira os 1.600 metros ao redor do lago de ponta a ponta, e sabia exatamente que árvore na margem oposta marcava o ponto em que deixara a bicicleta. Ele tinha marcado seus quarenta quilômetros pelas estradas do campo, sempre naquela hora vazia, e sabia que árvore era o ponto para abandonar a bicicleta e começar a correr. Dez quilômetros correndo e então alcançava a porteira de fazenda que indicava mais dois quilômetros até o fim do percurso. Naquela manhã tinha acabado de passar pela porteira. Os dois últimos quilômetros eram ladeira acima, e representavam o desafio final, o trecho excruciante.
Doía tanto porque os músculos necessários eram todos diferentes. Os ombros, peito e braços poderosos de um nadador não costumam ser requeridos por um ciclista ou um maratonista. São apenas quilos extras a ser carregados.
Os movimentos acelerados das pernas e do quadril de um ciclista são diferentes dos tendões e músculos que conferem ao corredor o ritmo e a cadência para engolir os quilômetros com os pés. A repetição dos ritmos de um exercício não combina com a do outro. O triatleta precisa de todos eles, e depois tenta combinar os desempenhos de três atletas especializados, um após o outro.
Aos 25 anos isso é um evento cruel. Aos 51 é uma tortura que merecia indiciação sob a Convenção de Genebra. O corredor tinha passado dos 51 em janeiro último. Arriscou olhar o pulso e fez uma careta. Nada bom: estava vários minutos abaixo de seu recorde. Ele se esforçou mais para combater sua inimiga.
Os atletas olímpicos buscavam realizar aquele percurso em menos de duas horas; o corredor de Nova Jersey tinha conseguido chegar a duas horas e meia. Ele estava quase alcançando esse tempo agora, e ainda faltavam dois bons quilômetros.
As primeiras casas de sua cidade natal despontaram numa curva da Rodovia 30. Pennington era uma aldeia muito antiga, anterior à Revolução. Era cortada pela Rodovia 30, que se projetava da Interestadual 95, que começava em Nova York e cruzava o estado até Delaware, Pensilvânia e Washington. Dentro da cidade, a Rodovia 30 era chamada de Main Street.
Não tem muita coisa em Pennington, uma das milhares de cidadezinhas limpas e aconchegantes que compõem o coração ignorado e subestimado dos Estados Unidos da América. Um único cruzamento principal no centro onde a West Delaware Avenue cruza a Main Street, várias igrejas das três congregações cristãs, um First National Bank, algumas lojas, e residências afastadas da rua espalhadas ao longo das vias duplas arborizadas.
O corredor seguiu até a encruzilhada. Ainda faltava meio quilômetro. Era cedo demais para tomar uma xícara de café no Cup of Joe, ou um desjejum completo no Vito´s Pizza - mas mesmo se estivessem abertos, o corredor não teria parado. A sul da junção o corredor passou por uma casa de tábuas brancas e teto de telhas vermelhas, uma relíquia da época da Guerra Civil com uma tabuleta que indicava que ali era o escritório do Sr. Calvin Dexter, advogado. Ele atendia nessa casa, exceto nas ocasiões em que viajava para cuidar de sua outra carreira. Os clientes e vizinhos aceitavam que ele viajasse para pescar de vez em quando, sem nada saber sobre o pequeno apartamento que ele tinha sob outro nome em Nova York.
Ele forçou suas pernas doloridas pelos últimos 450 metros para alcançar a entrada da Chesapeake Drive, no lado sul da cidade. Ele morava ali, e a esquina marcava o fim de seu Calvário auto-infligido. Diminuiu a velocidade, parou e abaixou a cabeça, debruçando-se contra uma árvore para sugar oxigênio para seus pulmões murchos. Duas horas e 36 minutos. Muito longe do seu melhor.
O fato de que provavelmente não havia ninguém num raio de centenas de quilômetros, com 51 anos ou não, capaz de chegar sequer perto disso, estava fora de questão. A questão, que ele não ousava explicar aos vizinhos que o aplaudiam e o animavam, era usar a dor para combater a outra dor, a dor perene, a dor que nunca ia embora, a dor da criança perdida, do amor perdido, da vida perdida.
O corredor entrou em sua rua e caminhou os últimos 180 metros. À sua frente viu o entregador de jornais arremessar um embrulho pesadíssimo em sua varanda. O garoto acenou enquanto passava de bicicleta e Cal Dexter acenou de volta. Mais tarde ele montaria em sua scooter e iria resgatar a caminhonete. Com a scooter na carroceria, dirigiria de volta para casa, pegando a bicicleta de corrida ao longo da estrada. Mas primeiro precisava de um banho, algumas barras energéticas e o conteúdo de várias laranjas.
Pegou o embrulho e o abriu. Conforme esperava, ali estavam o jornal local, outro de Washington, o grosso Sunday Times de Nova York e, embrulhada em plástico, uma revista técnica.
Calvin Dexter, o advogado magro, de cabelos claros e sorriso amistoso de Pennington, Nova Jersey, não havia nascido para ser nenhuma dessas coisas,embora tivesse realmente nascido no estado.
Foi criado numa favela de Newark, infestada de baratas e ratos, e veio ao mundo em janeiro de 1950, fruto da união de um operário de construção com uma garçonete da lanchonete local. Seus pais, segundo a moralidade daquela época, não haviam tido qualquer escolha senão casar-se depois que um encontro num baile e alguns copos a mais de bebida barata fizeram a situação sair do controle e resultara na concepção de Calvin. No começo, ele não sabia nada disso. Bebês jamais sabem como ou por meio de quem chegaram aqui. Eles precisam descobrir e, às vezes, da maneira mais difícil.
O pai era um homem bom, ao seu jeito. Depois de Pearl Harbor fora voluntário para as forças armadas, mas revelara-se mais útil como operário de construção, trabalhando em território americano, onde o esforço de guerra envolvera a criação de milhares de novas fábricas, docas e escritórios federais na área de Nova Jersey.
Era um homem rude, rápido com os punhos, a única lei em muitos trabalhos operários. Mas tentava viver na linha, trazendo para casa o envelope com seu salário fechado, tentando educar seu filho pequeno a amar a bandeira, a Constituição e Joe DiMaggio.
Mais tarde, depois da Guerra da Coréia, as oportunidades de trabalho desapareceram. Apenas a desgraça industrial permanecia, e os sindicatos estavam à mercê da Máfia.
Calvin tinha cinco anos quando sua mãe foi embora. Era jovem demais para entender o motivo. Não sabia nada sobre o casamento sem amor de seus pais, e aceitava com a resistência filosófica dos muito jovens que os adultos sempre gritavam e discutiam daquela forma. Não sabia nada sobre o caixeiro-viajante que tinha prometido a ela luzes mais brilhantes e vestidos mais bonitos. Ele simplesmente recebeu a notícia de que sua mãe tinha “ido embora”.
Ele havia aceitado que agora seu pai ficasse em casa todas as noites, cuidando dele ao invés de tomando algumas cervejas depois do trabalho, olhando melancólico para a televisão. Só quando chegou à adolescência ele soube que sua mãe, depois de ter sido abandonada pelo caixeiro-viajante, tinha tentado voltar, mas fora rejeitada pelo pai zangado e amargurado.
Estava com sete anos quando seu pai teve uma idéia para resolver ao mesmo tempo o problema de moradia e a necessidade de buscar trabalho em lugares distantes. Saíram do bairro pobre em Newark e compraram um trailer de segunda mão. O trailer foi sua casa por dez anos.
Pai e filho mudaram de trabalho em trabalho, morando no trailer, o garoto freqüentando qualquer escola local que o aceitasse. Era a época de Elvis Presley, Del Shannon, Roy Orbison, os Beatles, vindos de um país de que Cal jamais tinha ouvido falar. Era a época de Kennedy, da Guerra Fria, do Vietnã. Os trabalhos apareciam e eram completados. Eles se moveram através das cidades ao norte de East Orange, Union e Elizabeth. Depois foram trabalhar nos arrabaldes de New Brunswick e Trenton. Durante algum tempo moraram em Pine Barrens enquanto Dexter Senior era capataz num projeto modesto. Depois seguiram para o sul, em direção a Atlantic City. Entre seus oito e dezesseis anos, Cal freqüentou nove escolas em muitos anos. Sua educação formal daria para preencher um selo de correio.
Mas ele aprendera muitas outras coisas, além da educação formal das escolas. Sabia o linguajar e o jeito dos malandros de rua, e brigar também. Como sua mãe, não era alto, tendo parado de crescer com 1,64m. Também não era pesado e musculoso como o pai, mas seu corpo esguio era cheio de vigor e os punhos eram velozes e poderosos. Certa vez desafiou um lutador numa feira circense, nocauteou o sujeito e levou para casa o prêmio de vinte dólares.
Um homem que cheirava a pomada barata procurou seu pai e sugeriu que o garoto passasse a freqüentar seu ginásio com vistas a se tornar um boxeador, mas eles se mudaram para uma nova cidade e um novo trabalho.
Não havia dinheiro para viagens, e assim, quando o ano letivo acabava, o garoto simplesmente ia para o canteiro de obras com o pai. Ali ele fazia café, entregas, e trabalhos estranhos. Um desses trabalhos envolveu um homem que usava uma pala verde acima dos olhos. Ele ofereceu-lhe um serviço que consistia em levar envelopes a vários endereços através de Atlantic City e ficar de bico calado. Assim, durante as férias de verão de 1965, Cal foi entregador de apostas.
Mesmo estando na base da pirâmide social, um garoto esperto pode olhar para cima. Cal Dexter sabia entrar de graça nos cinemas e se maravilhar com o glamour de Hollywood, os cenários panorâmicos do Velho Oeste, o deslumbre dos musicais, as palhaçadas de Dean Martin e Jerry Lewis.
Ele também via nos comerciais de televisão apartamentos elegantes com cozinhas em aço inoxidável, famílias sorridentes nas quais os pais pareciam amar um ao outro. Via as limusines e carros esportivos nos outdoors na rodovia.
Cal não tinha nada contra os operários nas obras. Eles eram rudes e brutos, mas todos gentis com ele, ou pelo menos quase todos. Nas obras ele também usava um capacete de proteção, e o consenso geral era que depois que saísse da escola iria seguir os passos do pai. Mas ele tinha outras idéias. Qualquer que fosse a vida que ele tivesse, Cal jurou, seria longe do ruído e da poeira de cimento que infestavam as obras.
Então compreendeu que não tinha nada a oferecer em troca dessa vida melhor, mais endinheirada e confortável. Ele pensou no cinema, mas presumiu que todos os astros eram homens muito altos, sem saber que a maioria tinha exatamente sua altura. Este pensamento só lhe ocorreu porque alguma garçonete disse que ele parecia um pouco com James Dean, mas os operários morreram de rir quando ouviram isso, e então abandonou a idéia.
Esportes e atletismo podiam tirar um jovem das ruas e colocá-lo na estrada para a fama e a fortuna, mas ele sempre havia trocado de colégios tão rápido que nunca tivera a chance de participar de nenhum time escolar.
Qualquer coisa que envolvesse uma educação formal, quanto mais qualificações, estava fora de questão. Assim, restavam outros tipos de empregos de classe trabalhadora: garçom, carregador, garagista, motorista de furgão de entregas. A lista era interminável, mas, considerando as perspectivas oferecidas pela maioria, era melhor que ele continuasse com construção. A brutalidade pura e os riscos apresentados pelo trabalho tornavam a atividade mais bem remunerada que a maioria das outras.
Outra opção era o crime. Qualquer pessoa criada nas docas ou nos canteiros de obras de Nova Jersey estava ciente de que o crime organizado, e a participação em gangues, poderia conduzir a uma vida de apartamentos grandes, carros velozes e mulheres fáceis. E todo mundo sabia que isso quase nunca dava em cadeia. Ele não era ítalo-americano, e portanto jamais poderia aspirar à aristocracia da Máfia, mas havia anglo-saxões brancos e protestantes que se davam bem.
Aos dezessete anos largou os estudos e no dia seguinte começou a trabalhar com o pai num canteiro de obras nas cercanias de Camden. Um mês depois, o operador da motoniveladora ficou doente. Não havia quem o substituísse. Era um trabalho especializado. Cal olhou para o interior do veículo. Parecia fazer sentido.
- Posso operar esse negócio - disse Cal.
O capataz ficou indeciso. Era contra as regras. Se algum inspetor visse, seu emprego viraria fumaça. Em contrapartida, todos os operários estavam de braços cruzados, esperando que montanhas de terra fossem movidas.
- Tem um montão de alavancas nesse aparelho.
- Confie em mim - disse o garoto.
Ele levou cerca de vinte minutos para descobrir para que servia cada alavanca. Começou a mover areia. Isso significava um adicional em seu salário, mas ainda assim não era uma carreira.
Em janeiro de 1968 fez vinte anos e os vietcongues lançaram a ofensiva do Tet. Cal estava vendo televisão num bar em Camden. Depois dos noticiários entraram vários comerciais e então um pequeno filme de recrutamento feito pelo exército. Ele mencionava que, se você se apresentasse como voluntário, o exército lhe daria uma educação. No dia seguinte, foi até o posto das forças armadas em Camden e disse:
- Quero ingressar no exército.
Naquela época, todo jovem americano era, salvo em algumas circunstâncias muito incomuns ou exílio voluntário, suscetível ao recrutamento compulsório logo depois de seu 18.º aniversário. O desejo de quase todo adolescente, e do dobro desse número de pais, era se livrar disso. O primeiro-sargento atrás da mesa estendeu a mão para que o jovem lhe desse seu cartão de recrutamento.
- Eu não tenho - disse Cal Dexter. - Sou voluntário.
E isso atraiu a atenção de todos os presentes.
O primeiro-sargento deslizou um formulário até ele, olhando fixamente em seus olhos, como um furão que não quer deixar escapar um coelho.
- Bem, isso é muito bom, rapaz. É uma atitude muito inteligente. Quer um conselho de um veterano?
- Claro.
- Inscreva-se para três anos, ao invés de para os dois requeridos. Assim, terá chances de posicionamentos melhores e escolhas de carreira mais interessantes. - Ele se inclinou à frente, como se fosse compartilhar de um segredo de estado. - Inscrito para três anos, você pode até escapar de ir pro Vietnã.
- Mas eu quero ir pro Vietnã - disse o rapaz de calças jeans desbotadas.
O primeiro-sargento pensou sobre isso e disse, lentamente:
- Certo. - Ele sentiu vontade de acrescentar “gosto não se discute”, mas disse simplesmente: - Levante a mão direita…
Trinta e três anos depois, o ex-operário colocou quatro laranjas no liquidificador, enxugou de novo a testa suada, e levou a pilha de jornais e o suco até a sala de estar.
Primeiro ele abriu a revista técnica. Vintage Airplane é um periódico de circulação restrita, e em Pennington só podia ser obtida através de um pedido especial. A revista é dedicada aos apaixonados por aviões clássicos e da Segunda Guerra Mundial. O corredor correu as páginas até a pequena seção de classificados e estudou os anúncios de requisição. Ele parou o copo de suco a meio caminho da boca, pousou-o na mesinha e leu o anúncio de novo. Ele dizia:
“VINGADOR. Precisa-se. Oferta séria. Sem limite de preço. Favor ligar.”
Não havia nenhum modelo de Grumman Avenger, um avião torpedeiro-bombardeiro da guerra do Pacífico, à venda em lugar nenhum. Todos estavam em museus. Alguém tinha descoberto o código de contato. Havia um número. Devia ser um celular. A data era 13 de maio de 2001.
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+ Veja também:
IR - Imposto de Renda 2008: Receita anuncia as regras da declaração, entrega começa dia 3 de março
Entre as novidades anunciadas pela Receita Federal, estão a obrigatoriedade de informar o número do recibo da declaração do ano passado e algumas restrições ao uso do formulário.
A primeira deve causar alguma confusão, já que a grande maioria dos contribuintes não guarda o número do Recibo. Quem não tiver a informação, deve procurar a Receita Federal.
Com relação à declaração via formulário, como já haviam adiantado alguns consultores, haverá uma maior restrição a essa forma de envio. Segundo as novas regras, o formulário não poderá ser utilizado nas seguintes situações:
- Por contribuintes que receberam rendimentos tributáveis de pessoa física ou do exterior;
- Por contribuintes que queriam declarar dependentes que possuam rendimentos ou bens;
- Por contribuintes que fizeram parte do quadro societário de uma empresa por pelo menos um mês, no ano passado;
- Por contribuintes que queiram aproveitar a dedução patronal à Previdência Social do empregado doméstico;
- Por contribuintes que efetuaram doações a partidos políticos ou candidatos;
- Declaração apresentada em nome de espólio;
- Por contribuinte que pretenda se beneficiar das deduções de livro Caixa.
Já estava impedido de usar essa forma de envio o contribuinte que:
- recebeu rendimentos tributáveis na declaração cuja soma foi superior a R$ 100 mil;
- recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 100 mil;
- obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto;
- realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
- obteve receita bruta da atividade rural em valor superior a R$ 78.821,40;
- possua informações a serem prestadas na declaração que ultrapassem o número de linhas disponibilizadas nos quadros dos formulários.
Além das mudanças acima, seguem as outras novidades anunciadas pela Receita Federal:
Rendimentos recebidos de Pessoas Físicas: os rendimentos recebidos de pessoas físicas, no caso de Tributação Simplificada, serão informados mês a mês.
Pagamentos e Doações: a informação do número do CPF ou CNPJ do beneficiário, no caso de pagamentos e doações, passa a ser obrigatória.
Captação de dados de endereço: na questão “Houve mudança de Endereço?”, se contribuinte responder “Não”, o programa validador vai comparar o CEP informado com o constante no cadastro CPF. No caso de divergência, será gerada uma mensagem de erro, forçando o declarante a responder “Sim” e corrigir o endereço. Se contribuinte responder “Sim” Haverá a validação do CEP com o Município.
O objetivo da medida é impedir o equívoco daqueles contribuintes que pensam que a informação dada na declaração já altera o cadastro.
CPF do dependente: obrigatoriedade de preenchimento do CPF para os dependentes maiores de 18 anos em 31/12/2007.
Auto-regularização: o contribuinte com pendências na RFB receberá essa informação no rodapé do recibo de entrega da Declaração.
Uma das principais mudanças da declaração do Imposto de Renda 2008, ano-base 2007, diz respeito ao limite de isenção, que passou de R$ 14.992,32 para R$ 15.764,28.
No mesmo sentido, o desconto simplificado (declaração simplificada), antes limitado a R$ 11.167,20, passou a R$ 11.669,72. As deduções por dependente (declaração completa) aumentaram de R$ 1.516,32 para R$ 1.584,60 e as despesas de instrução, de R$ 2.373,84 para R$ 2.480,66. O desconto para aposentados é de R$ 1.313,69.
Atenção ao prazo
A entrega da declaração por meio eletrônico poderá ser feita até as 20h do dia 30 de abril. Após este horário, o contribuinte, caso encaminhe sua declaração, receberá logo após a transmissão notificação de multa por atraso na entrega.
Para este ano, a Receita Federal estima receber 24,5 milhões de declarações, total 6,8% maior em relação a 2006.
O programa estará disponível na página da Receita Federal a partir de 3 de março e o primeiro lote de restituição está previsto para o dia 16 de junho.
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+ Veja também:
Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0299
(21/02/2008)
03 05 06 07 08 10 13 17 18 19 20 21 22 23 24
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Freqüência das dezenas
01/200 . 23/197 . 15/195 . 13/193 . 02/192 . 11/189
04/187 . 19/186 . 25/183 . 05/183 . 17/182 . 09/180
24/179 . 12/176 . 22/175 . 16/174 . 21/173 . 14/173
10/172 . 06/171 . 20/170 . 08/170 . 03/166 . 07/160
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Atraso das dezenas
19/000 . 18/000 . 17/000 . 20/000 . 21/000 . 24/000
23/000 . 22/000 . 10/000 . 13/000 . 06/000 . 05/000
03/000 . 07/000 . 08/000 . 01/001 . 04/001 . 12/001
16/001 . 14/001 . 15/001 . 11/001 . 25/002 . 09/002
02/003
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+ Veja também:

“Supernatural Superserious“
R.E.M. | Accelerate
Brasil | World
(Obs: lançamento nos Estados Unidos
previsto para o dia 01/04/2008)
Everybody here
Comes from somewhere
But they would just as soon forget
and disguise
At the summer camp where you volunteered
No one saw your face, no one saw your fear
If that apparition had just appeared
Took you up and away from this place and sheer humiliation
Of your teenage station
Nobody cares no one remembers and nobody cares
Yeah, you cried and you cried
He’s alive, he’s alive
Ah, you cried and you cried and you cried and you cried
If you call out safe then I’ll stop right away
If the premise buckles and the ropes starts to shake
For the details mark
With the stories the same
You don’t have to explain
You don’t have to explain
Humiliation
Of your teenage station
Yeah, you cried and you cried
He’s alive, he’s alive
Ah, you cried and you cried and you cried
And you realized your fantasies are
Dressed up in travesties
Enjoy yourself with no regrets
Everybody here comes from somewhere
If they would just as soon forget,
And disguise
Yeah, you cried and you cried
He’s alive, he’s alive/a lie
Yeah, you cried and you cried and you cried and you cried
Now there’s nothing dark and there’s nothing weird
Don’t be afraid I’ll hold you near
From the séance where you first betrayed
An open heart on a darkened stage’s celebration
Of your teenage station
Zen experience sweet delirious
Supernatural superserious
Inexperience sweet delirious
Supernatural superserious
Wow!
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+ Letras de Músicas | Song Lyrics | Videoclipes
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Assista o videoclipe | Watch the video clip
Supernatural Superserious | R.E.M.
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+ Veja também:
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Hancock (2008), comédia de Peter Berg, estrelado por Will Smith, Jason Bateman e Charlize Theron. Estréia nos Estados Unidos em 02/07/2008.
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+ Veja também:
Big Brother, 1984 e George Orwell
Livro: 1984 | George Orwell
Brasil | World
O livro 1984, de George Orwell, é uma metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. O mais famoso, polêmico e estrondoso dos livros de George Orwell foi escrito dois anos antes da morte do autor. Tuberculoso, sabendo que o fim se aproximava, lutou contra o tempo para colocar no papel sua visão de um mundo que o desapontava e caminhava perigosamente para o oposto de todos os sonhos de fraternidade e solidariedade. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte para poder acabá-lo.
O livro é considerado uma das mais citadas antiutopias literárias, junto com Fahrenheit 451, Admirável Mundo Novo e Laranja Mecânica. Nele é retratada uma sociedade onde o Estado é onipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada. O chefe supremo do Partido, o Grande Irmão (Big Brother no original em inglês), vigia os indivíduos e mantém um sistema político cuja coesão interna é obtida não só pela opressão, mas também pela construção de um idioma totalitário que, quando completo, impediria a expressão de qualquer opinião contrária ao Partido.
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Na sociedade descrita por Orwell, todos as pessoas estão sob constante vigilância das autoridades, principalmente através das “teletelas” (dispositivo assemelhado a uma televisão, através do qual o Estado vigia cada cidadão). A descrição física do “Grande Irmão” (Big Brother) assemelha-se a Josef Stalin (ex-líder da União Soviética), e a propaganda do estado constantemente lembra aos indivíduos: “o Grande Irmão zela por ti” ou “o Grande Irmão está te observando”. O conceito do livro transposto para a sociedade moderna retrata o domínio das massas pelas mídias, principalmente pela televisão, que controla a cultura da maior parte da população como um pastor controla um rebanho, e conduz os costumes do povo da forma que melhor lhe convier.
“Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota prensando um rosto humano para sempre.” (George Orwell)
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+ Veja também:
17/02/2008

Ficção
01. A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS
MARKUS ZUSAK
02. O CAÇADOR DE PIPAS
KHALED HOSSEINI
03. A CIDADE DO SOL
KHALED HOSSEINI
04. O GUARDIÃO DE MEMÓRIAS
KIM EDWARDS
05. A SOMBRA DO VENTO
CARLOS RUIZ ZAFÓN
06. A CONSPIRAÇÃO FRANCISCANA
JOHN SACK
07. HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE (Vol. 7)
J. K. ROWLING
08. A BÚSSOLA DE OURO
PHILIP PULLMAN
09. REPARAÇÃO
IAN MCEWAN
10. A FACA SUTIL
PHILIP PULLMAN

Não-Ficção
01. 1808
LAURENTINO GOMES
02. O SEGREDO
RHONDA BYRNE
03. O MONGE E O EXECUTIVO
JAMES C. HUNTER
04. ONDE ESTÁ TERESA?
ZIBIA GASPARETTO
05. VALE TUDO: TIM MAIA
NELSON MOTTA
06. A LEI DA ATRAÇÃO
MICHAEL J. LOSIER
07. MARLEY E EU
JOHN GROGAN
08. CASAIS INTELIGENTES FICAM RICOS
DAVID BACH
09. O QUE TODA MULHER INTELIGENTE DEVE SABER
STEVEN CARTER & JULIA SOKOL
10. OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA
T. HARV EKER
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+ Veja também:
Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0298
(18/02/2008)
01 03 04 06 07 08 11 12 13 14 15 16 21 22 24
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Freqüência das dezenas
01/200 . 23/196 . 15/195 . 13/192 . 02/192 . 11/189
04/187 . 19/185 . 25/183 . 05/182 . 17/181 . 09/180
24/178 . 12/176 . 22/174 . 16/174 . 14/173 . 21/172
10/171 . 06/170 . 20/169 . 08/169 . 03/165 . 07/159
18/158
Atraso das dezenas
14/000 . 01/000 . 12/000 . 15/000 . 16/000 . 24/000
22/000 . 21/000 . 11/000 . 13/000 . 04/000 . 03/000
07/000 . 06/000 . 08/000 . 23/001 . 10/001 . 09/001
25/001 . 02/002 . 18/002 . 17/002 . 19/002 . 05/004
20/004
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+ Veja também:
Fidel Castro anuncia renúncia à presidência de Cuba
Em carta publicada no jornal estatal Granma, o líder cubano Fidel Castro, que permaneceu mais de 46 anos à frente do poder em Cuba, anunciou que não voltará a ocupar a presidência. Lutando para manter-se em boa saúde após uma cirurgia no intestino, Castro estava afastado do poder desde julho de 2006, quando passou o comando do país ao irmão, Raúl. Na mensagem ao povo cubano, Fidel prometeu continuar escrevendo artigos, mantendo o papel de “soldado das idéias” que assumiu nos últimos meses em Cuba.
Na carta de despedida, Fidel fala ainda das limitações que os problemas de saúde trouxeram, ressaltando que “trairia sua consciência assumir uma responsabilidade que requer mobilidade e entrega total, o que não estou em condições físicas de oferecer.” E acrescenta: “Falo isso sem drama.”
“A meus caros compatriotas, que me deram a imensa honra de me eleger, recentemente, como membro do Parlamento (…) comunico que não desejarei nem aceitarei - repito - não desejarei nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado e Comandante Chefe”, diz a carta.
—–
+ Veja também:

“Disparada“
Jair Rodrigues
Brasil | World
Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar
Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo
Estava fora de lugar, eu vivo pra consertar
Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
Não por um motivo meu ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
Do dono de uma boiada cujo um vaqueiro morreu
Boiadeiro muito tempo, laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando, até que um dia acordei
Então não pude seguir valente em lugar tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente
Se você não concordar não posso me desculpar
Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar
Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu querer ir mais longe que eu
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei
Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu querer ir mais longe que eu
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei
+ Veja também:
Best Seller Books
nos Estados Unidos
Fev 17, 2008

Ficção
1. THE APPEAL
John Grisham
Brasil | World
2. 7TH HEAVEN
James Patterson & Maxine Paetro
Brasil | World
3. DUMA KEY
Stephen King
Brasil | World
4. STRANGER IN PARADISE
Robert B. Parker
Brasil | World
5. A THOUSAND SPLENDID SUNS (A Cidade do Sol)
Khaled Hosseini
Brasil | World

Não-Ficção
1. IN DEFENSE OF FOOD
Michael Pollan
Brasil | World
2. AN INCONVENIENT BOOK
Glenn Beck & Kevin Balfe
Brasil | World
3. REAL CHANGE
Newt Gingrich & Vince Haley & Rick Tyler
Brasil | World
4. I AM AMERICA (AND SO CAN YOU!)
Stephen Colbert
Brasil | World
5. TOM CRUISE: An Unauthorized Biography
Andrew Morton
Brasil | World

Auto-Ajuda
1. THE SECRET (O Segredo)
Rhonda Byrne
Brasil | World
2. YOU: STAYING YOUNG
Michael F. Roizen & Mehmet C. Oz
Brasil | World
3. ONE MONTH TO LIVE
Kerry & Chris Shook
Brasil | World
4. BECOME A BETTER YOU
Joel Osteen
Brasil | World
5. HOW NOT TO LOOK OLD
Charla Krupp
Brasil | World
Filme Tropa de Elite recebe o Urso de Ouro em Berlim
O filme brasileiro “Tropa de Elite” (que tem o seu lançamento previsto em DVD para o dia 27/02/2008), de José Padilha, foi o vencedor do Urso de Ouro de Melhor Filme em Berlim. O Urso de Prata ficou com o documentário sobre tortura em em Abu Ghraib “Standard Operating Procedure”, do norte-americano Errol Morris.
“É difícil expressar sentimentos em qualquer língua. Costa-Gavras é um herói para todos na América Latina, por todos os filmes que fez”, disse o diretor brasileiro ao receber o prêmio das mãos do presidente do júri, o diretor franco-grego Constantin Costa-Gavras.
Apesar da recepção majoritariamente negativa que teve na mídia internacional –a produção brasileira chegou a ser chamada de “fascista” pela revista americana “Variety”–, “Tropa de Elite” desbancou os favoritos “Sangue Negro”, de Paul Thomas Anderson, e a comédia “Happy-Go-Lucky”, de Mike Leigh.
Na sexta-feira (15), Padilha rebateu às críticas internacionais dizendo que, independente de se gostar ou não de “Tropa de Elite”, o importante é o debate que o filme teria causado.
Além do filme de Padilha, mais uma produção brasileira foi premiada em Berlim: Daniel Ribeiro recebeu o Prêmio Geração 14 Plus, voltado ao público jovem, pelo curta-metragem “Café com Leite”.
O último filme brasileiro a vencer um Urso de Ouro foi “Central do Brasil”, de Walter Salles, em 1998.
Estratégia internacional
A vitória de “Tropa de Elite” em Berlim faz parte de uma estratégia da Weinstein Company, que detém os direitos do filme fora do Brasil. Os irmãos Bob e Harvey Weinstein (ex-donos da Miramax) resolveram retirar o filme de do Festival de Sundance, em janeiro, para fazê-lo competir na Berlinale e no Festival de Cannes, que acontece em maio.
Dessa forma, “Tropa de Elite”, pelo menos por enquanto, opta por uma carreira européia — ainda mais depois de ser preterido na indicação nacional ao Oscar por “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburguer, que não chegou à seleção final. Em setembro, enquete realizada pelo UOL apontou que 61,64% dos internautas indicariam o filme de José Padilha como candidato brasileiro ao Oscar.
Sucesso popular
Antes mesmo de sua estréia no Brasil, dia 5 de outubro de 2007, o filme “Tropa de Elite” já era um dos mais comentados da história do cinema brasileiro, por conta da inédita pirataria de cópias não-finalizadas do longa-metragem. Mesmo assim, o foi o filme brasileiro mais visto de 2007, encerrando o ano com 1,9 milhão de pagantes nos cinemas (a estimativa de cópias piratas vendidas é de 11,5 milhões).
O sucesso popular de “Tropa de Elite” foi tamanho que camelôs do Rio de Janeiro e São Paulo chegaram a distribuir “continuações” do filme, na verdade vídeos institucionais produzidos pelo Bope (Batalhão de Operações Especiais, divisão da Polícia Militar carioca da qual faz parte o Capitão Nascimento, protagonista do filme) para confrontar os vídeos produzidos pela facção criminosa Comando Vermelho e distribuídos nas favelas cariocas.
A vocação pop do filme se expressou de várias formas: fantasias de “Tropa de Elite” foram o grande sucesso no Carnaval de 2008, os MCs Cidinho e Doca (autores do “Rap das Armas”, trilha das primeiras cenas do filme) passaram a fazer shows na em todo país e o quadro-paródia “Bofe de Elite” fez com que o programa do humorista Tom Cavalcante, na Record, ocupasse freqüentemente a liderança no Ibope.
Polêmicas
“Tropa de Elite” também foi alvo de críticas no Brasil, por conta da maneira como trata temas polêmicos como a violência policial no combate ao crime, a responsabilidade dos compradores de drogas e a suposta hipocrisia das passeatas de paz organizadas pela classe média. Diversas vezes o diretor José Padilha e o protagonista Wagner Moura tiveram que defender-se da acusação de “fascismo” e apologia à violência no filme - a ponto do ator, ainda em outubro, já se dizer cansado de responder às mesmas críticas.
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+ Veja também:
Plano de saúde não pode negar nenhum tratamento médico
Tratamento de câncer
Empresa que presta atividade econômica correlacionada com os serviços médicos e de saúde tem os mesmos deveres do Estado, ou seja, prestar assistência integral para os consumidores. Por isso, não pode negar cobertura de exames e tratamentos. O entendimento é da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Os desembargadores, por maioria de votos, condenaram a Unimed Uberlândia a arcar com o tratamento de quimioterapia de uma paciente, mesmo sem previsão de cobertura no contrato.
A dona de casa aderiu ao plano de saúde por meio da empresa de seu marido, em 1997. Em 2007, descobriu que estava com câncer de mama e teria de fazer, com urgência, sessões de quimioterapia. Como o plano contratado não cobria tal tratamento, tentou migrar para outro. Foi, então, informada que seu marido e todos os funcionários da empresa, usuários do mesmo plano, teriam também de fazer a migração e cumprir um período de carência de 180 dias. Período este que a paciente não poderia esperar.
Em julho de 2007, a paciente pagou mais de R$ 1 mil pela primeira sessão de quimioterapia. A cliente entrou com ação na Justiça. A primeira instância entendeu que a cooperativa não era responsável pela cobertura do tratamento. Ela ajuizou Agravo de Instrumento no TJ mineiro.
Os desembargadores Antônio de Pádua (relator) e Valdez Leite Machado (1º vogal) atenderam ao pedido da dona de casa por entender que a saúde não pode ser comparada a uma atividade econômica qualquer.
“O direito à vida, à saúde e à dignidade humana, são direitos constitucionalmente assegurados, para que não se tenha o risco de prejuízos irreparáveis. Como a saúde não se caracteriza como uma mercadoria qualquer, nem pode ser confundida com outras atividades econômicas, tem-se que o particular, que presta uma atividade econômica correlacionada com os serviços médicos e de saúde, possui os mesmos deveres do Estado, ou seja, os de prestar uma assistência integral para os consumidores dos seus serviços”, destacou o relator.
O desembargador Elias Camilo ficou vencido. Ele considerou que, no caso em questão, há exclusão expressa no contrato, que foi firmado antes da vigência da Lei 9.656/1998 (que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde), para custeio dos tratamentos de quimioterapia e radioterapia.
Processo 1.0702.07.395986-9/001
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+ Veja também:
Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0297
(14/02/2008)
01 04 07 08 09 10 12 14 15 16 21 22 23 24 25
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Freqüência das dezenas
01/199 . 23/196 . 15/194 . 02/192 . 13/191 . 11/188
04/186 . 19/185 . 25/183 . 05/182 . 17/181 . 09/180
24/177 . 12/175 . 22/173 . 16/173 . 14/172 . 10/171
21/171 . 20/169 . 06/169 . 08/168 . 03/164 . 18/158
07/158
Atraso das dezenas
12/000 . 23/000 . 01/000 . 14/000 . 16/000 . 15/000
10/000 . 09/000 . 21/000 . 22/000 . 04/000 . 25/000
08/000 . 07/000 . 24/000 . 19/001 . 18/001 . 11/001
02/001 . 03/001 . 06/001 . 17/001 . 13/002 . 05/003
20/003
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+ Veja também:

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Indiana Jones 4 (Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull) - 2008. Filme de Steven Spielberg, história de George Lucas e roteiro de David Koepp.
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+ Veja também:
10/02/2008

Ficção
01. O CAÇADOR DE PIPAS
KHALED HOSSEINI
02. A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS
MARKUS ZUSAK
03. A CIDADE DO SOL
KHALED HOSSEINI
04. A SOMBRA DO VENTO
CARLOS RUIZ ZAFÓN
05. O GUARDIÃO DE MEMÓRIAS
KIM EDWARDS
06. A CONSPIRAÇÃO FRANCISCANA
JOHN SACK
07. HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE (Vol. 7)
J. K. ROWLING
08. A BÚSSOLA DE OURO
PHILIP PULLMAN
09. A FACA SUTIL
PHILIP PULLMAN
10. REPARAÇÃO
IAN MCEWAN

Não-Ficção
01. 1808
LAURENTINO GOMES
02. VALE TUDO: TIM MAIA
NELSON MOTTA
03. O SEGREDO
RHONDA BYRNE
04. O MONGE E O EXECUTIVO
JAMES C. HUNTER
05. MARLEY E EU
JOHN GROGAN
06. ALÔ, CHICS!
GLORIA KALIL
07. MEU NOME NÃO É JOHNNY
GUILHERME FIUZA
08. OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA
T. HARV EKER
09. CÓDIGO DA VIDA
SAULO RAMOS
10. ONDE ESTÁ TERESA?
ZIBIA GASPARETTO
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+ Veja também:
Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0296
(11/02/2008)
02 03 06 07 08 11 12 14 15 16 17 18 19 22 25
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Freqüência das dezenas
01/198 . 23/195 . 15/193 . 02/192 . 13/191 . 11/188
19/185 . 04/185 . 25/182 . 05/182 . 17/181 . 09/179
24/176 . 12/174 . 22/172 . 16/172 . 14/171 . 21/170
10/170 . 20/169 . 06/169 . 08/167 . 03/164 . 18/158
07/157
Atraso das dezenas
11/000 . 22/000 . 12/000 . 17/000 . 15/000 . 14/000
19/000 . 08/000 . 03/000 . 02/000 . 25/000 . 18/000
07/000 . 06/000 . 16/000 . 23/001 . 24/001 . 21/001
13/001 . 04/001 . 10/001 . 05/002 . 20/002 . 01/002
09/003
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+ Veja também:
Best Seller Books
nos Estados Unidos
Fev 10, 2008

Ficção
1. THE APPEAL
John Grisham
Brasil | World
2. DUMA KEY
Stephen King
Brasil | World
3. PLUM LUCKY
Janet Evanovich
Brasil | World
4. SIZZLE AND BURN
Jayne Ann Krentz
Brasil | World
5. A THOUSAND SPLENDID SUNS (A Cidade do Sol)
Khaled Hosseini
Brasil | World

Não-Ficção
1. IN DEFENSE OF FOOD
Michael Pollan
Brasil | World
2. AN INCONVENIENT BOOK
Glenn Beck & Kevin Balfe
Brasil | World
3. REAL CHANGE
Newt Gingrich & Vince Haley & Rick Tyler
Brasil | World
4. TOM CRUISE: An Unauthorized Biography
Andrew Morton
Brasil | World
5. I AM AMERICA (AND SO CAN YOU!)
Stephen Colbert
Brasil | World

Auto-Ajuda
1. THE SECRET (O Segredo)
Rhonda Byrne
Brasil | World
2. HOW NOT TO LOOK OLD
Charla Krupp
Brasil | World
3. BECOME A BETTER YOU
Joel Osteen
Brasil | World
4. YOU: STAYING YOUNG
Michael F. Roizen & Mehmet C. Oz
Brasil | World
5. THE DANGEROUS BOOK FOR BOYS (O Livro Perigoso para Garotos)
Conn Iggulden & Hal Iggulden
Brasil | World
Concurso Público: Prefeitura Municipal de Paulo Afonso - BA
Cargo: Diversos cargos
Salário inicial de até R$ 7.000,00
Requisito: 1º e/ou 2º e/ou 3º Grau
Vagas: 1.864
Inscrições até 27/02/2008
Mais informações: CONSULPLAN
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Tom Cavalcante não pode imitar Sílvio Santos
O comediante Tom Cavalcante, da TV Record, continua proibido de fazer paródias sobre o apresentador Silvio Santos. Isso porque o recurso apresentado pela defesa do apresentador no Superior Tribunal de Justiça não foi analisado. O ministro João Otávio de Noronha entendeu que o recurso não pode ser apreciado no tribunal porque necessita de reexame do processo. Com isso, permanece válida a posição do Tribunal de Justiça de São Paulo, que impediu a Rede Record de apresentar as paródias sob pena de multa.
No STJ, a defesa de Tom Cavalcante alegou divergência entre a decisão do TJ paulista e o posicionamento de outros tribunais. Esse argumento foi rejeitado pelo ministro Noronha por não ter sido apresentada a comparação jurídica entre as decisões. O processo em si discute direito autoral e ainda cabe recurso da decisão do ministro do STJ tanto ao próprio tribunal quanto ao Supremo Tribunal Federal, caso seja alegada violação constitucional.
A defesa de Tom Cavalcante argumentou, no STJ, que a lei que protege os direitos autorais (Lei 9.610/98) permite a elaboração de paródia, o que não estaria sendo verificado no processo. Afirmou que estaria sendo feita uma imitação de maneira respeitosa e “demonstrando apenas o que tantos outros comediantes fazem há anos, ou seja, a paródia de Sílvio Santos”. Argumentou, ainda, que as decisões anteriores estariam violando a Constituição no que tange à liberdade de expressão, além de artigos do Código Civil e do Código de Processo Civil. Os argumentos não foram aceitos.
O caso
Inicialmente, o SBT e Sílvio Santos ingressaram com ação cautelar na primeira instância para que fosse determinado à Record e a Tom Cavalcante que não mais produzissem, gerassem e transmitissem os sons e imagens que compunham o quadro denominado Qual é a Música, do programa Show do Tom. O pedido foi aceito. Eles obtiveram liminar proibindo a paródia, sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
O SBT e Sílvio Santos recorreram, então, ao TJ-SP. Solicitaram o aumento do valor da multa e pediram que a proibição fosse estendida ao quadro Gentalha que Brilha, uma paródia do original Gente que Brilha, do SBT. Também pediu que fosse preservada da imitação a imagem de Sílvio Santos, incluindo seu timbre de voz e indumentária. Para a emissora e o apresentador, isso era feito de forma depreciativa e irônica. Uma nova liminar foi concedida nos termos do pedido, porém, sem o aumento da multa.
De acordo com o processo, tanto o quadro Qual é a Música como Gente que Brilha têm registro de marcas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O TJ paulista baseou o entendimento no Código Civil de 2002 (artigo 20).
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+ Veja também:
Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0295
(07/02/2008)
02 03 04 06 10 13 15 16 17 18 19 21 23 24 25
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Freqüência das dezenas
01/198 . 23/195 . 15/192 . 13/191 . 02/191 . 11/187
04/185 . 19/184 . 05/182 . 25/181 . 17/180 . 09/179
24/176 . 12/173 . 22/171 . 16/171 . 21/170 . 10/170
14/170 . 20/169 . 06/168 . 08/166 . 03/163 . 18/157
07/156
Atraso das dezenas
18/000 . 17/000 . 16/000 . 19/000 . 21/000 . 25/000
24/000 . 23/000 . 15/000 . 13/000 . 10/000 . 06/000
04/000 . 03/000 . 02/000 . 20/001 . 05/001 . 07/001
11/001 . 12/001 . 08/001 . 01/001 . 22/002 . 09/002
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+ Veja também:
Automóvel: Consórcio, leasing ou financiamento?
por Sophia Camargo
O que é mais vantajoso na hora de comprar um automóvel? Optar por financiamento, leasing ou consórcio? Esta é fácil: comprar à vista, claro. Além de não pagar juros e não acumular dívidas, ainda se pode obter descontos interessantes.
Mas a verdade é que ao comprar o carro, a maioria absoluta opta por algum tipo de venda a prazo. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef), cerca de 70% dos automóveis são vendidos dessa forma.
E dentre as modalidades de venda a prazo, o leasing é a carteira que mais vem se destacando: pelo último levantamento da instituição, de novembro de 2007, a modalidade apresentou um crescimento de 83% em um ano.
O motivo, segundo especialistas consultados para esta reportagem, é a não incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre esta operação, já que o leasing não é um financiamento, mas um arrendamento mercantil, uma espécie de aluguel. Nada, nada, são 3,5% de alíquota a menos no ano, fora a cobrança de 0,38%.
De acordo com Sergio Soares, gerente de vendas da Sabrico, o critério de escolha dos clientes é quase sempre o mesmo: “É o da prestação mais barata, a que cabe no bolso”, resume. Segundo ele, muitas pessoas têm preconceito contra o leasing, por conta dos problemas resultantes da desvalorização cambial em 1999. Agora ele garante que tal risco não existe mais. “Quando as pessoas percebem isso, acabam optando pelo leasing, por conta do preço menor”, diz.
Na simulação de compra de um veículo Volkswagen modelo FOX 1.0, cujo valor em janeiro estava em R$ 31.990,00, pela tabela cheia, comprar o carro por meio de leasing custava 6,03% mais barato que financiar. Já quem optava pelo consórcio podia economizar 33,22% ante o financiamento.
Ainda assim, para o consultor de vendas de automóvel André Belchior Torres, apesar de ser a opção mais cara dentre as três, o financiamento via Crédito Direto ao Consumidor (CDC) ainda é a melhor opção.
Afinal, no leasing, o carro não fica no nome do comprador. Por ser uma espécie de aluguel, o veículo permanece no nome do banco até a conclusão da compra, o que, na opinião do consultor, dificulta a revenda do carro ou o repasse da dívida, se o comprador desistir do negócio no meio do caminho.
O consórcio, segundo ele, é sem dúvida a opção mais barata dentre as três, já que não cobra juros, mas apresenta uma grande desvantagem: a incerteza de receber o carro em pouco tempo.
“No consórcio, o comprador tem de aguardar o sorteio do carro, que pode vir no primeiro mês ou no último”. Se tiver pressa e algum dinheiro em caixa, o consorciado poderá participar dos lances, mas ainda assim corre o risco de ficar na espera por algum tempo.
Uma coisa é certa: os endividamentos muito longos (via leasing ou CDC) de mais de 60 meses, não são recomendados. Além de comprometerem a renda por um período maior, signific
