Saúde: Distrofia Simpático Reflexa (DSR)
A distrofia simpático-reflexa (DSR) é um distúrbio doloroso complexo, que se apresenta com uma dor intensa e persistente, em um dos braços. A dor é associada à queimação, disestesia, parestesia e hiperalgesia ao frio e sinais clínicos de disfunção do sistema nervoso autonômo (cianose, edema, frio e alteração de transpiração local).
Esta doença complexa vem recebendo diversas denominações, tais como, algodistrofia, causalgia, atrofia de Sudeck, síndrome ombro-mão, neuroalgodistrofia, distrofia simpática pós-traumática ou síndrome dolorosa regional complexa tipo 1.
Atualmente, há grande controvérsia a respeito da origem da DSR. Alguns autores acreditam que esta doença é decorrente de um mecanismo neuronal reflexo após um evento de trauma físico (batida, acidente etc), levando à percepção anormal da dor. Em mais de 60% dos casos, descritos em adultos, há história efetiva de um trauma. Mas a DSR ocorre também mais freqüentemente em adultos, que sofrem um trauma psicológico, mas já tinham uma instabilidade emocional, depressão, mania e insegurança. Esse quadro de DSR pode surgir em crianças que apresentam um perfil de perfeccionista e empreendedora, e o quadro pode ser precedido ou agravado por fatores estressantes, próprios da idade, como desavenças entre os pais ou morte de familiares, início na escola, etc.
O quadro de DSR pode não vir sozinho, mas, pode estar associado a outras dores com disfunção do sistema nervoso autônomo, tais como: enxaqueca, síncope, fibromialgia e dor abdominal. O envolvimento de membros inferiores se bem que mais raro, também pode ocorrer com as mesmas características dos membros superiores associado, porém, à incapacitação de deambulação. Também existe o trauma físico e o emocional e a presença de um inchaço que dificulta o diagnóstico vasomotor, que se manifestou como aumento de temperatura em dois membros acometidos, diminuição de temperatura em um, eritema fixo em dois, cianose e sudorese em um. Três pacientes apresentavam também dormência e parestesia no local afetado. Assim, como na maioria das síndromes dolorosas os exames laboratoriais geralmente são normais. O tratamento é feito com antiinflamatórios não-hormonais (AINH) (ácido acetilsalicílico, endometacina, ibuprofeno ou naproxeno) associados a sessões de fisioterapia. Quando necessário é recomendado o uso de anti-depressivo para aliviar a dor que é muito semelhante à fibromialgia.
I. Karacan e colaboradores, fisiatras, da Universidade de Istanbul, Turquia, estudaram 32 pacientes adultos, com a DSR, sendo que 20 pacientes (62,5%) tinham perda de massa óssea na mão afetada e 11 pacientes (34,4%) somente na mão afetada do lado da dor e 9 pacientes (28,1%) nos dois lados. Os autores observaram que no lado não afetado o grau de osteoporose é menor e a osteoporose nos ossos da bacia e da coluna desses pacientes tem perdas ósseas correspondentes ao tempo de queixas da dor da DSR.
Os autores chamam a DSR como síndrome de Sudeck ou como recomenda a Associação Internacional de Estudo da Dor de síndrome dolorosa regional complexa tipo 1.
Fonte: Revista de Atualização Médica
—–
+ Veja também:







37 comentários
Feed de comentários deste artigo
março 17, 2011 às 12:15 am
valdo
Ola sou valdo eu gostaria de saber se essa doença DSR tem cura
fevereiro 19, 2011 às 7:21 pm
Bianca
Boa tarde a todos, após um ano e três meses de licença médica e tratamento devido a DSR no pé direito, tive grande melhora, voltei a trabalhar a uma semana,glória a Deus!, ainda faço fisioterapia e acupuntura, as vezes tomo anti-inflamatório para aliviar a dor, apesar de sentir ainda a queimação e um pouco de dor estou conseguindo voltar a minha rotina de trabalho.Percebo que os sintomas estão regredindo gradativamente e sei que tudo ficará bem.O médico que me tratou se chama Alexandre Cintra, atende em madureira/RJ e no Méier/RJ. Não desistam!
janeiro 18, 2011 às 2:10 am
Tereza
Minha mãe caiu há um ano e teve que colocar duas proteses no braço. na ocasião da queda a mão dela estava normal. fechava os dedos e mexia. A dor era no cotovelo e no ombro. Fez a operação e 24 horas depois o médico veio tirou o gesso disse que estava tudo bem e BINGO colocou o gesso de novo, ou seja, o mesmo gesso que tinha tirado. Cerca de 30 minutos depois ela começou a sentir dores na mão esquerda que até então estava otima. A dor aumentou a enfermeira aumentou o analsegico, a dor tornou-se insuportável, ela dizia que era uma bola de fogo na mão. O medico foi chamado e tirou o gesso que tinha colocado de forma errada, ai disse “pronto” e foi embora. Pronto para ele, pois nas consultas seguintes ela relatou a dor e ele achou normal. A dor nunca cessou desde então. Um neurologista descobriu que era DSR e a próvavel causa o gesso recolocado de forma errada. Faz um ano que minha mãe sofre. Ela era ativa, dirigia, ainda trabalhava por prazer, pois é médica. Agora depende de alguém para ajudá-la em várias coisas e provavelmente não vai mais dirigir. Para evitar problemas dou apenas duas dicas, o hospital fica na pontes vieira e o medico tem o primeiro nome do R …. Gaucho que veio jogar no Flamengo, pena que na Medicina não foi craque como ele. Aliás, apesar de ter tratado uma colega e com certeza ter notado a besteira que fez, nunca deu um telefonema para saber como ela estava e porque daria, não é mesmo?
Infelizmente, os depoimentos comprovam que a DSR é cruel, dolorosa e quase sempre incurável.
março 7, 2011 às 9:41 pm
carlos alberto
Olá sou portador de Distrofia Simpatica Reflexa a poucos dias e gostaria de discutir mais sobre este assunto se possivel.
novembro 24, 2010 às 11:23 pm
renata
Faz 2 anos que fui diagnosticada, faco ate hoje tratamento com uma especialista( Terapeuta Ocupacional) ela utiliza eletroestimulacoes e consegui algumas evolucoes . Tomo medicamentos ainda , pois preciso deles para enfrentar a dor, ando fazendo cargas medicamentosas.
Gostaria de mais trocas de experiencias
novembro 11, 2010 às 7:48 pm
Rosana
Sofro com essa doença (DSR) a quase 8 anos, tomo vários tipos de remédios e já fiz tres cirurgias nos ombros, pois os tendões se rompem. Tenho nove parafusos: tres no ombro direito e 6 no esquerdo. Embora tenha acusado em exames que mais tendões nos dois ombros se romperam, meu ortopedista (ESPECIALISTA EM OMBROS), não aconselhou outra cirugia , pois pode piorar meus movimentos, que já está bem comprometido no ombro esquerdo. Estou num estágio mt delicado da doença e ainda não consegui aposentadoria, pois os peritos desconsideram os laudos dos tres médicos q me acompanham: ortopedista, reumatologista e psiquiatra, pois desenvolvi uma depressão severa. Tomo remédios como cymbalta p depressão, rivotril p ansiedade e lyryca c/ cisax p dor, mas esses últimos estão me deixando inchada e isso piora meu lado emocional, consequentemente o físico.Sou dependente do meu marido até p tomar banho e estou mt desanimada, pois as dores me tiram a vontade de viver, pq é constante. Não sei mais o q fazer, temtei todos os tratamentois indicados, porém a DRS só piora e fico péssima cada vez que tenho q fazer perícia no inss. Embora vejam o inchaço nos meus ombros e os laudos e exames, desconsideram completamente o problema. Não sei mais o q fazer. Se alguém puder me ajudar nessa questão com alguma dica, agradeço. Abraços
agosto 26, 2010 às 6:11 pm
Rose
Meu nome é Rose.Há mais de um ano após uma fratura de punho, tenho passado por dias cruciante com bastante dor.O meu médico me informou que estou com DRS. Confesso que tem sido dificil, pois sou profissional da aréa de saúde, onde necessito das duas mãos. Agora mesmo estou afastada do trabalho por noventa dias. Onde os patrões e colegas pensam que é brincadeira.Mas hoje sei que tem muita gente passando por esse dor. Espero,que em breve possa achar uma solução para nós.Sim quero também relata que já fiz uso de medicação e fisioterapia iguais aos que reataram.
agosto 20, 2010 às 4:42 am
celia regina
gostaria de receber alguma novidade sobre novos tratamentos e alguem puder me ajudar agradeço
agosto 18, 2010 às 11:25 pm
celia regina
estou a 5 anos com essa doença minha vida mudou completamente minha mao encolheu e tenho convusoes sempre tomo varios medicamentos e sinto muita dor tenho 38 anos e ja aposentada por ivalidez aqui emcontrei uma forma de desabafar minha vida nao e mais amesma nao perco a esperança sei que um dia pode vir a cura
março 11, 2011 às 11:34 am
georgiana
Oi Celia ao ler seu depoimento eu chorei,pois enfim encontrei alguem falando a mesma coisa que eu estou passando.Há 1 ano estou sofrendo com DRS,tenossinovite.Já fiz bloqueios,fisioterapia e já tomei varios remedios e nada.Estou afastada do meu trabalho 1 ano,e exatamente esse tempo que a dor é a mesma(insuportavel) e o com edema no braço direito.Tenho acompanhamento de 02 médicos.Eu só ainda aguento e resisto essa dor pelas minhas filhas que são pequenas,mas a vontade que dá é de MORRER.
agosto 13, 2010 às 11:13 am
Gabriela Gomes
Há mais de 2 anos venho sofrendo de uma dor
que se caracteriza tipo uma queimação um pouco
acima do cotovelo na parte posterior do braço es-
querdo.Essa dor vem com uma intensidade muito
forte que parece que nessa regiäo do meu braço
esquerdo que citei ao Senhor,está sendo perfurada
por uma barra de ferro em brasa.Essa dor vem de
2 á 3 vezes na semana ,e dura em torno de seus
15 minutos ou quando é longa,por volta de 5 horas
com idas e vindas da dor nesse período.
Já nao aguento mais isso ,passei em todos os médicos possivéis nesse
país(moro no exterior) e nenhum decifra meu problema.
Lendo os sintomas de algumas pessoas aqui,me identifiquei bastante,pois parece ser o mesmo tipo de dor em alguns lugares diferentes.
Por favor alguém poderia me dar uma luz á respeito doque poderia ser isso .
Obrigada e melhoras á todos nós!
agosto 30, 2010 às 7:40 pm
matheus
Olá
Minha médica pediu exames de sangue e foi através dele que me falou que era DSR.
No meu caso não sinto mais dores ainda bem.
Boa sorte
agosto 2, 2010 às 8:05 pm
Maura
Meu nome é Maura, tenho 52 anos.
Em maio de 2010 fui operada da mão esquerda (síndrome do túnel do carpo), cirurgia esta que já havia sofrido na mão direita sem maiores complicações e com rápida recuperação após poucas sessões de fisioterapia. Na mão esquerda, tive a infelicidade de conhecer a DSR.
Estou fazendo fisioterapia,sendo medicada com amitriptiline (anti-depressivo), remédios anti-inflamatórios e tylex para amenizar as dores.
As atividades de fisioterapia tem me ajudado bastante! Mas as dores aparecem sempre com uma sensação de aderência, como fisgadas, parece ter umas agulhas me fincando e forçando a ficar com os dedos da mão encolhidos, procurando com isto sanar a dor.
A noite tenho sentido muitas dores estomacais e minha mão tem inchado, ficando com edemas no meio.
Banhar com água quente, fazendo movimentos onde o dedo polegar deva encontrar com o mindinho ameniza a dor. Tenho queimações na palma da mão e sentindo depressão por não esta trabalhando ou pior! Sinto-me chateada porque as pessoas não acreditam em mim.
Lendo os depoimentos dessas pessoas, acredito que o que pode ajudar mais será a hidro-ginástica, o que me possibilitara mais movimentos e tbém o fato da água ser quente, pode ajudar na recuperação.
O relaxamento, ou distrair a mente com pensamentos e imagens agradáveis, esta dando bons resultados e como disse o Dr Lefkowitz ter fé, nunca é demais( pelo menos devemos ACREDITAR que VAI melhorar!).
Como desejo sair “dessa” e vou sair, espero que todos tenham a mesma sorte!
outubro 13, 2010 às 10:58 pm
dri
Ola, há dois meses recebi o diagnóstico de distrofia simpatico reflexa. Isso ocorreu por conta de um entorse nos dedos da mão esquerda, que sofri há quatro meses atrás, e o ortopedista me informou que se trata de uma síndrome pós-trauma. Faço tratamento com amitriptilina, ibuprofeno e topiramato, além de fisioterapia para controle do edema e mobilização, para evitar o total enrijecimento das articulasções, pois estou somente com o movimento de pinça, que ainda não perdi, apesar do indicador estar também comprometido. O tratamento é lento, ainda não alcancei nenhum resultado, dói um pouco, parecem agulhadas, a mão fica com edema e a coloração é arroxeada dos dedos afetados, a palma da mão, também esta sendo afetada, não consigo fechá-la. Sinto que a doença avança. Tenho me informado sobre a cirurgia, meu médico apontou como uma alternativa no meu caso, que é recente, sem muitos danos às articulações, ossos e tecidos moles. O que acaba acontecendo quando não se trata a doença a tempo. Desejo a todos que sofrem com esta doença, muita disposição e estejam sempre buscando alternativas seguras para controle e se possivel cura. Se alguém puder me ajudar com alguma informação, por favor. Boa sorte a todos nós!
maio 17, 2010 às 12:09 pm
mara rosane
meu nome é mara rosane tenho 46 anos trabalho desde de os meus 13 anos e tambem trabalhei em frigorifico por varios anos estou no serviço publico a 15anos e tenho sofrido de dores a varios anos como faço exames e eles não acusam motivo para tantas dores e mãos com aumento de tamanho dores intensas dedos grossos dor ao movimentar porque para quem ve parece inchado mas o medico diz não ser porque quando aperta não fica sinal mais fundo no loca já fui chamada de mau carater ,mentirosa sinto vergonha da de dizer que sinto dor pois o medico da instituição quer que apareça em exames assim tenho que comparecer ao trabalho mesmo com dor as vezes penso em colocar fim a tanto sofrimento pois parece que vivo mentido agora mesmo sinto fortes dores ao digitar estraei louca criando estas dores apartir da minha mente tomo calmante ,analgesico tenho problemas na região da coluna c4e c5 cronica tenho tenosinovite no polegar da mão direita sinovite nos ombros
março 18, 2010 às 7:02 pm
Bianca
Oi, em dezembro compartilhei com todos as minhas dúvidas e busca sobre novos tratamentos, após tentar vários medicamentos o meu médico passou uma novo remédio chamado Lyrica(pregabalina), estou tomando há 14 dias continuamente e tive muita melhora da dor, tive algumas reações como forte tontura,dor de cabeça e sonolência nos 3 primeiros dias depois meu organismo acostumou.Consultem os seus médicos ,quem sabe essa é a chave que nos libertará desse mal?
março 14, 2010 às 11:52 pm
Matheus Bolivar
CARO EDIVALDO
NO MEU CASO A ACUMPUNTURA NAO DEU MUITO RESULTADO MAS CADA CASO E UM CASO PODE SER TENTADO E UMA ATERNATIVA. QUANTO A CIRURGIA NAO FOI NEM COGITADO ESTA IPOTESE NO MEU CASO OUVI FALAR PARA NAO FAZER POIS PODERIA PERDER OS MOVIMENTOS DO BRACO.
BOA SORTE
março 14, 2010 às 11:47 pm
Matheus Bolivar
BOA NOITE A TODOS
APOS NOVOS EXAMES DE SANGUE REALIZADOS OS NIVEIS ESTAO NORMAIS E NAO TENHO SENTIDO MAIS AS DORES REMEDIOS SO DE PRESSAO MALEATO DE ENALAPRIL 10 MG E PARA DOR DE CABECA QUE SEMPRE TIVE PAMELOR 25MG TODO SANTO DIA. ESPERO QUE TODOS TENHAM MELHORADO CASO VENHA A SENTIR AS DORES NO BRACO NOVAMENTE O QUE ESPERO QUE NAO ACONTECA CONTO COMO FOI.
fevereiro 9, 2010 às 12:04 am
Edivaldo
DSR….até a pouco tempo pra mim era “Descanso Semanal Remunerado”.
Tempo bom esse até que descobri da pior maneira possível o outro significado de DSR.
Dor…dor da pior espécie, dor que você não esquece em neunhum momento do dia.
Já tentei de tudo ,com excessão da acumputura , mas pelo depoimento de alguns colegas ai já estou desistindo também!
Li alguma coisa sobre uma cirurgia, alguém passaou por ela?
janeiro 28, 2010 às 5:44 pm
matheus
tenho 43 anos e a + – 07 meses comecarao os sintomas
dor no pulso direito. como trabalho com computadores o dia inteiro
achei que era por trabalhar muitas horas e que isso passaria
apos algum tempo veio a primeira crise. gente que dor e esta?
ja tive pedra nos rins 2 vezes mas esta dor ganhou de goleada
a vontade era de tirar o braco e voltar para buscar depois.
o primeiro medico me receitou remedios para presao e anti inflamatorios
fui tratado como se tivesse bursite. achei que estava bem. porem nova crise
veio para me lembrar do inferno em vida que esta dor causa.
era vespera de feriado o medico que estava de plantao me disse que podia tomar 02 comprimidos alias demorei tanto para ser atendido que quando
cheguei no medico a dor ja tinha aliviado tipo umas 3 hs de horror
procurei outro medico do plano este me pediu ultra som do ombro e pulso.
bursite disse ele me deu umas amostras gratis de remedio para dor. se voltar
a doer voce toma este .so que no ultra som era minimo o problema.
passei uns 02 meses bem achei que estivesse curado. para minha surpresa
antes de sair de ferias em dezembro ja sentia novos sintomas e comentava
com colega de trabalho cara meu braco esta doendo tomava remedios para dor e ia levando.
procurei nas ferias alternativa aos remedios acumpuntura me disseram faz que e bom
la fui eu. agulhas em meu braco junto com eletro estimulacao! sofria
mas pensava “e para meu bem. passei uns 10 dias melhor porem apos
uma das secoes pela manha tive uma crise violenta a tarde dai parei com
a acumpuntura. desisti do plano de saude e procurei uma reumatologista que
me pediu uma serie de exames de sangue,rx torax,scan de coluna e outro com agulhas onde cheguei a chorar na maca. remedios varios e alguns muito caros. pensei agora vai! ainda bem que so comprei uma cx de cada.
ligo de volta e a medica nao retorna para marcar o meu retorno poxa nem pagando. so pode me atender em abril.desisto e procuro outra reumatologista esta atenciosa,educada inclusive me passou o numero do celular para emergencia.olhou os exames eletro ok,coluna ok o das agulhas ok nada aparecia ate que comparou os exames de sangue e notou alteracoes. me disse que e doenca rara e que tem 80% de chance de ser dsr
ficou com os exames e ja marcou meu retorno pediu novo exame de sangue
e vai me dizer se e isso mesmo. trocou a medicacao so estou tomando o para pressao e um contra dor que e o mesmo de epilepsia fazer o que estou tomando e depois vamos aumentar a dose. no momento estou bem nao tive mais crises acho que ja vai para 14 dias espero que nao volte a sentir isso que coisa horrivel.so quem passa por isso sabe o quanto e doloroso
daqui a 30 dias digo o que aconteceu boa sorte a todos porque vamos precisar.
junho 30, 2010 às 5:20 pm
Mihelle
Oi Maheus, acabei de ler o seu relato sobre dst, minha mãe tem há mais de 8 anos no membro superior direito e agora está indo para o inferior. já fizemos de tudo até bloqueio dos glang e nada resolveu, ela faz fisioterapia sempre e isso é q não deixou piorar, mas as dores não abandonam. eu vi uma reportagem uma vez que seria interessante ela fazer um exame de eplepsia, pois a eplepsia tem um nervo que bloqueia os neuronios causadores da dor, fazendo assim q os nervos doam mais ainda, vi que vc toma remedios mesmos de epilepsia e gostaria de saber se no seu caso está resolvendo algo. por favor me de noticias. abs Michelle
agosto 30, 2010 às 7:31 pm
matheus
Olá Mihelle
desculpe pela demora em responder.
Tomei sim estes remédios no meu caso foi indicado para dor mesmo,
Porem comecei a sentir falta de ar e tb muito cançaço achei que fosse do remédio dai pedi minha médica para suspender ela disse que ok mas que isso não era do remédio.
Não senti mais dores no braço.
porém descobri uma cardiopatia grave a qual estou tratando e aguardando a cirurgia para 05 pontes de safena meu médico disse que dei azar pois este tipo de problema aumento das válvulas e esta quantidade de veias entupidas
não são normais com minha idade quase 44 e sim tipo 70
boa sorte para sua mãe.
dezembro 9, 2009 às 2:25 am
Bia
Oi,há 3 meses sinto dores no pé direito,diagnosticaram como metatarsalgia,descobri que tenho o sesamóide bipartido,fiz fisioterapia
por 3 meses sem melhora,há um mês foi dagnosticado como algoneurodisrofia simpatica reflexa,gostaria de me informar sobre novos tratamentos,há cura?Grata,Bia
outubro 26, 2009 às 10:42 am
KENOB
leiam com bastante atenção – este artigo é muito prático e esclarecedor!!!
outubro 21, 2009 às 1:20 am
Eliane Ruff Rebelatto
Não sei mais o que fazer com tanta dor que estou sentindo. Faço fisioterapia e naõ consigo movimentar meu braço. Fiz uma cirurgia de tendinite calcaria e agora disse o médiuco que estou com Distrofia simpático reflexa. O que faço. Qual a medicação que devo tomar, cirurgia resolve??? Não consigo mais dormir de dor, passo dia e noite com dor…
outubro 3, 2009 às 6:37 pm
Mayara Fernanda
Minha mãe está também com essa ditrofia simpático reflexa no braço direito e é decorrente a uma tirada de sangue que pegou o nervo dele… e o médico disse que é essa doença
agosto 31, 2009 às 1:32 pm
Vera
Olá,
meu nome é Vera e fraturei o 5º metatarso do pé direito a 5 meses, e como sinto muita dor e meu pé mudou de cor, procurei um ortopedista que me informou que desenvolvi essa “sindome”. Fiz fisioterapia, porém sem melhora, resolvi fazer acupuntura e hoje me sinto um pouco melhor. Quero saber qual o tempo estimado para a total recuperação?
setembro 18, 2009 às 7:24 am
Ana
Olá, gente!
Em julho de 2008, tive uma série de distensões na virilha…enfim no final acabei tendo DSR. Bem, fiquei de muletas, pois a ambulação era impossível. Fiz fisioterapia tradicional(tens, ultra-som) em casa com um fisioterapeuta durante mais ou menos três meses. O quadro de dor melhorou, porém observei junto com o médico q os movimentos, não. Pedi indicação e ele me indicou um outro fisioterapeuta que, graças a Deus era especialista em neuro, que conversou com o meu médico, e disse que iria me tratar na piscina, com água quente, pois a essa altura, o q eu precisava era de exercícios. E ficava difícil fazer fora da água, e dentro na piscina não havia impacto. Bem em menos de 1 mês abandonei as muletas. Em março, voltei a trabalhar(sou professora de inglês e dou aula em pé andando pra frente e pra trás), após 8 meses afastada de licença.
Hoje, após 1 ano e 2 meses. Faço hidroginástica, em uma academia q é voltada para recuperação de pacientes q tiveram algum tipo de problema como fratura, acidentes, etc.,
Sinto apenas um pequeno incômodo q a cada mês diminui.
Não sou médica, mas sei q estou curada, pois estou cada vez melhor. O médico disse q para ficarmos livres de todas as sensações leva tempo mesmo pq foi um problema no nervo. Não sinto dores e não tomo mais nenhuma medicação. A qual foi tirada aos poucos.
Não sei se todos os casos são como foi o meu. Mas, pelo menos sei q alguns têm cura. Sei o q estão passando e gostaria de dizer para não se entregarem ao desespero, jamais.
Procurem saber se é possível fazer exercícios na água. Pois, segundo o q me foi informado, é essencial a prática de exercícios
Boa sorte
julho 22, 2009 às 9:49 pm
terezinha
Tem sessenta dias que fraturei o punho esquerdo, e foi preciso fazer uma cirurgia, pois os tendões haviam se rompido, foi colocado dois pinos…etc… fiquei com gesso durante 30 dias, agora após várias sessões de fisioterapia o meu braço só tem piorado a dor e o inchaço na mão.Hoje fui ao médico e ele diagnosticou como distrofia simpático-reflexa. Estou muito preocupada gostaria de receber mais informações a respeito. Pois ele me encaminhou para outro médico no centro de oncologia, para tratamento da dor. Desde de já agradeço.
julho 7, 2009 às 11:19 am
rosemary
Olá eu tenho 30 anos e agora ha 3 meses que diagnosticaram essa doença de distrofia simpatico reflexo e gostaria de saber mais sobre essa doença, e ter contato com outras pessoas.
junho 27, 2009 às 4:04 pm
SELMA
ola, me chamo selma e tenho distrofia reflexa, tenho muita dor, mudança de temperatuta e inchaço no local, faço tratamento com medicaçoes fisioterapia, psicologa, mas não ta adiantando, parece que ta ficando endurecido meu braço e mãos, sou tecnica em enfermagem, to afastada do trabalho, e na pericia medica, não acreditam nessa doença. Espero que eles entendam um dia… obrigada.
setembro 10, 2009 às 5:44 pm
MARCOS
Minha esposa tem 43 anos e também sofre de DSR a 6 anos, e gostariamos de conhecer pessoas que estão passando pelos mesmo caso, como da Srª Selma, pois acreditamos que, nesse clube, possamos trocar idéias valiosas e conhecimentos sobre o assunto… em nosso mundo moderno devem haver descobertas cientificas, ou mesmos produtos naturais, que ajudam em muito na diminuição da dor e dos efeitos colaterais, inclusive a longo prazo, da distrofia… o mundo moderno tem nos pregado mais essa peça da sua longa listas de doenças intermináveis… pesquisando na internet descobri um doutor em Curitiba que afirma resolver o problema da dor com 70% de chances através de uma cirurgia simples… antes de me aprofundar não sei se conhecemos alguma pessoa que com distrofia simpático refexa fez a cirurgia e, mesmo não resolvendo o problema (conforme alerta o médico) da distrofia, ao menos livrou o paciente da dor… Como o nome da doença sugere tememos o futuro… mais acreditamos que possamos fazer alguma coisa agora para tornar esse futuro mais suportável…. estamos cansados de gastar muito dinheiro com remédios, e com isso seus acompanhantes efeitos colaterais…
Queríamos especialmente algo homeopático, natural, sei lá… muitas vezes sentimos o peso da depressão que nos esmaga dia a pós dia, no caso dela, e no meu caso visto que sofro também por vê-la desse jeito… se pudesse daria um dos meus braços pra ela e ficava com o outro pra ter alguma condição de continuar cuidando dela – esperamos contar com alguém e obrigado!
janeiro 4, 2010 às 10:50 pm
Sonia Conceição
Olá também passo por este processo doloroso em 2007 adquiri esta sindrome após rompimento de tendão, fiquei 1ano afastada de meu emprego, fazendo tratamento e fisioterapia obtive alta e voltei atrabalhar e mais uma vez a dor esta devolta, faço tratamento especilizado co9m a clinica da dor, foi ai que minhas crises me deram uma tregua, pois durante muitas vezes fazia bloqueio, tomava diversos tipos de medicamentos, inclusive anti depresão, querendo mais informação entre em contato comigo, que poderemos trocar esperiências.
dezembro 9, 2009 às 5:20 pm
CATI CILENE
OLÁ SELMA, EU ME CHAMO CATI CILENE E TB DESCOBRI HJÁ 5 MESES QUE ESTOU COM ESTA SINDROME, TENHO OS MESMOS SINTOMAS QUE VC E POR INCRIVEL QUE PAREÇA MESMO EU ESTANDO COM LAUDOS CONCLUSIVOS MÉDICOS OS PERITOS DO INSS ME DISSERAM QUE EU NÃO TENHO PROBLEMA NENUM E ESTOU APTA A EXERCER MINHAS FUNÇÕES NORMALMENTE, O MOVIMENTO DO POLEGAR DIREITO EU JÁ PERDI AGORA ESTOU PERDENDO EM MAIS OUTROS 3 DEDOS, MAS COMO VC TB ESPERO QUE UM DIA ACREDITEM ESSES PERITOS NAS PALAVRAS DESCRITAS POR NOSSOS MÉDICOS E QUE NÃO, ESTAMOS FAZENDO CORPO MOLE PARA TRABALHAR.
maio 1, 2009 às 10:39 pm
geovani
Uma pergunta… essa doença não pode ser causada por esforço repetitivo? ou pode? por favor explique.
outubro 26, 2009 às 10:38 am
KENOB
DRS: uma doença intrigante e dolorosa
Do correspondente de Despertai! no Canadá
DISTROFIA REFLEXA SIMPÁTICA (DRS) é “uma das mais intrigantes síndromes da medicina e uma das mais dolorosas e potencialmente debilitantes”, escreveu Allison Bray no jornal Winnipeg Free Press. A DRS “muitas vezes passa sem ser reconhecida clinicamente simplesmente porque é pouco entendida”, disse a paciente Anna Alexander, na British Medical Journal. Esta mesma revista declarou que crianças com DRS muitas vezes não são assim diagnosticadas. Por muitos anos, muitos médicos até achavam que a dor fosse psicológica, auto-induzida.
Os que sofrem dessa misteriosa doença sentem uma dor persistente e, em alguns casos, não se lembram de terem feito algo que causasse esse sofrimento. Sarah Arnold escreve em Accent on Living: “A doença é causada por um ferimento ou trauma numa área do corpo rica em terminais nervosos, como a mão ou o pé. O ferimento pode ser tão simples como uma alfinetada ou tão complexo como uma cirurgia. A primeira indicação da doença é uma dor prolongada mais severa do que o ferimento. Os sintomas são severa queimação dolorida numa área localizada, intensa sensibilidade à temperatura e à luz, mudanças no cabelo e nas unhas e mudança de cor na pele.”
A doença passa por vários estágios. Inicialmente, a área afetada incha e fica avermelhada, e há crescimento de pêlos onde antes o crescimento era imperceptível. Isso pode durar de um a três meses. A seguir, a área fica azulada e fria, com mais dor e rigidez nos ligamentos e nas juntas. Pode virar osteoporose. Por fim, há um desgaste dos músculos afetados, contração de tendões e ressecamento do membro afetado.
Pode-se evitar danos irreversíveis, segundo o Dr. Howard Intrater, diretor da clínica de dor no Centro de Ciências de Saúde, em Winnipeg, no Canadá. É preciso bloquear a emissão de sinais de dor dos nervos simpáticos. Um jornal de Winnipeg diz que os “tratamentos vão de estimulação elétrica a betabloqueadores, de estimuladores epidurais (com a implantação de um eletrodo na medula espinal para estimular a área afetada) ao bloqueio dos nervos simpáticos com injeções”. Usam-se fisioterapia junto com acupuntura para minorar a dor e melhorar a mobilidade. O British Medical Journal diz que “o tratamento eficaz inclui certa combinação de estimulação elétrica dos nervos, bloqueio químico dos nervos simpáticos, terapia psicológica e fisioterapia intensa”.
O diagnóstico precoce é obviamente vantajoso. Contudo, na revista The American Journal of Sports Medicine alguns médicos escreveram que os resultados que obtiveram com pacientes diagnosticados com sintomas de menos de 6 meses, ou de 6 a 12 meses, ou de mais de 12 meses “eram quase idênticos. Essa descoberta contradiz a opinião corrente de que os sintomas com duração superior a um ano antes do tratamento sejam indicativos de prognóstico desfavorável”.
Espera-se que, com o aumento dos conhecimentos da medicina, a DRS se torne menos misteriosa e passível de tratamento ainda mais eficaz.
EXPERIENCIA
Minha luta contra a DRS
TENHO 40 e poucos anos, e trabalho como voluntária de tempo integral em serviços de escritório, usando computador. Alguns anos atrás fiz uma cirurgia na coluna, e eu achava que sabia o que era sentir dor. Assim, quando eu estava para ser operada de um cisto ganglionar na junta do pulso esquerdo, em janeiro de 1994, eu esperava alguma dor e desconforto — mas nada que fosse insuportável.
Poucas semanas depois da cirurgia, que foi bem-sucedida, comecei a sentir uma forte dor no braço esquerdo, que começou a inchar e a mudar de cor. Minhas unhas ficaram longas e quebradiças e, por causa da dor, eu não as podia cortar. Dormir era quase impossível. De início, os médicos e o terapeuta ficaram surpresos, mas, com a piora dos sintomas, o cirurgião descobriu que eu tinha DRS (Distrofia Reflexa Simpática), também conhecida como Síndrome da Dor Crônica Regional. Já se haviam passado três meses desde a cirurgia.
O que é ter DRS
Eu nunca havia ouvido falar de DRS, mas estava descobrindo na minha própria carne o que isso significava — DOR. Dor da pior espécie. Dor ininterrupta na mão e no braço. Dor de uma mão inchada três vezes o seu tamanho normal. Dor de uma constante sensação de queimadura. Era como estar numa casa em chamas sem poder sair. Não estou exagerando! Para mim, era a pior e a mais persistente dor imaginável. Havia muitos tipos de dor em vários graus. Às vezes, era como se eu estivesse sendo picada por um enxame de abelhas. Outras, como se estivesse sendo esmagada por um torno e cortada por lâminas de barbear. Não suportava nem que meus cabelos longos tocassem na pele; quando isso acontecia, parecia que eu estava sendo perfurada por espinhos. Eu precisava desesperadamente de um alívio desse sofrimento.
Certa vez, eu estava sofrendo tanto com uma dor intensa e constante que cheguei a pensar em amputar o braço, no banheiro. Fiquei imaginando quantos cortes seriam necessários para livrar-me dessa tortura. (Mais tarde, os médicos disseram-me que a amputação não resolve o problema.) Sentia-me como uma raposa presa numa armadilha que corta a dentadas o membro preso de seu corpo, em busca de alívio.
Finalmente, algum alívio!
Por fim, como último recurso, fui enviada para tratamento numa clínica de dor. Ali, conheci o Dr. Mathew Lefkowitz, especialista no combate à dor e anestesiologista que atende em Nova York, em Brooklyn Heights. Ele foi muito compassivo e compreensivo. Essa clínica de dor tornou-se um refúgio para mim, em especial quando passei a conhecer a minha doença e o tratamento.
O Dr. Lefkowitz começou com um tratamento de amortecimento da dor — injeções regulares num nervo do meu pescoço, que bloqueavam temporariamente as mensagens nervosas que causavam a dor. Como ele explicou, a dor é detonada pelo sistema de nervos simpático. Essa é a reação defensiva normal do cérebro contra ferimentos ou cirurgias. A teoria é que esse sistema deve funcionar como um portão. As sensações nervosas só o atravessam enquanto a ferida estiver sarando. Num certo ponto, quando o cérebro não mais envia impulsos nervosos, o portão fecha e a dor desaparece. Na DRS, o portão não fecha. O sistema de nervos simpático nunca se acalma. Continua a funcionar como se o local ainda estivesse ferido. O médico me disse que viesse à clínica imediatamente, assim que a dor se intensificasse. Agora, já por um bom tempo, recebo regularmente injeções de bloqueio da dor.
As injeções ajudaram-me a suportar a fisioterapia, que me permite certos movimentos do membro afetado e é muito útil nessa doença. Com o tempo, passei a executar tarefas simples, com ambas as mãos e os braços. Era um começo positivo.
Quais podem ser as conseqüências?
A dor constante afetou-me de várias maneiras. Eu queria ficar sozinha, longe de todos; mas, aonde quer que eu fosse, a dor me seguia. Portanto, não havia solução. O braço passou a parecer uma entidade separada, que afligia minha vida e meu casamento. Meu marido nem mesmo ousava aproximar-se de mim para demonstrar afeto. Ele certamente foi paciente e compassivo. Havia-me tornado uma esposa de um braço só, sem poder fazer nada. Simplesmente tentar apanhar uma folha de papel com a mão esquerda era uma agonia.
Por enquanto, não existe cura da DRS, embora às vezes ela ceda espontaneamente. Nos últimos estágios, ocorre a osteoporose e o membro afetado se atrofia. É por isso que a fisioterapia intensiva é tão útil. Felizmente, não estou nesse estágio.
Como enfrento a situação
Embora eu ainda sinta dor, não é tão forte como nos piores períodos. Mas, sem as injeções, eu não a agüentaria. O que me ajudou a suportar isso? A atitude positiva de alguns médicos, terapeutas e amigos. Aprendi também maneiras práticas de lidar com o problema. Para minha auto-estima e dignidade, eu precisava ter certo grau de normalidade na vida, apesar da minha condição anormal. Estar cercada de colegas de trabalho que me apoiavam, sem me pressionar, convenceu-me de que eu ainda podia ser produtiva. Também descobri, e ainda acho, que música suave e exercícios respiratórios de relaxamento me ajudam. Uma das coisas que mais gosto de fazer é deitar numa posição confortável e observar o céu e as sempre mutantes nuvens. Daí, eu medito e viajo mentalmente para lugares aprazíveis. Rir é sempre um bom remédio, bem como ter uma atitude positiva — e mais ainda quando você pode contar com o amoroso apoio de familiares e amigos. É essencial dar-se conta de que a DRS não precisa forçosamente derrotar você. Bons médicos podem ajudá-lo a vencer a batalha.
A experiência aumentou minha empatia para com os que sofrem dor, e sinto-me motivada a ajudar e a consolar outros. Minhas crenças [religiosas] têm-me ajudado muito. Sei por que isso aconteceu. Não sou uma vítima especialmente escolhida. Não se deve culpar a Deus. A dor é um dos infortúnios da vida que podem atingir a qualquer um. A oração fervorosa tem sido uma bênção para mim. Tenho fé que Deus um dia acabará para sempre com a dor no mundo. Partilhar com outros essa convicção tem-me beneficiado. Embora a DRS ainda seja um desafio para mim, sinto-me grata pela melhora que tive. (Revelação [Apocalipse] 21:1-4) — Conforme narrado por Karen Orf.
[Foto na página 23]
Com o Dr. Lefkowitz, na sua clínica
[Quadro nas páginas 22, 23]
O ponto de vista de um médico
Despertai! entrevistou o Dr. Lefkowitz, para que falasse sobre as técnicas de tratamento. Ele explicou: “Lidamos com todos os tipos de dor, não apenas a DRS. A dor mais comum é a lombar, que muitas vezes resulta em severíssima dor ciática. Embora a dor seja obviamente de origem fisiológica, muitas vezes há também fatores psicológicos.”
Despertai!: Pode a DRS atacar indiscriminadamente pessoas de todas as idades e sexo?
Dr. Lefkowitz: Sim, essa doença não é parcial. Mas, não podemos predizer quem tem mais chances de ser afetado. O que sei, com certeza, é que as mulheres, em geral, suportam melhor a dor do que os homens. Elas parecem ter um limiar de dor mais alto.
Despertai!: Que tratamentos o senhor recomenda contra a dor?
Dr. Lefkowitz: Há vários métodos que podemos usar, dependendo da origem e da intensidade da dor. Afinal, dor é sofrimento, e temos de aliviar esse sofrimento. Em alguns casos, usamos comprimidos não-esteróides, tais como aspirina, e suas variantes. Em outros, como no de Karen, usamos uma droga de bloqueio de nervo regional. Em casos extremos talvez usemos um entorpecente. O inconveniente disso é a possibilidade de a pessoa se viciar.
Despertai!: É inevitável que a DRS passe por todos os estágios de desenvolvimento?
Dr. Lefkowitz: Não, não é. Se o diagnóstico for precoce, podemos abortar o processo. Veja o caso de Karen, por exemplo. Ela está num estágio intermediário, e não passará obrigatoriamente ao estágio final de atrofia do membro afetado.
Despertai!: Que conselho o senhor daria para o paciente lidar com a situação?
Dr. Lefkowitz: Precisamente o que Karen tem feito. Ela ataca a dor num nível psicológico, distraindo a mente com pensamentos e imagens agradáveis. Ela também faz fisioterapia. E acredito que a sua fé tem sido de grande ajuda. Tem-na ajudado a focalizar a situação de maneira positiva. De fato, nunca é demais acentuar a importância da fé.
Despertai!: Muito obrigado por seu tempo e atenção.
abril 18, 2009 às 4:55 pm
Jonas
Importante vio informativo.