Foto Pics Book Livro Uma Breve Historia do Mundo Geoffrey Blainey A Short History of the World Livro Primeiro Capitulo Livros BooksPrimeiro Capítulo: Uma Breve História do Mundo | Geoffrey Blainey

Livro: Uma Breve História do Mundo
(A Short History of the World)
Brasil | World

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Vindos da África

Há 2 milhões de anos, eles viviam na África e eram poucos. Eram seres quase humanos, embora tendessem a ser menores que seus descendentes que hoje povoam o planeta. Andavam eretos e subiam montanhas com enorme habilidade.

Alimentavam-se principalmente de frutas, nozes, sementes e outras plantas comestíveis, mas começavam a consumir carne. Seus implementos eram primitivos. Se eram bem-sucedidos em dar forma a uma pedra, não iam muito longe com a modelagem. É provável que usassem um pedaço de pau para defesa ou ataque, ou até mesmo para escavar, caso surpreendessem um roedor escondendo-se em um buraco. Não se sabe se construíam abrigos feitos de arbustos e de pedaços de pau para se protegerem do vento frio no inverno. Não há dúvida de que alguns moravam em cavernas – quando podiam ser encontradas –, mas uma residência permanente teria restringido bastante a necessária mobilidade para encontrar alimento suficiente. Para viver do que a terra oferecia, precisavam fazer longas caminhadas a lugares onde sementes e frutas pudessem ser encontradas. Sua dieta era resultado de uma série de descobertas, feitas ao longo de centenas de milhares de anos. Uma das mais importantes estava em saber se uma planta, aparentemente comestível, não era venenosa; explorando novos lugares à procura de novos alimentos em tempos de seca e carestia, alguns devem ter morrido por envenenamento.

Há 2 milhões de anos, esses seres humanos, conhecidos como hominídeos, viviam principalmente nas regiões dos atuais Quênia, Tanzânia e Etiópia. Se dividirmos a África em três zonas horizontais, a raça humana ocupava a zona central, ou zona tropical, constituída principalmente de pastos. Uma mudança no clima, cerca de um ou dois milhões de anos antes, que fez com que em certas regiões os pastos tenham substituído boa parte das florestas, pode ter incentivado esses hominídeos a, gradualmente, descendo das árvores, deixar a companhia de seus parentes, os macacos, e passar mais tempo no chão.

Eles já acumulavam uma longa história, embora não tivessem nenhuma memória ou registro disso. Falamos hoje do grande espaço de tempo que se passou desde a construção das pirâmides do Egito, mas esse período representa um simples piscar de olhos se comparado à longa história que a raça humana já viveu. Na Tanzânia, descobriu-se um registro primitivo pelo qual se conclui que dois adultos e uma criança caminhavam sobre cinza vulcânica amolecida por uma chuva recente. A seguir, suas pegadas foram cozidas pelo sol e, aos poucos, foram cobertas por camadas de terra; as pegadas, definitivamente humanas, têm pelo menos 3,6 milhões de anos. Até mesmo isso é considerado um fato recente na história do mundo contemporâneo: os últimos dinossauros foram extintos há cerca de 64 milhões de anos.

No leste da África, os primeiros humanos costumavam acampar às margens dos lagos e dos leitos arenosos de rios ou em campinas: nesses locais, foram encontrados alguns restos deixados por eles. Conseguiam adaptar-se a climas mais frios e, na Etiópia, preferiam os planaltos abertos, a uma altitude de 1.600 ou 2.000 metros acima do nível do mar. Nas florestas sempre verdes das regiões montanhosas, também sentiam-se em casa; sua adaptabilidade era impressionante.

De modo geral, na impiedosa competição por sobreviver e multiplicar-se, os humanos tiveram sucesso. Nas regiões da África que habitavam, eram em número bem menor que as espécies de grandes animais, alguns deles agressivos; ainda assim, os humanos prosperaram. Talvez as populações tenham se tornado muito numerosas para os recursos dis poníveis na região ou tenha havido um longo período de seca, e isso os tenha levado para o norte. Há forte indício de que, em algum momento dos últimos dois milhões de anos, eles tenham começado a migrar mais para o norte. O maior deserto do mundo, que se estende do noroeste da África para além da Arábia, pode, por algum tempo, ter impedido seu avanço. A estreita faixa de terra entre a África e a Ásia Menor, contudo, podia ser facilmente atravessada.

Moviam-se em pequenos grupos: eram exploradores e colonizadores. Em cada região desconhecida, tinham de adaptar-se a novos alimentos e precaver-se contra animais selvagens, cobras e insetos venenosos. Os que abriam caminho conseguiam uma certa vantagem, pois os seres humanos, adversários implacáveis dos invasores de território, não estavam lá para atrapalhar seu caminho.

Era mais uma corrida de revezamento do que uma longa caminhada. É possível que um grupo de talvez 6 ou 12 pessoas avançasse uma pequena distância e decidisse se estabelecer naquele lugar. Outros vinham, passavam por cima delas ou impeliam-nas para outro lugar. O avanço pela Ásia pode ter levado de 10 mil a 200 mil anos. Montanhas tinham de ser escaladas; pântanos, vencidos. Rios largos, gelados e de forte correnteza tinham de ser atravessados. Será que eles atravessavam esses rios em seus pontos mais rasos, nas estações muito secas, ou nos pontos mais próximos às nascentes, antes que o leito se tornasse largo demais? Será que os exploradores sabiam nadar? Não sabemos as respostas. À noite, em terreno desconhecido, era preciso selecionar um abrigo ou um lugar com um mínimo de segurança. Sem a ajuda de cães de guarda, cabia a eles manter vigilância sobre animais selvagens que vinham caçar durante a noite.

No decorrer dessa longa e lenta migração, a primeira de muitas na história da raça humana, esses povos originários dos trópicos avançaram para territórios bem mais frios, jamais conhecidos por qualquer de seus ancestrais. Não se sabe ao certo se conseguiam aquecer-se ao fogo nas noites frias. É provável que quando um raio caía nas proximidades, ateando fogo à vegetação, eles apanhassem um galho em chamas e o transportassem para outro lugar. Quando o galho estava quase todo queimado e o fogo por se extinguir, juntavam-lhe outro galho. O fogo era tão valioso que, uma vez obtido, era tratado com desvelo; ainda assim, o fogo podia extinguir-se por descuido, apagar-se sob uma chuva forte ou por falta de madeira seca ou gravetos. Enquanto conseguiam manter o fogo, devem tê-lo levado em suas viagens como um objeto precioso, como faziam os primeiros nômades australianos.

A habilidade de produzir fogo, em vez de obtê-lo ao acaso, veio bem mais tarde na história humana. Com o tempo, os humanos conseguiram produzir uma chama através do atrito e do calor provocados ao esfregarem-se dois pedaços de madeira seca. Podiam, também, triscar um pedaço de pirita ou outra rocha adequada e, assim, provocar uma faísca. Em ambos os processos, eram necessários gravetos muito secos e o domínio da arte de soprar delicadamente sobre os gravetos em chamas

O emprego habilidoso do fogo, resultado de muitas idéias e experiências durante milhares de anos, é uma das conquistas da raça humana. A genialidade da maneira com que era empregado pode ser vista na forma de vida que sobreviveu até o século 20, em algumas regiões remotas da Austrália. Nas planícies desanuviadas do interior, os aborígines acendiam pequenas fogueiras para enviar sinais de fumaça, uma forma inteligente de telégrafo. Usavam o fogo também para cozinhar, para se aquecer e para forçar os animais a sair das tocas (enchendo-as de fumaça). O fogo era a única iluminação à noite, exceto quando uma lua cheia lhes dava luz para suas cerimônias de dança. Era usado para endurecer os pedaços de pau usados para cavar, para modelar madeira com a qual eram feitas as lanças e para cremar os mortos. Era usado, ainda, para gravar marcas cerimoniais na pele humana e para afastar as cobras do capim perto dos acampamentos. Era um eficaz repelente de insetos e era usado por caçadores para queimar o capim em sistema de mosaicos em certas ocasiões do ano e, assim, incentivar novo crescimento, quando viessem as chuvas. Eram tão numerosos os usos do fogo que, até recentemente, foi a ferramenta de maior utilidade da raça humana.

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Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0322
(12/05/2008)

01 02 03 05 07 12 13 15 16 17 18 20 21 23 24

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Freqüência das dezenas

01/212 . 23/211 . 15/211 . 02/208 . 13/205 . 19/202
11/202 . 04/202 . 17/197 . 25/196 . 12/195 . 05/195
09/194 . 24/192 . 16/190 . 14/190 . 22/187 . 21/187
20/185 . 10/183 . 03/182 . 08/182 . 06/182 . 18/175
07/165

Atraso das dezenas

17/000 . 16/000 . 15/000 . 01/000 . 18/000 . 20/000
24/000 . 23/000 . 21/000 . 12/000 . 13/000 . 03/000
07/000 . 02/000 . 05/000 . 04/001 . 11/001 . 25/001
10/001 . 14/001 . 09/001 . 06/002 . 22/002 . 19/002
08/003

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+ Veja também:


The New York Times - Best Seller Books
Lista dos livros mais vendidos
nos Estados Unidos
Mai 11, 2008
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The New York Times Lista dos Livros Mais Vendidos Bestseller Books Best Seller SUNDAY AT TIFFANYS James Patterson Novel Livro

Ficção

1. SUNDAY AT TIFFANY’S
James Patterson
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

2. THE WHOLE TRUTH
David Baldacci
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

3. TWENTY WISHES
Debbie Macomber
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

4. HOLD TIGHT
Harlan Coben
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

5. UNACCUSTOMED EARTH
Jhumpa Lahiri
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

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The New York Times Lista dos Livros Mais Vendidos Bestseller Books Best Seller THE REVOLUTION Ron Paul Livro

Não-Ficção

1. THE REVOLUTION: A MANIFESTO
Ron Paul
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

2. A WOLF AT THE TABLE
Augusten Burroughs
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

3. ARE YOU THERE, VODKA? IT’S ME, CHELSEA
Chelsea Handler
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

4. HOME
Julie Andrews
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

5. ESCAPE
Carolyn Jessop & Laura Palmer
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

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The New York Times Lista dos Livros Mais Vendidos Bestseller Books Best Seller THE LAST LECTURE Randy Pausch Jeffrey Zaslow Livro

Auto-Ajuda

1. THE LAST LECTURE (A Lição Final)
Randy Pausch & Jeffrey Zaslow
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

2. JUST WHO WILL YOU BE?
Maria Shriver
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

3. THE SECRET (O Segredo)
Rhonda Byrne
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

4. THE SOUTH BEACH DIET SUPERCHARGED
Arthur Agatston
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

5. THE ONE MINUTE ENTREPRENEUR
Ken Blanchard
Brasil | World | Livros do autor(a) em Português

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Poesia: Não-coisa | Ferreira Gullar

O que o poeta quer dizer
no discurso não cabe
e se o diz é pra saber
o que ainda não sabe.

Uma fruta uma flor
um odor que relume…
Como dizer o sabor,
seu clarão seu perfume?

Como enfim traduzir
na lógica do ouvido
o que na coisa é coisa
e que não tem sentido?

A linguagem dispõe
de conceitos, de nomes
mas o gosto da fruta
só o sabes se a comes

só o sabes no corpo
o sabor que assimilas
e que na boca é festa
de saliva e papilas

invadindo-te inteiro
tal do mar o marulho
e que a fala submerge
e reduz a um barulho,

um tumulto de vozes
de gozos, de espasmos,
vertiginoso e pleno
como são os orgasmos

No entanto, o poeta
desafia o impossível
e tenta no poema
dizer o indizível:

subverte a sintaxe
implode a fala, ousa
incutir na linguagem
densidade de coisa

sem permitir, porém,
que perca a transparência
já que a coisa é fechada
à humana consciência.

O que o poeta faz
mais do que mencioná-la
é torná-la aparência
pura — e iluminá-la.

Toda coisa tem peso:
uma noite em seu centro.
O poema é uma coisa
que não tem nada dentro,

a não ser o ressoar
de uma imprecisa voz
que não quer se apagar
— essa voz somos nós.

Ferreira Gullar
Brasil | World
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Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0321
(08/05/2008)

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Freqüência das dezenas

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11/202 . 04/202 . 25/196 . 17/196 . 05/194 . 09/194
12/194 . 24/191 . 14/190 . 16/189 . 22/187 . 21/186
20/184 . 10/183 . 08/182 . 06/182 . 03/181 . 18/174
07/164

Atraso das dezenas

16/000 . 14/000 . 12/000 . 17/000 . 18/000 . 25/000
24/000 . 20/000 . 11/000 . 13/000 . 03/000 . 04/000
10/000 . 09/000 . 02/000 . 22/001 . 23/001 . 21/001
06/001 . 01/001 . 15/001 . 19/001 . 08/002 . 05/003
07/005

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Turismo & Viagem: Cancún

Até a década de 1970, Porto Juarez era um pequeno vilarejo de pescadores esquecido na península de YucatÁn, uma das regiões mais belas do México, situada no sudeste do país. Foi quando o governo mexicano descobriu o potencial turístico do lugar e decidiu criar ali um balneário de padrão internacional. Assim nasceu Cancún, deliberadamente. Na época, as Águas translúcidas do Mar do Caribe que banham Cancún eram ofuscadas pelo sucesso das praias da Baía de Acapulco, situada no lado oposto do país.
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Cancun Turismo Viagem Ferias Travel Tourism Fotos Photos Pics

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Hoje, Cancún é o destino mais visitado do México. Atrai mais de 2 milhões de turistas por ano, e muitos deles vem do Brasil. Tamanho magnetismo não nasceu ao acaso, mas de uma feliz comunhão entre homem e natureza. Além da estonteante beleza natural de Cancún, pesa o fato de que a cidade é um cenário cuidadosamente construído para receber turistas. Mangues foram aterrados, jardins e canteiros erguidos, vias impecavelmente pavimentadas. Ali se instalaram as maiores cadeias de hotéis e resorts do mundo. Tudo para inspirar prazer e descanso.

Em Cancún existem cerca de 22 km de praias de areia fina, divididos entre a lagoa e o mar, surpreende pela beleza, praias paradisíacas de areias brancas e águas cor de safiras marinhas, hotéis esplêndidos, animadíssima vida noturna e inúmeros marcos e vestígios das civilizações pré-colombianas. A cidade oferece comodidade e serviços modernos, excelente gastronomia e claro, a tradição e a hospitalidade típicas do povo mexicano.

As construções em andamento por toda parte atestam que o dinamismo da cidade está longe de ser aplacado. Para essa terra de oportunidades, onde cada vez mais turistas deixam pencas de lares, vieram muitos mexicanos e outros latino-americanos fazer a vida. Conversando com alguns deles é fácil chegar a conclusão de que, em Cancún, é preciso apenas trabalhar para viver bem.

Em Cancún faz sol o ano todo. De agosto até o final de outubro é a temporada. Entre novembro e o início de dezembro é a melhor época para ir, pois o balneário não está lotado e as temperaturas não são muito altas. Maio e junho também são meses bons. É alta temporada durante o mês de julho e no período que vai da segunda metade de dezembro até o início de abril.

Cancún é receita para relaxar: clima tropical, belíssimas praias banhadas pelo Mar do Caribe e uma estrutura turística de padrão internacional.

Fonte: Érico Elias

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Concursos: Como se preparar para os concursos públicos da Petrobras e da Caixa Econômica Federal - CEF

Duas empresas de grande porte abriram concursos em abril, e muitos profissionais que sonham em entrar no serviço público estão de olho nas provas.

A Petrobras oferece 2.611 vagas, enquanto a Caixa Econômica Federal formará cadastro de reserva em diversos Estados.

“Os cargos dessas duas empresas são regulados pela CLT - Consolidação das Leis do Trabalho - e não oferecem estabilidade. Por outro lado, o salário costuma ser maior, porque elas concorrem com empresas de capital privado”, explica Marco Antonio Carbone, coordenador do curso preparatório Formação, de São Paulo.

A Petrobras aplica as provas em 18 de maio e 8 de junho, dependendo do cargo escolhido. Os inscritos no concurso da Caixa fazem o exame no dia 29 de junho.

Concurso da Petrobras
A empresa abriu uma seleção específica e procura técnicos já com alguma capacitação. Para participar desse processo, a maior parte dos candidatos deve ter formação em áreas relacionadas ao ramo de negócio da empresa.

Há cargos para formações mais amplas - direito, análise de sistemas e contabilidade -, mas as vagas são poucas. O candidato precisa escolher, na inscrição, o pólo de trabalho a que vai concorrer, o que amplia ainda mais a concorrência.

Com esse panorama técnico, será preciso se concentrar nos assuntos de sua área de formação. “Nesse concurso, as matérias básicas serão eliminatórias, e não classificatórias. A nota será definida pelo exame específico. Se estudar uma hora de matérias básicas, fique mais três nas específicas”, aconselha Carlos Alberto De Lucca, coordenador-geral do Siga Concursos, de São Paulo.

O candidato não vai encontrar cursos preparatórios que o ajudarão a encarar esses exames específicos: as escolas não conseguem número suficiente de interessados par formar turmas. A sugestão é que o profissional procure estudar com o material que usava na faculdade - se for recém-formado - ou com bibliografia recente, no caso dos já experientes.

Outra dica dos especialistas é fazer provas anteriores da organizadora, a Cesgranrio, para ajudar nas disciplinas básicas: português, matemática, inglês e informática, dependendo do cargo. Nesses casos, os cursinhos também oferecem programas modulares, focados em cada uma das disciplinas.

Concurso da Caixa Econômica Federal - CEF
“A Caixa não faz concurso para gerente ou diretor. Essa seleção é a porta de entrada no banco. Pessoas de nível superior também vão prestar e, como as questões são elaboradas com menos complexidade, haverá muitos acertos. Você não pode errar uma questão de bobeira. Isso faz com que muita gente passe na sua frente”, diz Carbone.

Na prova, os assuntos específicos da área bancária terão peso maior. A matéria mais cobrada será de conhecimentos bancários, cujas questões somarão 34% do exame.

Nesse caso, quem não conhece o assunto conseguirá ajuda para estudar. “O candidato pode comprar uma apostila preparatória. Muitas livrarias têm. Ele pode ficar com o material que achar mais interessante, que tenha o jeito dele”, diz De Lucca. Cursinhos também oferecem a disciplina.

“Se fosse candidato, estudava mais conhecimentos bancários e os básicos, português e matemática. Isso dá 64% da prova”, aconselha Carbone.

Vale também a dica de fazer provas anteriores, tanto as da CEF (Caixa Econômica Federal) quanto as do Banco do Brasil (que têm programa parecido), mesmo que não sejam da mesma organizadora desse concurso.

Assuntos da atualidade não terão grande peso, mas serão cobrados. “Leia as notícias e assista aos telejornais. Serão abordadas notícias de repercussão no país e no mundo. Como é um concurso nacional, dificilmente vão se ater a uma cidade. E serão assuntos que já estão encerrados, e não em andamento, porque a organizadora não pode correr o risco de algo mudar depois da prova feita”, afirma De Lucca.Nesses assuntos, podem ser cobrados não só política mas também cultura, variedades e esportes.

Por fim, uma regra de ouro que vale para qualquer concurso público: por mais chato que seja, leia todo o edital, para conhecer como será a prova e as etapas da seleção e não ter surpresas depois.
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Fonte: UOL

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Livros | Brasil: Lista dos livros mais vendidos no Brasil | 04-05-2008
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O Estado de São Paulo
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Livros Livro Book O Silencio dos Amantes Lya Luft

Ficção

01. O SILÊNCIO DOS AMANTES
LYA LUFT

02. A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS
MARKUS ZUSAK

03. O CAÇADOR DE PIPAS
KHALED HOSSEINI

04. A CIDADE DO SOL
KHALED HOSSEINI

05. UMA VIDA INVENTADA
MAITÊ PROENÇA

06. O GUARDIÃO DE MEMÓRIAS
KIM EDWARDS

07. A SOMBRA DO VENTO
CARLOS RUIZ ZAFÓN

08. A CONSPIRAÇÃO FRANCISCANA
JOHN SACK

09. LA BODEGA
NOAH GORDON

10. CREPÚSCULO
STEPHENIE MEYER

1808 LAURENTINO GOMES Livros Livro Book

Não-Ficção

01. 1808
LAURENTINO GOMES

02. O SEGREDO
RHONDA BYRNE

03. UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO
GEOFFREY BLAINEY

04. O MONGE E O EXECUTIVO
JAMES C. HUNTER

05. CASAIS INTELIGENTES ENRIQUECEM JUNTOS
GUSTAVO CERBASI

06. BEM-VINDO À BOLSA DE VALORES
MARCELO C. PIAZZA

07. OS SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA
T. HARV EKER

08. COMER, REZAR, AMAR
ELIZABETH GILBERT

09. VALE TUDO: TIM MAIA
NELSON MOTTA

10. MARLEY E EU
JOHN GROGAN

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Loteria: Lotofácil | Sorteio do Concurso 0320
(05/05/2008)

01 03 06 09 11 12 14 15 17 18 19 21 22 23 25

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Freqüência das dezenas

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11/201 . 04/201 . 25/195 . 17/195 . 05/194 . 09/193
12/193 . 24/190 . 14/189 . 16/188 . 22/187 . 21/186
20/183 . 08/182 . 10/182 . 06/182 . 03/180 . 18/173
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Atraso das dezenas

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08/001 . 10/001 . 24/001 . 13/002 . 05/002 . 02/003
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